05 abril, 2013

Pais serão obrigados por lei a matricular filhos de 4 anos na pré-escola


Pais serão obrigados por lei a matricular filhos de 4 anos na pré-escola

Julio Severo
Pais de crianças de 4 anos serão agora obrigados a matricular seus filhos na pré-escola. A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje (5 de abril) lei, aprovada por seu antecessor Lula, que efetua mudanças radicais nas diretrizes e bases do ensino (LDB), ao determinar que a educação básica agora é obrigatória dos 4 aos 17 anos. Com isso, todos os pais deverão matricular mais cedo seus filhos na escola.
Em 2009, uma emenda constitucional defendida pelo PT deu ao governo poderes para obrigar os pais a colocar os filhos em instituição escolar a partir dos 4 anos de idade, garantindo que as crianças sejam doutrinadas o mais cedo possível.
Pela lei, os pais que não matricularem os filhos de 4 anos estarão sujeitos às ações e intrusões dos agentes do Conselho Tutelar.
O controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.
Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.
* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.
* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".
* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.
Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle estatal sobre as crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, na época em que o governo Lula aprovou sua lei de escravidão educacional para crianças de 4 anos (sancionada hoje pela dama vermelha Dilma), o governo e a China haviam anunciado a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.
O que fazer agora? Os cristãos da antiga Roma assassina se protegiam nas catacumbas para ensinar de Cristo e a Bíblia. Hoje o governo socialista do Brasil obriga os pais cristãos a voltar às catacumbas.
O único modo de proteger nossos filhos de 4 anos da voracidade do monstro estatal é confiando em Cristo e recorrendo à educação escolar em casa. Para mais informações, visite o Blog Escola Em Casa: http://escolaemcasa.blogspot.com/
Com informações do G1 da Globo e outras agências de notícias.
Leitura recomendada:
Visite o blog Escola Em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com

01 abril, 2013

Governo dos EUA quer deportar família cristã


Governo dos EUA quer deportar família cristã

Julio Severo
O governo americano está contestando a decisão de um tribunal que havia concedido asilo a uma família alemã que educa os filhos em casa. Autoridades americanas argumentam que a família cristã alemã, que estava sofrendo perseguição religiosa de autoridades alemãs, deveria ser deportada de volta para a Alemanha.
The Romeike Family
Uwe e Hannelore Romeike fugiram da Alemanha em 2008 depois que as autoridades os multaram em milhares de euros e tiraram seus filhos à força porque eles estudam em casa. Em 2010, um juiz de imigração dos EUA concedeu asilo politico aos Romeikes — a primeira vez que um asilo foi concedido por causa de leis compulsórias de escolarização. O juiz comprovou que a família tinha medo legítimo de perseguição na Alemanha, onde um pequeno grupo de famílias que educam filhos em casa já foi preso e multado, até mesmo perdendo a guarda dos filhos.
Mas o Ministério de Segurança Nacional imediatamente se opôs à decisão do juiz. O ministro da Justiça dos EUA Eric Holder também entrou para a oposição, argumentando que a lei da Alemanha que proíbe a educação de filhos em casa não viola os direitos fundamentais da família cristã.
Será que a liberdade religiosa não mais é importante para os EUA? Ao que parece, não, principalmente se a vítima for seguidora de Jesus Cristo.
Semanas atrás o secretário de Estado John Kerry mal saiu do avião na Alemanha e envergonhou os Peregrinos e os fundadores dos EUA com o que é talvez a pior declaração sobre liberdade religiosa já feita. Kerry disse que os Estados Unidos protegem a liberdade religiosa porque “Nos EUA, as pessoas têm o direito de ser burras.”
Essa é uma declaração muito interessante vindo do governo americano. O Departamento de Estado dos EUA não só tem transformado os direitos homossexuais em sua prioridade máxima, mas vem também defendendo esses direitos no mundo inteiro. E se nações do Terceiro Mundo não os aceitarem, a assistência dos EUA lhes é negada. Os EUA estão determinados a impor seu imperialismo homossexual no mundo porque enxergam a perversão homossexual como mais importante do que a perseguição aos cristãos. E se você não vê tais interesses como prioridade máxima, a máquina de guerra cultural dos EUA rotulará você de “burro.”
O problema é que os Romeikes não fugiram da Alemanha por causa de tais interesses. Eles fugiram porque o governo alemão insiste em defender uma antiga lei do Terceiro Reich que proíbe os pais de educar os filhos em casa. A lei nazista está sendo usada agora para perseguir famílias cristãs que dão aulas escolares para seus filhos em casa.
Se for forçada a voltar para a Alemanha, a família cristã enfrenta multas imensas e penas criminais, e pode perder a guarda de seus cinco filhos em idade escolar.
Michael Farris, presidente fundador da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa, está processando o Ministério da Justiça dos EUA em favor dos Romeikes. Ele disse: “Fico realmente pensando no que aconteceria com os Peregrinos sob o atual governo dos EUA.”
Os Peregrinos têm muita sorte de não estarem vivos hoje para solicitar asilo nos EUA. Felizmente para eles, eles chegaram aos EUA num século que não era politicamente correto.
Eles queriam que os EUA fossem um porto seguro para cristãos perseguidos. Em vez disso, os EUA têm cada vez mais se tornado um porto seguro para ativistas homossexuais de outras nações. Li sobre ativistas gays do Brasil que obtiveram asilo nos EUA afirmando que há perseguição aos gays no Brasil.
O governo brasileiro concede milhões para grupos gays e seus projetos políticos. Eles têm o governo, os meios de comunicação e outras instituições poderosas — até mesmo a ONU — prostrados aos seus pés. Em contraste, os cristãos que pregam contra a conduta suja deles são ameaçados e perseguidos pelo governo e mídia do Brasil.
Mesmo assim, os homossexuais brasileiros conseguem obter asilo nos EUA.
Na “América livre” de hoje (livre para a sodomia), só Peregrinos gays receberiam as boas vindas. Autoridades de imigração lhes perguntariam: “Por que vocês estão vindo para os EUA?”
E eles poderiam responder: “Porque o governo brasileiro tem recusado nos dar bilhões de dólares para nossa abrangente causa de mudança da sociedade. Só recebemos alguns milhões. Isso é perseguição! Isso é ‘homofobia!’”
Entretanto, a absoluta burrice não é gays brasileiros recebendo asilo para se juntar a seus amantes americanos nos EUA e aumentarem seu poder de militância ideológica. O direito de ser burro, de acordo com Kerry, pertence às pessoas famintas pela liberdade de adorar a Deus e educar os filhos em casa, não aos indivíduos depravados famintos por imundos atos sexuais homossexuais.
Nessa perspectiva progressista, o amor ao sexo anal torna o indivíduo brilhante e inteligente, merecedor de boas vindas aos EUA para gozar todos os benefícios.
Nessa perspectiva, os Peregrinos — e qualquer cristão fiel ao Senhor Jesus Cristo e Sua Palavra — são simplesmente burros.
Por favor, orem pela família Romeike. Eles chegaram aos EUA no século errado!
Com informações de Daily Mail, World Magazine, Charisma e WND.
Literatura recomendada:
Sobre o Ministério de Segurança Nacional:
Governo americano e imperialismo homossexual:
Governo americano e asilo:

20 março, 2013

Violência contra crianças: quem é o grande culpado?


Violência contra crianças: quem é o grande culpado?

Julio Severo
O clamor dos noticiários televisivos, com suas cenas chocantes de crianças vítimas de abuso sexual ou físico, provoca os resultados esperados: indignação popular.
Mas ninguém se detém para pensar que a mesma televisão que pede ações contra tais abusos erotiza sistematicamente adultos e crianças e os doutrina na violência, sem que esse abuso psicológico, no caso das crianças, seja punido ou mesmo classificado como crime.
Pelo contrário, mobilizados pelos jornalistas, o povo pressiona governo e legisladores para criarem mais leis contra abusos sexuais contra crianças.
As leis que estão aí não funcionam?
Na verdade, há leis em excesso. Mas esse excesso de leis, quando tenta lidar com as famílias intactas e as famílias não intactas, muitas vezes entra em caos, pois está sob obrigações politicamente corretas de tratar todos os tipos de ajuntamentos domésticos, por mais deformados que sejam, como “família.” Não tratar todos igualmente como “família” seria crime de “preconceito” e “discriminação.”
Assim, a mulher solteira com diferentes filhos de diferentes homens que vivem por aí engravidando mulheres é tão “família” quanto o homem e a mulher casados com filhos dentro do casamento. Outros desajustes domésticos também são considerados “família,” inclusive casos em que um homem e uma mulher, casados ou não, trazem cada um uma coleção de filhos de outros relacionamentos ou casamentos.
As vítimas inocentes desse caos são sempre as crianças, pois esses ajuntamentos domésticos fora do padrão tradicional são muito mais propensos à violência e abusos.
Historicamente, as civilizações civilizadas sempre entenderam que o único modelo de família que funciona é a família natural: marido e esposa casados com filhos dentro do casamento.
Entretanto, o modelo natural e histórico não tem defensores na grande mídia, que, aliás, tem seus próprios modelos.
Novelas trazem papéis cada vez mais bizarros para os ajuntamentos domésticos, com recheios de traições, adultérios e perversões sexuais, que são tratados muitas vezes como mera e inócua opção sexual. Tais bizarrices podem ser úteis para atrair audiência, mas seus efeitos no mundo real são catastróficos.
Os homens e as mulheres que imitam a perversão televisiva dentro de suas casas desfiguram sua própria identidade. Passam seu dia-a-dia vendo sexo explícito, violência e deboche aos padrões morais, muitas vezes perto de crianças. E quando a violência e os abusos explodem em seus lares, embalados pelo bombardeio diário de propaganda de violência e sexo, as grandes redes de televisão lavam as mãos e clamam por mais leis. Não, não leis contra o bombardeio originado em seus estúdios, mas contra a “família.”
A promoção do sexo fora dos padrões do casamento traz violência social, inclusive o abuso sexual de crianças. A Bíblia, por exemplo, diz: “Não contaminarás a tua filha, fazendo-a prostituir-se; para que a terra não se prostitua, nem se encha de maldade.” (Levítico 19:29 ACF) Essa passagem diz claramente que a terra se enche de maldade quando a prostituição é permitida. Quantas gerações de crianças não foram contaminadas por modelos sexuais na televisão?
Xuxa, que influenciou milhões de crianças no Brasil,
aparece aqui em cena de filme pornográfico
com menino de 12 anos
Essencialmente, as grandes redes de televisão exaltam a prostituição (sexo recreativo) em suas novelas e filmes. E quando a terra se enche de maldade (inclusive abuso físico e sexual contra as crianças) como consequência, agem como se não soubessem quem foi que promoveu e exaltou o sexo recreativo.
Meu livro O Movimento Homossexual, que se encontra disponível para download gratuito neste link (http://juliosevero.blogspot.com/2011/09/livro-o-movimento-homossexual-agora.html), trata com mais profundidade dessa questão.
A natureza não perdoa os ajuntamentos domésticos que seguem os modelos “familiares” das novelas e filmes. E as redes de televisão também não perdoam, sempre desviando o foco da sua óbvia culpabilidade e exigindo mais leis para engordar o já inchado repertório de leis.
Leis contra o bombardeio de sexo e violência seriam úteis, mas atingiriam o coração da subsistência da indústria televisiva, que se engorda financeiramente injetando depravação na mente de suas audiências, inclusive crianças.
Leis que obrigassem as redes de televisão a cessar toda programação de indução às falsas entidades familiares seriam ótimas, mas seriam péssimas para os programas de baixo nível, que usam o que há de mais vulgar para alcançar visibilidade.
Leis que obrigassem as programações televisivas a parar de exaltar o adultério e o sexo fora do casamento seriam indispensáveis, mas iriam contra a “ética” vivida em seus estúdios.
Leis desse tipo são boas e fundamentais. Mas só não são aprovadas porque não fazem bem aos bolsos dos empresários da televisão. O que importa para eles é o dinheiro, nem que o preço seja a destruição da família natural e a imposição de ajuntamentos domésticos desajustados como padrão familiar, com um rastro de crianças abusadas.
Esse tem sido, durante décadas, o preço mais caro do sujo enriquecimento da televisão brasileira.
Para distrair o público dessa dura realidade, os noticiários televisivos clamam por mais e mais leis para colocar as famílias intactas, não os estúdios, como alvos das ações punitivas governamentais.
No Brasil, não há governo nem lei para punir redes de televisão que devoram lares e crianças em suas ganâncias e depravações.
Não há clamores por leis contra os empresários predadores da tela e seu vício de fazer da família brasileira bode-expiatório das consequências da erotização e violência moral que reinam na televisão brasileira.
Leitura recomendada:

22 fevereiro, 2013

Escola pública: o monopólio do fracasso educacional


Escola pública: o monopólio do fracasso educacional

Desinteresse motiva adolescentes a sair das escolas do governo

Julio Severo
Caiu o número de jovens na escola a partir dos 15 anos de idade. O dado da Pnad 2011 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), explica que em 2011 quase 2 milhões de adolescentes — um número equivalente à população de Curitiba — estavam fora da escola.
Um das causas pode ser a desilusão do adolescente com as próprias aulas e falta delas. Uma pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com o Instituto Unibanco, em 2011 mostra que os estudantes do ensino médio perdem até 40% dos dias de aulas, na maioria dos casos, por falta de professor.
Além da perda de aula, o problema, para os jovens, é que as aulas que eles têm são insuficientes para educar e motivar. “O jovem diz que não tem interesse, não tem saco, não gosta da escola”, afirma Haroldo Torres, diretor de análise e disseminação de informações da Fundação Seade. Evidentemente, existe um reconhecimento de que estudar “é importante para o futuro”, mas a baixa qualidade do ensino e aulas chatas matam o interesse dos alunos.
Será que os jovens estão vendo o que ninguém mais está vendo? Aprender a prestar culto ao governo e seus valores — que é a missão fundamental do ensino público — é a coisa mais chata do universo. E quem poderia discordar desses jovens?
O resultado de tanta chatice obrigatória é que os jovens que não saem da escola sofrem altos índices de reprovação. O pesquisador Simon Schwartzman, do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), diz: “A educação pública brasileira [tem]… níveis absurdos de reprovação e dependência”.
Dá para estranhar o fato de que os jovens brasileiros que estudam em escolas públicas não estão aprendendo o necessário? Eles saem das escolas públicas como analfabetos funcionais. Mal sabem ler e escrever. Na educação não essencial e até desnecessária — que envolve uso de camisinha, sexo sem casamento e métodos de extinção da gravidez —, o aluno tem aulas fartas. Ele sai da escola plenamente alfabetizado em depravação.
Ninguém, pois, pode culpar o jovem de sair da escola por desinteresse. Quando ele é criança, vai à escola pública por obrigação. Mas quando chega à adolescência e vê que o buraco governamental não está à altura da palavra “educação”, ele sai do buraco.
E aí, ele, ou melhor, seus pais, podem entrar em outro buraco.
Os políticos sempre optam por nunca enviar seus filhos à escola pública. Os motivos são óbvios. E eles têm muito de nosso dinheiro para escolher escolas muito melhores.
Mas o pai e a mãe que mantiverem seus filhos adolescentes fora do buraco governamental não escaparão.
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que os pais de uma adolescente de 16 anos paguem uma multa diária de 2 mil reais por dia que a filha passar sem matrícula na escola. Para o governo, por mais que a adolescente demonstre desinteresse pela escola pública, os pais não têm o direito de mantê-la fora do buraco.
Os pais explicaram que tentaram repetidamente convencer a filha a frequentar a escola, mas ela não quis. Então, consentiram que a adolescente ficasse em casa cuidando de sua irmã, que tem três anos e tem diabetes.
E se os pais tivessem tentado “convencê-la” por métodos mais antiquados, como uma surra? Eu não concordaria com isso, mas é certo que ela iria para a escola — para não aprender nada e para aumentar sua antipatia por aulas medíocres. Mas os pais iriam para a cadeia, pois métodos antiquados são tratados de forma violenta pelo Conselho Tutelar.
Os pais então ficaram entre a frigideira e o fogo. Se batiam na filha, iam para a cadeia. Se não convencem a adolescente, são obrigados a pagar uma multa de 2 mil reais por dia.
O tribunal impôs a multa altíssima pelo descumprimento do artigo 55 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que diz que “os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.
Alguém deveria apresentar para esses pais a educação escolar em casa. Quem sabe assim a adolescente não teria interesse pela educação em casa.
Mas de longe os criminosos nessa história não são eles. Nem a adolescente. A escola pública é, em toda a realidade, a zona criminal do Estado, onde negligência, abuso sexual de crianças e adolescentes por meio de ensinos sexuais impróprios e indecentes (e até por meio de professores estatais que vendem uma nota alta em troca de sexo de suas alunas) e alfabetização medíocre são generalizados.
O desinteresse dos jovens brasileiros pela “educação” que o governo oferece é apenas resultado de causa e efeito.
Se houvesse de fato um mínimo de justiça no Brasil, multas diárias de 2 mil reais deveriam ser aplicadas não aos pais que salvam seus filhos dos buracos governamentais que são ninhos de violência, drogas e estupros. Deveriam ser aplicadas a juízes e outros funcionários públicos que cometem a maldade de manter crianças e adolescentes nesses buracos, não permitindo a seus pais nenhuma outra opção educacional além das imposições estatais.
O fracasso da escola pública tem nome: governo. E é o governo, não os pais, que precisa de multas, castigos e penalidades.
O ministro da Educação, o chefão do sistema fracassado das escolas públicas, merece uma “recompensa” maior, isto é, multas, castigos e penalidades maiores, pois sabe tratar pais e mães como criminosos, mas não tem virilidade suficiente para reconhecer que a escola pública é muitas vezes um espaço de negligência criminal e impunidade estatal.
Com informações do UOL Educação.
Leitura recomendada:
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19 fevereiro, 2013

Pais brasileiros lutam pelo direito de educar os filhos em casa


Pais brasileiros lutam pelo direito de educar os filhos em casa

Reportagem do G1 da Globo
Na companhia da mãe e na companhia virtual, Calebe, de 13 anos, passa os dias aprendendo em casa. Ele saiu da escola há três anos por decisão dos pais, que moram em Belo Horizonte.
“Justiça” brasileira impede direitos naturais das famílias
“Se você quer formar cidadão e pessoas, a física e a química não vão formar”, explica o pai e empresário Gilmar de Carvalho. 
A irmã de Calebe tem 15 anos e também não frequenta a escola desde os 12. Os pais dizem que os filhos, hoje, rendem muito mais.
“Eu lembro quando eles faziam a interpretação de texto, eu mais interpretava para eles do que eles mesmos”, conta a mãe e dona de casa Vânia Lúcia de Carvalho.
Em casa, Calebe tem um cantinho de estudo, o escritório da casa. Ele não tem um rotina muito rígida, uma quantidade específica de horas para estudar, mas uma coisa é obrigatória todos os dias: a leitura.
Será que Calebe gosta mesmo de estudar em casa? “Prefiro, porque aqui eu consigo estudar tranquilo”, diz o adolescente.
A Justiça determinou no mês passado que Calebe e a irmã voltem para a escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê a educação domiciliar.
O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga, interior de Minas Gerais. Eles também tiraram os filhos do colégio. O Fantástico contou em 2008 a história da família.
“Eles se tornaram autodidatas, sem aquela dependência para serem ensinados para aprender”, diz o designer Cleber Andrade Nunes.
Os filhos, hoje, com 18 e 19 anos, estão há sete longe da escola.
“Em casa a gente aprendeu a gostar daquilo que a gente tava aprendendo”, conta o webdesigner Jonatas Nunes.
“A gente que fazia os horários, a gente que fazia todo o esquema de estudo”, lembra o programador Davi Nunes.
Quando tinham 12 e 13 anos passaram no vestibular de Direito, só pra provar que podiam. Agora, eles pretendem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio, para tentar conseguir um certificado de conclusão do curso, o que é permitido pelo Ministério da Educação.
A irmã mais nova de Jonatas e Davi segue o mesmo caminho.
A Ana tem cinco anos, nunca foi a uma creche ou escola e os pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa. Ela já está sendo alfabetizada.
“Ela já está alfabetizada com cinco. Desde quatro aninhos ela já estava lendo e alfabetizada em inglês também”, conta a mãe Bernadeth Amorim.
“Nossos filhos não precisam da escola. A escola deve ser a última alternativa”, afirma Cleber Andrade Nunes.
Essa decisão custou caro para o casal, que até hoje tem problemas com a justiça.  Eles devem mais de R$ 10 mil e respondem por abandono intelectual. “Nós corremos esse risco e estariamos disposto a ir até as últimas consequências”, diz Cleber.
Eles não estão sozinhos. A Associação Nacional de Educação Domiciliar afirma que, no Brasil, cerca de mil famílias dão lições aos filhos menores em casa.
Nos Estados Unidos, a educação domiciliar é aceita em vários estados. Em 2007, 1,5 milhão de crianças estudava assim.
No Brasil, um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende liberar esse tipo de aprendizado, mas as crianças teriam que passar por exames periódicos.
Para a pedagoga da PUC de São Paulo Maria Stela Graciani, quem não tem convívio escolar deixa de interagir. “Ela perde a essência da convivência comunitária”, explica.
Os pais rebatem. Ana brinca com amiguinhas do bairro todos os diase Calebe faz aulas de violão e também tem amigos.
Para o promotor da infância e juventude de Belo Horizonte Celso Penna Fernandes Júnior, esses pais desrespeitam o Estatuto da Criança e do Adolescente, que diz que eles devem matricular os filhos na rede regular de ensino.
Já os pais se apoiam num artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que eles têm prioridade na escolha do aprendizado.
“A Declaração Universal dos Direitos do Homem não é incompatível com a lei brasileira e nem poderia ser. O que eu acho que ela não quer que aconteça é que o estado resolva estabelecer um único tipo de educação para toda a sociedade”, diz o promotor.
Ele multou os pais de Calebe em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem à escola.
“Vamos lutar pra que a lei no nosso país admita essa instrução domiciliar”, diz o pai de Calebe.
Fonte: G1 da Globo
Divulgação: www.juliosevero.com
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18 fevereiro, 2013

Líder cristão denuncia plano do governo americano de estatizar crianças aos 4 anos de idade


Líder cristão denuncia plano do governo americano de estatizar crianças aos 4 anos de idade

Comentário de Julio Severo: R.C. Sproul Jr. faz uma importante denúncia para que os pais cristãos nos EUA reajam ao plano do governo americano de estatizar, por meio das escolas públicas, as crianças de 4 anos. Essa denúncia é necessária. Mas, o leitor perguntará, o que isso tem a ver com o Brasil? Em 2009, denunciei um plano semelhante (aliás, muito pior) do governo brasileiro, que abaixou a idade de escolarização obrigatória para 4 anos. A lei já foi aprovada, e está agora gravada na Constituição do Brasil. Crianças brasileiras de 4 serão obrigadas a frequentar os templos estatais de ensino, onde aprenderão a prestar culto ao Estado. E nenhum líder cristão proeminente no Brasil denunciou o plano do governo brasileiro, conforme mostra meu artigo na época: Escravidão educacional para crianças de 4 anos. Que o Brasil tivesse alguns líderes como R.C. Sproul Jr. A seguir, artigo da CBN News:

R.C. Sproul Jr: Crianças cristãs não devem estar em escolas públicas

A Casa Branca está propondo que o governo faça parceria com os estados para fornecer financiamento pré-escolar para todas as crianças de 4 anos de idade para famílias de renda baixa e moderada.
Mas um importante escritor e palestrante cristão, R.C. Sproul Jr., disse que acredita que o problema vai muito mais longe do que a etiqueta de preço de um sistema universal de pré-escola.
R. C. Sproul Jr.
Ele disse à CBN News que crê que enquanto os cristãos continuarem a permitir que seus filhos recebam treinamento do Estado, os EUA continuarão a ter uma cultura que presta adoração ao Estado.
“Minha convicção é que a educação é sempre e em toda parte religiosa”, disse ele. “Não é surpresa que quando 80 por cento dos pais evangélicos têm seus filhos em escolas do governo que eles vão adotar a religião do governo, que é a adoração ao Estado”.
Sproul discordou da noção de que as escolas públicas estão fracassando, dizendo que elas estão fazendo exatamente o que foram projetadas para fazer.
É por isso que ele crê que os cristãos não deveriam deixar seus filhos na escola pública.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News: Sproul: Christian Kids Shouldn’t Be in Public School
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26 janeiro, 2013

Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola


Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola

Julio Severo
O pai e a mãe de dois adolescentes de 13 e 14 anos, que educam seus filhos em casa, em Belo Horizonte, foram obrigados pela Justiça a matricular os meninos em escola pública ou particular, num prazo de 30 dias. O caso foi denunciado pelo Ministério Público que acusou o casal de “abandono intelectual” dos filhos.
Juízes decidem: filhos pertencem ao Estado
A decisão do juiz da Vara Cível da Infância e da Juventude de Belo Horizonte, Marcos Flávio Lucas Padula, foi proferida em 16 de janeiro, mas divulgada pela corte somente nesta sexta-feira (25).
No processo, os pais afirmaram que possuem prioridade sobre o Estado no oferecimento da educação escolar para os filhos. Eles mostraram que um dos meninos foi aprovado no exame de conclusão do ensino fundamental — prova suficiente para comprovar que os filhos não estão intelectualmente abandonados.
O Ministério Público, porém, mostrou que o Estado tem o direito exclusivo de impor a escola formal como única opção para os pais, afirmando que é “direito” (mais propriamente traduzido como obrigação) de toda criança e adolescente o acesso à educação formal.
O Conselho Tutelar do Barreiro, região de Belo Horizonte onde a família reside, chegou a intimar pai e mãe por violar o direito do Estado de impor sua educação sobre os adolescentes do casal. Eles foram intimados para fazer as matrículas dos filhos. Quando disseram que continuariam educando em casa, o Conselho Tutelar acionou o Ministério Público contra o casal por “abandono intelectual”.
Se abandono intelectual significa deixar os filhos sem a doutrinação imoral das escolas do Estado, de fato os pais cometeram esse “crime”. As escolas estão ensinando tantas depravações que deixariam qualquer prostituta de bordel envergonhada.
As crianças voltam muitas vezes da escola com vergonha de dizer aos pais as “lições” de sexo homossexual e outras imoralidades que aprenderam em sala de aula.
Nesse quadro cada vez mais real no Brasil, os pais cristãos têm a obrigação moral de remover os filhos das escolas e educá-los em casa. O próprio Martinho Lutero nos deu um alerta profético 500 anos atrás: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”.
Se a Justiça do Brasil não estivesse tão adoecida por ideologias politicamente corretas, não se envolveria na opção educacional dos pais para os filhos, nem os puniria. Em vez disso, intimaria e puniria ministro da Educação e outros agentes do Estado que passam dia e noite elaborando estratégias para impor kits gays e outras depravações para as crianças de escola.
É claro que o casal de Belo Horizonte não cometeu “abandono intelectual” e crime algum, pois educam os filhos em casa. Mas o Estado e seus agentes usarão qualquer desculpa e mentira para manter os filhos debaixo do seu poder e manipulação doutrinária.
O juiz considerou que, apesar de deterem o poder familiar, “os pais não estão autorizados a simplesmente retirar os filhos da rede regular de ensino, uma vez que isso os priva também do convívio social”.
O convívio social na escola hoje atira, em grande parte, as crianças à má influência de drogas, violência e prostituição. É uma socialização negativa, na melhor das hipóteses. Mas o Estado insiste nessa desculpa. 
Para fundamentar sua opinião de total controle do Estado sobre as crianças e a proibição da educação escolar em casa, o juiz se amparou no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na Constituição Federal.
O Brasil se transformou numa “democracia” ditatorial. Se o casal de Belo Horizonte trabalhasse como professores, distribuindo kits gays nas escolas, o juiz e outros agentes do Estado elogiariam seus serviços ao Estado pró-sodomia. Mas pelo fato de que cometeram o pecado imperdoável de tirar seus filhos dos braços do monstro estatal, o juiz mostra toda a sua força em favor dos interesses do gigante estatal contra um indefesa família.
Nos primeiros séculos, os cristãos desobedeciam ao Estado romano quando obedeciam a Deus.
Se os pais cristãos do Brasil crerem e demonstrarem que os filhos pertencem a Deus, estarão definidamente desobedecendo ao Estado. Se tentarem tirar os filhos dos braços do monstro estatal, estarão cometendo um “crime”.
Com informações do UOL Notícias e R7.
Leitura recomendada: