22 Dezembro, 2009
Alemanha prende oito pais evangélicos por tirarem filhos pequenos de aula de educação sexual
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13 Novembro, 2009
Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA
Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA
Movimento de “direitos” das crianças se une ao movimento homossexual para defender a “autonomia sexual” das crianças, o Estado laico e o enfrentamento do ativismo cristão na sociedade
Julio Severo
Grupos homossexuais radicais juntaram-se a organizações governamentais e não governamentais de “direitos” das crianças e adolescentes em Brasília nos dias 6, 7 e 8 de maio de 2009 para debater e apontar planos para promover como direitos humanos os “direitos sexuais” de crianças e adolescentes.
Esse importante encontro, que uniu o movimento homossexual e o movimento de “direitos” das crianças, teve como título “Direitos Humanos e Diversidade Sexual dos Adolescentes do Distrito Federal”.
No encontro, os seguintes líderes participaram do debate “Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente”:
Márcio Sanches, do Centro de Defesa do Direito da Criança e do Adolescente (Cedeca DF).
Liliana Lemus, diretora geral da Associação Fomento Social Planejamento e Gestão de Projetos.
Leila Paiva, coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), Cedeca DF
Tony Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
Representantes da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED).
Representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).
Jimena Grignani, secretária do Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA).
Benedito Rodrigues, secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).
No debate sobre “Um Olhar do movimento LGBT sobre a violação dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes” participaram:
Alessandra Guerra, coordenadora do Grupo Liberdade de amor entre mulheres do Ceará (LAMCE).
Beto de Jesus, secretário para América Latina e Caribe da Associação Internacional de Gays, Lésbicas e Trans.
Fernanda Benvenutty, relações públicas da Associação das Travestis da Paraíba (Astrapa).
Com exceção dos ativistas homossexuais, cuja missão é a promoção do homossexualismo, a missão dos ativistas dos “direitos” das crianças no Brasil é promover o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), uma legislação conhecida pelo sofrimento e injustiças que vem provocando no Brasil.
A sociedade brasileira geme sob o peso e ameaça de assassinos e criminosos. A sociedade geme com a omissão e falta de seriedade das leis. A sociedade geme com a parcial impunidade com que muitas vezes as leis tratam assassinos e criminosos adultos. No caso de criminosos menores de idade, a impunidade é total — para o total desespero da população.
Mesmo no Brasil da impunidade, se um assassino adulto de 50 pessoas for pego, ele pode ser condenado a passar quase o resto da vida na cadeia. Contudo, se o assassino em questão tiver menos de 18 anos, o ECA garante impunidade total: Condenar tal assassino a passar quase o resto da vida na prisão é, de acordo com a filosofia dos que defendem — e vivem à custa — da promoção dos “direitos” das crianças, violação dos direitos das crianças. Ele ficará em instituição estatal de “reabilitação” até à maioridade. Depois, liberdade total, com ficha totalmente limpa.
De onde veio o ECA? Para onde o ECA levará o Brasil?
Embora o Brasil seja capaz de criar seus próprios males e embora o ECA seja elogiado como uma das legislações mais “avançadas” no mundo no que se refere aos “direitos” das crianças, a verdade é que o Brasil foi obrigado a criar o ECA. Todo país que ratifica os documentos da ONU fica sob o compromisso de prestar-lhe submissão. Desde que o governo brasileiro assinou e ratificou a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança (CDC) em 1990, o Brasil automaticamente fez o compromisso de gerar uma legislação nacional que espelhasse os interesses e imposições da CDC.
Sob a monitoração da ONU, que supervisiona e cobra os “progressos” da obediência de cada país à CDC, o governo brasileiro vem procurando fortalecer e ampliar, através dos conselhos tutelares e outros órgãos estatais, a implementação do ECA.
Os Estados Unidos ainda não estão debaixo do peso dessa cobrança do governo mundial, pois o governo americano nunca ratificou a CDC. Grupos cristãos tiveram visão e senso de direção para ver antecipadamente os perigos e ameaças dessa abrangente e imponente legislação da ONU sobre as crianças e famílias.
Sob o socialista Obama, o governo americano quer seguir o caminho do Brasil, ratificando a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança e criando seu próprio “ECA”, mas os grupos cristãos, como o site Direitos dos Pais, estão alertando os pais americanos sobre os seguintes perigos:
* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.
* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.
* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.
* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.
* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.
* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].
* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.
* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.
* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
Na realidade, a “progressão” da CDC levará a muitas outras aberrações. A ONU tem há muitos anos sido uma arena onde ativistas radicais usam — quando não, criam — toda oportunidade e brecha para promover o aborto e o homossexualismo. Até mesmo o direito da mulher a uma maternidade segura tem sido usado como porta para impor a legalização mundial do aborto. E direitos reprodutivos e sexuais é um termo da ONU que, além do aborto, também inclui a promoção de liberdade sexual, inclusive o homossexualismo.
Nesse sentido, o que poderia haver de estranho num evento no Brasil onde os que vivem à custa dos “direitos” das crianças se aliam ao movimento homossexual para fazer “melhorias” no ECA? É uma progressão natural. A criatura brasileira da ONU — o ECA — seguirá cedo ou tarde todos os caminhos do monstro que a gerou.
Se a ONU, que é a responsável direta pela criação do ECA, já credenciou a ABGLT como participante oficial das reuniões da ONU, por que o governo brasileiro — que está tão empenhado nas questões homossexuais e está tão submetido aos interesses da ONU — deveria proibir a participação da ABGLT numa reunião de especialistas que vivem às custas do ECA?
A exemplo do movimento homossexual mundial, que há anos está criando estreitos laços com a área de promoção dos “direitos” das crianças nos chamados países desenvolvidos, no Brasil esses laços estão começando a se fortalecer.
Caio Fabio Varela, ativista gay conhecido por sua assessoria a Fátima Cleide — a senadora do PT que quer impor o PLC 122 no Brasil custe o que custar —, foi um dos elaboradores do infame programa federal “Brasil Sem Homofobia”. Varela participou do evento “Direitos Humanos e Diversidade Sexual dos Adolescentes do Distrito Federal” como mediador no debate “Um Olhar do movimento LGBT sobre a violação dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes”.
Com a assessoria dele, que “melhorias” o ECA precisará ter? Será que agora o ECA, que impõe as vontades do governo na esfera familiar, deverá ter um programa federal “famílias sem homofobia”? Os agentes do ECA monitorarão cada lar em busca de atitudes, gestos e opiniões contrárias ao sacralizado direito humano homossexual?
Recado aos pais: proibido proteger os filhos contra o homossexualismo
Em vez de se dedicar à sua função básica de punir criminosos e desencorajar crimes, o Estado agora faz parceria com o movimento que promove o homossexualismo — um comportamento sexual antinatural responsável por muitos abusos sexuais contra meninos.
Em vez de proteger meninos da ameaça do homossexualismo, o Estado fará as vontades do movimento homossexual, trabalhando para classificar como “violação de direitos humanos” toda tentativa de pais protegerem seus filhos pequenos ou adolescentes de influências homossexuais.
Agora, filhos serão doutrinados e condicionados nas escolas públicas não só a denunciar os pais por disciplina física, mas também por trabalharem para livrar os filhos de todo tipo de tendência que possa conduzir ao homossexualismo? O pai e a mãe que não permitirem que seu filho siga o “curso natural” do homossexualismo vão sentir o peso do ECA, sendo classificados como “violadores dos direitos humanos de crianças e adolescentes”?
O evento de Brasília produziu a “Carta de Brasília”, um documento apoiado por lideranças governamentais, que exige profundas “melhorias” nas leis para as crianças. A seguir, o documento completo:
Carta de Brasília: A serpente por trás do movimento de “direitos” das crianças
Os Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (filiados a ANCED), as organizações de defesa de direitos de crianças e adolescentes e organizações do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) que estiveram reunidos na oficina Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente, realizada em Brasília nos dias 06 e 07 de maio de 2009, com o propósito de debater e apontar diretrizes para a promoção, defesa e garantia dos Direitos Sexuais como Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes declaram que:
A plena afirmação de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos passa pelo reconhecimento do exercício da sexualidade como um direito fundamental desses sujeitos. Para a afirmação dos direitos sexuais é fundamental garantir informação, livre expressão, bem como respeitar a autonomia e responsabilidade das crianças e adolescentes no desenvolvimento e exercício de sua sexualidade, livres de qualquer forma de preconceito, humilhação, omissão ou violência.
Os setores comprometidos com a garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes precisam ter como princípios de sua atuação: a necessária afirmação de um Estado laico e o enfrentamento aos fundamentalismos religiosos; rompimento com posturas que reproduzam hierarquias de gênero; garantia do direito de crianças e adolescentes à livre expressão de sua orientação sexual e identidade de gênero, respeitando sua condição de pessoas em desenvolvimento.
Para a efetivação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes é necessário o desenvolvimento de projetos, programas e políticas públicas intersetoriais comprometidos com:
A efetiva participação de crianças e adolescentes na construção de propostas político-pedagógicas de promoção, defesa e garantia de seus direitos sexuais;
Garantia do acesso à informação sobre sexualidade, ligada à educação em direitos humanos, numa perspectiva emancipatória e inclusiva;
Afirmação da garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, como ação efetiva no enfrentamento ao abuso e exploração sexual;
Reconhecimento e afirmação da diversidade sexual;
Afirmação de toda forma de violência, discriminação, preconceito, humilhação, constrangimento por orientação sexual e identidade de gênero como violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Cientes da necessária mudança de concepções e práticas para a afirmação dos direitos sexuais como direitos humanos de crianças e adolescentes, entendemos ser de fundamental importância promover espaços de formação e debate que envolvam o conjunto de atores do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes, bem como ativistas dos movimentos feminista e LGBT; e inclusão do tema dos direitos sexuais de crianças e adolescentes em Conferências e Fóruns do movimento de garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
Dr. Alberto Thieme questiona envolvimento do movimento homossexual na “defesa” dos “direitos” das crianças
A “Carta de Brasília”, que está cheia de sutilezas e artimanhas, tem a esperteza de uma serpente venenosa. Só tive acesso à documentação desse evento pelas mãos do Dr. Alberto Thieme, que teve todo o trabalho de descobrir essa reunião onde líderes do ECA e do movimento homossexual dormiram na mesma cama debaixo da coberta dos “direitos” das crianças. A seguir, as indagações muito oportunas do Dr. Thieme:
1. A maioria dos homossexuais não tem experiência de ter filhos, nem de como criá-los. Como podem opinar sobre diretrizes de como educar sexualmente crianças e adolescentes?
2. Porque as pessoas responsáveis por esse evento não convidaram professores e diretores de entidades que cuidam de muitas crianças (como a que fundei que hoje acolhe mais de 1.000 crianças)?
3. Por que homossexuais envolvidos com a educação sexual de crianças? Será para descriminalizar os pedófilos e pederastas para aumentar mais os grupos homossexuais? Muitos dos meninos abusados sexualmente por um adulto acabam por acreditar que são homossexuais. É o predomínio do mais forte sobre uma indefesa criança ou adolescente?
4. Por que o governo Lula está direcionando sua política ultimamente somente para o segmento homossexual, dando-lhes tremendas regalias? Por que os lideres das maiores associações gays vivem pelos corredores do Planalto?
5. O Presidente Lula quer acabar com as instituições da família?
6. Em sua ambição de permanecer no poder e implantar um socialismo ou comunismo no Brasil, o Presidente Lula está enfraquecendo e destruindo as instituições brasileiras para não haver resistência?
Julio Severo responde aos desafios da “Carta de Brasília”
A “Carta de Brasília” (CB) é uma afronta à família brasileira e à maioria cristã do Brasil. Vejamos pois seus maiores pontos de afronta:
A CB diz: “Garantia do acesso à informação sobre sexualidade, ligada à educação em direitos humanos, numa perspectiva emancipatória e inclusiva”.
Resposta de Julio Severo: Desde quando crianças precisam de “emancipação sexual”? Sem mencionar que o termo socialmente construído “inclusividade” tem tudo a ver com a aceitação de invenções sociais antinaturais. Será então obrigatória a emancipação das crianças para poderem ser livres para viver tais invenções sexuais?
A CB diz: É “necessária a afirmação de um Estado laico”.
Resposta de Julio Severo: Entendo muito bem as intenções dessa parceria. Sem valores morais e cristãos, o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças estão desimpedidos para controlar as crianças. Hitler e Stálin seriam grandes aliados deles. Se Estado laico é Estado sem Deus e sem valores cristãos, com certeza Hitler e Stálin — que eram hostis à família natural e controlavam todas as decisões sobre os filhos dos outros — são os maiores defensores e “heróis” do Estado laico.
A CB diz: É necessário o enfrentamento aos fundamentalismos religiosos.
Resposta de Julio Severo: A parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças quer agora políticas públicas para enfrentar os “fundamentalismos” religiosos. Confira agora se você estará na lista estatal e homossexual de “ameaça às crianças:
Você é contra a autonomia sexual das crianças? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.
Você é contra o “casamento” homossexual? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.
Você tem a opinião de que o homossexualismo não é normal? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.
Você é contra o aborto? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.
Você é contra os “direitos sexuais” e “direitos reprodutivos” que a ONU, o Estado laico e os grupos homossexuais estão defendendo para as crianças? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.
Graças à perversão moral da sociedade moderna — onde o certo é errado e o errado é certo —, os ativistas homossexuais não mais serão vistos como ameaças às crianças. Quem ocupará o lugar deles serão pais e mães amorosos que cometerem o crime politicamente correto de proteger seus filhos das reais ameaças do movimento de “direitos” das crianças e do movimento homossexual.
A CB diz: É necessário o rompimento com posturas que reproduzam hierarquias de gênero.
Resposta de Julio Severo: A parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças quer o aniquilamento da distinção entre homens e mulheres. Eles querem o extermínio das diferenças sexuais para que as portas sejam abertas para a feminilização dos homens e a masculinização das mulheres, construindo assim novos padrões e eliminando o padrão natural, tal como crianças sendo criadas por um pai e uma mãe. O novo padrão imporá o reconhecimento e a aceitação legal como “família” de duas mulheres lésbicas ou dois homens homossexuais “criando” crianças. A mutação desse padrão pode ainda trazer “famílias” inventadas com quatro ou mais homens homossexuais ou mulheres lésbicas criando crianças, e um aumento dramático na aceitação da idéia patentemente pedófila de que as crianças têm direito à “autonomia”. As portas já estão sendo abertas pelo movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças.
A CB diz: É necessária a garantia do direito de crianças e adolescentes à livre expressão de sua orientação sexual e identidade de gênero, respeitando sua condição de pessoas em desenvolvimento.
Resposta de Julio Severo: Enquanto o Estado está diminuindo os direitos de pais naturais dirigirem a vida dos próprios filhos, a parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças exige que crianças e adolescentes tenham o direito à livre expressão sexual. A criança está sendo influenciada por fatores homossexuais? O Estado proibirá os pais de interferir e dará plena liberdade de os grupos homossexuais interferirem, com a cumplicidade dos que vivem à custa do ECA.
O Estado está enfraquecendo os direitos dos pais sobre os filhos e fortalecendo os grupos que defendem os “direitos”, a “autonomia”, a “emancipação” e a “livre expressão” sexual das crianças. Em retribuição, esses grupos defendem fortemente o Estado “laico” como forma de separar o Estado de valores que prejudicam a expansão dos “direitos” das crianças.
O sombrio resultado final será famílias com pouca ou nenhuma autoridade e crianças que, em vez de próximas dos interesses e orientações de suas famílias, estarão próximas dos interesses e orientações do Estado e de grupos homossexuais. Enquanto as famílias terão menos e menos direitos de dirigir seus filhos, o Estado e até mesmo os grupos homossexuais aliados do Estado terão cada vez mais direitos de controlar os filhos dos outros.
O que fazer para não ser considerado “fundamentalista religioso”?
Se você acha que é inútil remar contra a maré da parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças e se você não quer ficar na lista negra deles, você pode assumir as seguintes posturas:
Você pode dizer que o governo de Lula, de Obama e da ONU têm um interesse genuíno no bem-estar das crianças e famílias.
Você pode dizer que o “casamento” homossexual é um direito a que tem todo homem que pratica o homossexualismo.
Você pode dizer que toda criança tem direito à “autonomia” e aos direitos sexuais e reprodutivos.
Você pode dizer que o ECA é uma maravilha e que os seus defensores são maravilhosos.
Seguindo essa maré, você receberá os aplausos, não a condenação, do movimento homossexual e do movimento dos “direitos” das crianças.
Afinal, o que eles querem?
Os debates finais do evento que produziu a infame “Carta de Brasília” foram “O Marco Legal Brasileiro tem garantido a Autonomia dos Direitos Sexuais dos Adolescentes?” e “Debate sobre o Tema: Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes: como reconhecê-los e garanti-los?”
Na própria concepção ativista da ONU, direitos sexuais (ou direitos reprodutivos) envolvem direito à contracepção, direito a uma vida sexual livre (com ou sem casamento) e direito ao aborto, pois as maiores organizações que oferecem serviços de planejamento familiar para adolescentes também oferecem “serviços” de aborto. Essas organizações assessoram a ONU.
Sem dúvida alguma, é impossível implementar políticas que garantam os “direitos sexuais” sem primeiro garantir autonomia. Autonomia de quem? Autonomia do Estado? Autonomia dos grupos homossexuais? Autonomia de gente que vive à custa do ECA? Seria muito bom que as crianças tivessem autonomia desses seres.
Entretanto, o que eles querem é basicamente crianças independentes dos pais e seus valores. Crianças independentes de suas próprias famílias — mas jamais independentes do Estado. Para eles, a criança que, por alguma influência, começou a se encaminhar ao homossexualismo ou outras anormalidades tem direito à “autonomia”. A lei garantirá os direitos sexuais da criança, protegendo-a da “interferência” dos pais! Os pais nada poderão fazer para ajudar seus filhos pequenos e adolescentes, sob pena de sofrerem o peso das leis e de um ECA “melhorado” pelos ativistas homossexuais.
Enquanto o movimento homossexual vai ganhando mais acesso às crianças por meio da elaboração de leis que fortalecem um Estado que privilegia o homossexualismo, as famílias naturais estão perdendo seus direitos naturais de dirigir a educação, disciplina e agora até o curso sexual saudável de seus filhos pequenos e adolescentes.
Os pais perderão o direito de ensinar que só há dois sexos: macho e fêmea. E os ativistas gays ganharão o direito de impor seu terceiro “sexo” inventado. O poder do ativismo gay será assim muito maior do que a autoridade dos pais.
Nesse clima ideológico, onde o homossexualismo — que é puramente uma construção sexual de uma sociedade que está perdendo o senso ético, moral e natural — é exaltado como normalidade, ativistas homossexuais são vistos como parceiros perfeitos para a elaboração de políticas para crianças.
Cai um “defensor” da autonomia e direitos sexuais das crianças…
O resultado é previsível. Na Escócia, James Rennie, que era o mais importante assessor do governo para questões de políticas públicas voltadas para as crianças, foi flagrado como líder de uma rede de pedofilia descoberta na Escócia. Rennie, que era diretor da organização Juventude Escocesa LGBT, foi condenado em 2009 por sua liderança na rede de pedofilia e por abusar sexualmente de um menino desde que a vítima tinha a idade de 3 anos
Quem foi que disse que homossexualismo nada tem a ver com abuso? Muitos homossexuais também relatam ter sofrido abuso sexual quando eram crianças. Isso tem um significado bem claro: um homossexual adulto estuprou um menino inocente.
A resposta do governo? Entregue nas mãos dos ativistas homossexuais a elaboração das políticas de promoção e defesa dos “direitos” sexuais e humanos das crianças!
Se essa falta de lógica e juízo virar moda, a proteção dos galinheiros será entregue às raposas e a proteção das ovelhas inocentes será entregue aos lobos.
Que tal garantir a “autonomia” dos direitos sexuais de seus filhos pequenos e adolescentes? As raposas e os lobos agradecem.
Jesus não estava brincando quando nos disse: “Eu os estou enviando como ovelhas entre lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas”. (Mateus 10:16 NVI)
Versão em inglês deste artigo: Homosexual groups ask reforms in the children’s “rights” in Brazil
Fonte: www.juliosevero.com
Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
Para entender os perigos do ECA, clique nos seguintes artigos:
O abuso estatal contra a ordem familiar
Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias
O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças
Insensatez na punição de menores
Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias
Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão
A ameaça da ONU: A destruição dos direitos dos pais
03 Novembro, 2009
Escravidão educacional para crianças de 4 anos
Escravidão educacional para crianças de 4 anos
Cavalo-de-tróia no Congresso Nacional altera Constituição para estabelecer institucionalização compulsória de crianças novas
Julio Severo
Foi aprovada de forma conclusiva no Senado Federal, em 28 de outubro de 2009, a PEC 96A/03, que aumenta o orçamento para educação. A votação teve a presença de 52 senadores, e todos sem exceção votaram a favor do aumento do orçamento — um aumento que implicará mais sacrifícios do bolso do trabalhador brasileiro para a interminável sede de impostos do governo.
Mas não é só no bolso que o brasileiro será atingido. A PEC (que significa Proposta de Emenda à Constituição) torna, conforme informou o jornal esquerdista Folha de S. Paulo, “obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio”.
Foi muito fácil aprovar a redução da idade para o ensino obrigatório, pois ninguém suspeitou que uma medida insípida sobre orçamento carregava uma armadilha para todas as famílias do Brasil. A PEC sobre orçamento, que já havia sido aprovada na Câmara dos Deputados (onde recebeu o enxerto da institucionalização forçada das crianças de 4 anos), foi o cavalo-de-tróia do governo para capturar as crianças, arrancando-as mais cedo da esfera de seus pais e ferindo diretamente a autoridade dos pais.
Quando for promulgada em breve, essa PEC fará a Constituição “matar dois coelhos numa só cajadada”, obrigando os cidadãos a entregar mais de seu dinheiro para o Estado piranha e obrigando-os a entregar seus filhos mais cedo para o controle estatal disfarçado de “educação gratuita”.
Essa é a segunda vitória de Lula na área da educação. A primeira foi quando seu governo abaixou, sem nenhuma oposição, a idade de obrigatoriedade para 6 anos. O que essa obrigatoriedade fará é dar para as crianças de 4 anos o que as crianças de 6 anos em diante já estão recebendo do Estado.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, “um estudo preparado pelo Instituto de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao Ministério da Educação, revelou oficialmente que um terço das crianças brasileiras matriculadas na 4ª série do ensino fundamental não sabe nem sequer o que deveriam ter aprendido ao final do 1º ano de escola”.
Segundo o IBGE, o Brasil tem 2,1 milhões de alunos entre 7 e 14 anos que são analfabetos. Isto é, são crianças que vão para a escola para aprender — mas não estão aprendendo. Pelo menos, não estão aprendendo o que os pais gostariam que elas aprendessem: ler, escrever, etc.
O único tipo de analfabetismo que o Estado não permite na escola é o analfabetismo sexual e marxista. Nesses dois pontos, os alunos brasileiros tirariam dez ou mais em qualquer teste nacional e internacional.
Além da péssima educação essencial e da predominante socialização sexual, há a “socialização aos ponta-pés”: um estudo revela que 66% dos alunos do ensino fundamental e médio já se envolveram em ato de violência.
As duas principais características de uma educação excelente são qualidade e liberdade. Evidentemente, as famílias têm o maior interesse em que seus filhos tenham uma educação com essas características.
Contudo, o controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.
Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.
* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.
* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".
* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.
Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle educacional das crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Brasil e a China anunciaram recentemente a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.
Se a meta é controlar as crianças de 4 anos, ninguém melhor do que a China para ajudar o Estado brasileiro.
O socialismo não tolera uma Constituição que garanta os direitos das famílias de escolher livremente uma educação de qualidade para seus filhos. O ideal socialista exige que em vez de garantir os direitos naturais dos pais, a Constituição seja alterada para proteger os caprichos ideológicos do Estado. Quando essas alterações fundamentais ocorrem, todas as coisas são possíveis para o Estado.
Portanto, não é de surpreender a aprovação da PEC para impor a escravidão educacional de todas as crianças do Brasil a partir de 4 anos. E também não é de admirar que o Ministério da Educação do governo Lula tenha recentemente declarado que a educação domiciliar é inconstitucional. Tudo do jeito que a China gosta — e não muito diferente do nazismo.
Em 1937, o ditador Adolf Hitler, líder do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista (mais conhecido como Partido Nazista), declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos são ainda inocentes e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.
Em 1938, Hitler tirou dos pais alemães o direito de decidirem livremente a educação de seus filhos, proibindo oficialmente a educação escolar em casa. O próprio Hitler explica o motivo por que ele queria as crianças obrigatoriamente nas escolas:
Quando um inimigo declara, “Não passarei para o seu lado”, eu digo calmamente, “Seu filho já pertence a nós… O que é você? Você passará. Mas seus descendentes agora estão na esfera do nosso partido. Em pouco tempo eles só conhecerão essa nova identidade”.
Quem livrará as criancinhas do Brasil desse destino cruel?
Fonte: www.juliosevero.com
Versão em inglês deste artigo: Educational slavery for four-year-old children
Veja também: Golpe nos direitos dos pais
Visite o Blog Escola em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com
Embora todos os senadores já tenham aprovado a nociva PEC, você pode se manifestar e pedir para que eles detenham a PEC 96A/03. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html
Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque: 0800612211
Para ter o email e telefone do seu senador, siga este link: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*
Golpe nos direitos dos pais
Golpe nos direitos dos pais
Alteração da Constituição obriga famílias a entregar crianças de 4 anos à institucionalização escolar
Dr. Luiz Carlos Lodi da Cruz
“Acusai-nos de querer abolir a exploração das crianças por seu próprios pais? Confessamos esse crime” (Karl Marx e Friedrich Engels, Manifesto Comunista — Parte II, 1848)
A aprovação e iminente promulgação da PEC 96A/2003 constitui um grande golpe no direito-dever dos pais de educar seus filhos à salvo da intervenção estatal.
A proposta havia partido do Senado (PEC 96/2003) de maneira muito singela, contendo apenas uma alteração no artigo 76 do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Acrescentava-se a esse artigo o parágrafo 3º, prescrevendo a redução do percentual da Desvinculação das Receitas da União (DRU) incidente sobre a manutenção e desenvolvimento do ensino. Em vez de 20 por cento, a incidência passaria a 10 por cento em 2009, 5 por cento em 2010 e zero por cento em 2011. A matéria era exclusivamente tributária.
Ao chegar a Câmara, ela foi autuada como PEC 277/2008 e sofreu um enxerto relativo à obrigatoriedade de os pais matricularem seus filhos nas escolas a partir dos quatro anos de idade. O artigo 208 da Constituição Federal foi alterado da seguinte forma:
Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:
I — educação básica [em vez de “ensino fundamental”] obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria;
VII — atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica [em vez de “ensino fundamental”], por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
O parágrafo 4º do artigo 211, relativo à universalização do ensino obrigatório, acrescentou a União e o Distrito Federal na tarefa dos Estados e Municípios:
Art. 211. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
§ 4º Na organização de seus sistemas de ensino, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração, de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório.
O parágrafo 3º do artigo 212, relativo à prioridade da distribuição de recursos para o ensino obrigatório, acrescentou a universalização de tal obrigatoriedade.
Art. 212. A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.
§ 3º A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere à universalização e à garantia de padrão de qualidade e equidade, nos termos do plano nacional de educação.
Com todas essas (e outras) mudanças, a proposta retornou ao Senado e foi autuada como PEC 96A/2003. A Senadora Lúcia Vânia apresentou um parecer favorável ao substitutivo elaborado pela Câmara, parecer esse que foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em 14/10/2009. O plenário aprovou a matéria em primeiro e segundo turno no dia 28/10/2009. A PEC agora será promulgada pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
[Nota: um interessante quadro comparativo pode ser visto em http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getPDF.asp?t=66966]
Apreciação
A intervenção do Estado nas sociedades menores só se justifica quando estas não forem capazes de solucionar seus próprios problemas. A função do Estado é e deve ser subsidiária. Esse célebre principio de subsidiariedade não agrada aos adeptos do totalitarismo. Para estes, o Estado deve intervir em tudo, inclusive na intimidade da família.
A escola é um importante meio de ideologização das crianças, do qual os comunistas não abrem mão. Para o Partido dos Trabalhadores, que ostenta em sua bandeira a estrela vermelha de cinco pontas, símbolo internacional do comunismo, é essencial que o Estado possa controlar a mente dos pequeninos, já desde a tenra idade de quatro anos, subtraindo-os da influência paterna e materna.
O governo tem feito um grande esforço por corromper moralmente os alunos em idade escolar, tomando o cuidado de fazê-lo às ocultas de seus progenitores. A aprovação da PEC 96A/2003 é mais um avanço do totalitarismo estatal em detrimento dos direitos da família.
É lamentável que tudo tenha passado despercebido pelos parlamentares pró-vida e pelos demais defensores da família.
Fonte: www.juliosevero.com
Veja também este artigo: Escravidão educacional para crianças de 4 anos
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Embora todos os senadores já tenham aprovado a nociva PEC, você pode se manifestar e pedir para que eles detenham a PEC 96A/03. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html
Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque: 0800612211
02 Novembro, 2009
Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar
Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar
Nota: A seguinte entrevista, dada por mim a um jornal evangélico, parece não ter chegado a ser publicada. Por isso, disponibilizo-a aqui, com leves melhorias, para o benefício dos leitores.
PERGUNTA: Você considera importante a participação de evangélicos no Conselho Tutelar (CT)? Por que?
Julio Severo responde: Apoio totalmente a presença de homens e mulheres de Deus nesses lugares. O Império Babilônico era um governo ímpio, mas Daniel estava lá para fazer diferença e dar testemunho da justiça de Deus. Nada mais justo do que haver luz brilhando nos conselhos tutelares.
Cristãos que trabalham nos conselhos tutelares podem agir para manifestar a justiça de Deus e frustrar as injustiças dos homens. Em casos em que o ECA determina a injustiça dos homens, o conselheiro tutelar cristão poderá aplicar o padrão da justiça de Deus.
O dever do Estado é castigar os maus. Aliás, esse é o único chamado que Deus lhe deu. Quando o Estado ultrapassa esses limites, é deve prioritário dos cristãos ajudar a restaurar o Estado às suas obrigações e responsabilidades, trabalhando ativamente para frustrar as distorções e injustiças de um Estado mal-intencionado e trabalhando ativamente para proteger famílias inocentes apanhadas na rede de leis politicamente corretas.
O Estado não tem nenhum chamado para perseguir, oprimir, aterrorizar ou ameaçar os inocentes. Além disso, o Estado jamais está acima da justiça de Deus. Por isso, os cristãos que trabalham no Estado devem atuar para corrigir toda atitude hostil estatal contra os inocentes.
A obrigação do cristão genuíno é expandir o Reino de Deus e sua justiça aqui na terra. O Estado e suas leis de forma alguma devem ficar isentos dessa expansão, pois um Estado sem justiça verdadeira torna-se em pouco ou muito tempo tirania.
Na Alemanha nazista, a maioria absoluta dos cristãos que trabalhavam para o Estado só fazia as vontades estatais, mas um número muito pequeno de cristãos genuínos aproveitava suas funções para salvar judeus e outros inocentes, falsificando documentos, providenciando refúgio para os inocentes, etc. Eles pagavam um alto preço por obedecer as leis de Deus.
Com o Estado hoje cada vez mais assumindo um papel a favor de leis pervertidas, a presença cristã genuína nos CTs e outros órgãos estatais é imprescindível. Por exemplo, se o Estado legalizar a adoção de crianças por homossexuais, a presença de cristãos nos CTs será vital para frustrar tal injustiça estatal. Mesmo agora, os cristãos podem ajudar a refrear muitos outros abusos motivados exclusivamente por leis injustas ou patentemente fora da competência moral do Estado.
Até quando cristãos interpretam o ECA e outras leis levando em conta os melhores interesses das crianças, o Estado mal-intencionado dá um jeito de burlar a proteção e o valor das crianças. Num caso em Pernambuco no começo de 2009, conselheiros tutelares católicos lidaram corretamente com o caso de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto. O homem abusador foi encaminhado às autoridades policiais e a menina, grávida de gêmeos, foi encaminhada para assistência médica, porém autoridades governamentais pró-aborto conseguiram passar por cima dos conselheiros tutelares e assumir o total controle da situação, levando a menina ao aborto, violando o direito do pai natural, que não queria o aborto, e dizendo estar atendendo aos desejos da mãe, que havia sido omissa durante os abusos do padrasto da menina.
Apesar de que os conselheiros tutelares católicos levaram em consideração os melhores interesses das três crianças (a menina e seus filhos gêmeos em gestação), o Estado impôs sua injustiça mortífera, rejeitando o pai natural e usando a permissão da mãe omissa. Confira mais informações aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/o-caso-dos-bebes-gemeos-abortados-em.html
É um caso triste em que conselheiros tutelares decidiram em favor da vida, mas o Estado decidiu em favor do aborto, morte e destruição, violando todo tipo de legalidade e moralidade. Assim, mesmo quando conselheiros tutelares defendem a vida das crianças, o Estado leva em consideração apenas seus próprios interesses ideológicos.
Se os cristãos saírem dos CTs, a injustiça prevalecerá e muitos inocentes sofrerão. Portanto, meu recado para os cristãos em CTs é: “Deixem Deus usá-los aí!”
PERGUNTA: Por que você acha que certas medidas tomadas pelo CT desempenham papel de desarticuladores do lar?
Julio Severo responde: O papel dos CTs (Conselhos Tutelares) é essencialmente implementar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado e assinado pelo corrupto Collor em 1990, logo depois que o Brasil assinou a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU. Portanto, o ECA não foi criado para atender aos interesses das crianças, mas satisfazer o compromisso e lealdade do governo brasileiro aos interesses e objetivos da ONU.
Assim, a missão dos CTs é, conscientemente ou não, cumprir um projeto de controle sobre as famílias, um projeto que nasceu das entranhas da ONU, que representa a Nova Ordem Mundial.
As principais conseqüências são que o ECA estabelece a autoridade do Estado como suprema nas relações familiares e impõe a impunidade para a desobediência e os crimes cometidos por indivíduos menores de idade.
A primeira instituição humana que Deus criou não foi a igreja e muito menos o Estado. Foi a família.
Deus entregou nas mãos dos pais todas as decisões de educação e saúde envolvendo seus filhos. O único papel que Deus entregou ao Estado é punir criminosos, não ser árbitro, julgador ou penalizador de questões familiares. Os CTs são fundamentalmente órgãos de interferência estatal nas relações familiares. Assim, vemos um Estado que fracassa o tempo inteiro em sua responsabilidade mais fundamental de castigar os criminosos, mas quer agora impor interferências políticas e ideológicas nas questões familiares.
PERGUNTA: Você se opõe ao CT que visa punir pais que maltratam os filhos. Sim, a Bíblia respalda o uso da vara da correção, mas também alerta os pais de não provocarem a ira em seus filhos. Você não acha que deve haver um meio termo nesta questão e que de certa forma o CT coíbe sim, práticas criminosas?
Julio Severo responde: Não me oponho, de forma alguma, ao direito de o Estado castigar tanto pais quanto filhos criminosos. Pais que torturam e matam devem ser rigorosamente punidos. Filhos que torturam e matam também devem ser rigorosamente punidos — na mesmíssima medida. O que vejo é um total desequilíbrio estatal. O mesmo Estado que quer igualar disciplina física com violência, transformando efetivamente pais disciplinadores em criminosos, é também o Estado que não dá prisão perpétua — e muito menos pena capital — a um adolescente de 16 ou 17 anos que torturou e matou várias pessoas. Pelo contrário, tal adolescente é privilegiado com total impunidade. Nem cadeia ele ganha. Os exemplos de adolescentes sádicos a solta pela sociedade são poucos?
Contudo, esse mesmo Estado luta febrilmente para impor a pena capital do aborto em bebês em gestação. Assim, na mentalidade doente desse Estado, crianças indefesas, que nunca cometeram crimes, podem ser punidas com morte e não podem ser protegida nem pelo ECA mal-intencionado nem pela Constituição. Contudo, adolescentes estupradores, torturadores e assassinos não podem receber a mesma pena.
Se o CT tivesse uma função responsável e digna, sua luta seria evidente contra toda medida estatal para destruir a autoridade dos pais. Os CTs também lutariam contra o governo federal em suas políticas para promover o aborto, o homossexualismo nas escolas e a adoção de crianças por “casais” gays. Os CTs lutariam para que criminosos — sejam pais ou seus filhos — fossem duramente castigados, sem nenhuma concessão de privilégios e impunidade. Os CTs interviriam contra as aulas de educação sexual pornográfica nas escolas, contra a programação pornográfica dos canais de TV, etc. Os CTs lutariam contra toda medida estatal de favorecimento à promiscuidade sexual, pois 70% dos delinqüentes juvenis são filhos de mães solteiras.
Entretanto, a verdade é que o ECA não foi criado para esses nobres objetivos. É por isso que os CTs não podem seguir esses objetivos.
Pais que educam os filhos em casa não são criminosos. Mesmo assim, os CTs os maltratam e cometem todo tipo de abusos e crimes contra eles. Pais que disciplinam os filhos fisicamente com amor sofrem os mesmos maus-tratos dos CTs.
Em passado recente, os pais davam espancamentos tão pesados (com pedaços de pau, etc.) que os filhos castigados ficavam de cama vários dias. Esses espancamentos violentos deixavam os filhos ensangüentados e com machucados feios por todo o corpo. Um pai, por exemplo, deu tal tipo de espancamento num filho adolescente que havia roubado uma bicicleta. Eu não aprovo de forma alguma esse tipo de coisa, porém conversando com famílias que tinham tal experiência vi duas coisas: mesmo recebendo espancamentos violentos e exagerados, os filhos não se tornaram adultos violentos nem criminosos. Se existissem CTs na época desses pais, eles iriam sem dúvida alguma para a cadeia.
Hoje esse tipo de surra exagerada dos pais não é comum. Pelo contrário, estamos em plena era dos CTs e igualmente em plena era de menores criminosos, torturadores e estupradores. Provavelmente, nunca na história do Brasil vimos tantos adolescentes criminosos como em nossos dias. Hoje, quem pode tirar sangue, espancar, estuprar e matar sãos os menores criminosos. Eles podem fazem isso quando e como quiserem, com a única condição de que seja antes de 18 anos, para que gozem os benefícios da impunidade legal.
Penso que deve haver um equilibro. O Estado precisa parar de ser omisso e parar de praticar a impunidade diante de crimes cometidos por menores de 18 anos. Os pais precisam parar de ser omissos e desde cedo estabelecer limites de comportamento para os filhos, reforçando tais limites, quando necessário, com o uso da vara corretiva, conforme ensina a Bíblia.
Quanto aos CTs e a coibição de práticas criminosas, um Estado moralmente desorientado ou malicioso conduzirá os CT para qualquer direção ideológica que lhe convir. É totalmente certo o CT, como órgão estatal, intervir em condutas violentas persistente dos pais. Mas é moralmente certo o CT tratar no mesmo nível casais (cristãos ou não) que disciplinam fisicamente os filhos?
Além disso, há um problema muito importante. O governo federal vem pressionando fortemente para que a “homofobia” seja criminalizada. “Homofobia”, na visão estatal atual, é toda opinião moral, filosófica, médica ou religiosa contra a homossexualidade. Quando o governo conseguir criminalizar toda oposição à agenda gay, os CTs ficarão atentos para apanhar em sua rede totalitária todo pai ou mãe que “induzir” os filhos à “homofobia”, isto é, o simples fato de os pais darem orientação de alerta contra a conduta homossexual será considerado “crime de homofobia”.
A educação escolar em casa e o uso da vara corretiva sempre foram componentes da liberdade e autoridades dos pais, porém o Estado moderno está conseguindo forçá-los à categoria de “crimes”. Assim é com a questão da liberdade de os pais se esforçarem para impedir que seus filhos entrem no homossexualismo. Esses esforços também poderão ser redefinidos como “crimes”. Caberá aos CTs a responsabilidade de receber denúncias contra pais por cada um desses “crimes” e julgá-los conforme os melhores interesses… do Estado!
Por isso, pais cristãos que cometem qualquer um desses “crimes” correrão o risco de perder a guarda dos filhos, que poderão ser entregues a “casais” homossexuais.
Além disso, é meta do governo abolir todo tipo de disciplina física. Você disse: “A Bíblia respalda o uso da vara da correção”. Você está corretíssimo. Mas você sabia que o atual Estado sob possessão socialista não dá valor algum para esse respaldo bíblico? O Estado não quer nenhum meio-termo. Tudo o que ele quer é banir de uma vez por todas. Aliás, o governo já começou campanhas para abolir o direito de os pais disciplinarem os filhos. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/campanha-do-governo-lula-bater-em-pais.html
Para o Estado, você não precisa espancar brutalmente um filho para cair na categoria de criminoso. Basta que você simplesmente faça, conforme você mesmo disse, o que a Bíblia respalda.
Mesmo assim, as famílias cristãs não podem, por puro capricho estatal, renunciar ao direito de disciplinar os filhos, sob pena de sofrerem graves conseqüências. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html
As igrejas precisam acordar para os perigos dos CTs antes que seja tarde demais.
PERGUNTA: Até que ponto a surra não é uma forma de agressão contra a criança?
Julio Severo responde: A surra não pode ser comparada com agressão quando aplicada com vara em situações em que a criança, depois de receber um aviso claro, insiste em violar uma ordem dada pelo pai ou pela mãe. A surra deve ser prudentemente proporcional à desobediência.
Eliminar as surras justas por causa da existência de casos de agressões seria como eliminar todas as leis só porque algumas leis injustas apóiam o aborto e o homossexualismo. O exagero e perversão de algumas leis não deve ser usado como desculpa para exterminar todas as leis. Será que devemos eliminar o Estado só porque há ministros corruptos, ou o próprio presidente é corrupto? Tenho certeza de que o governo não aceitaria esse argumento. Portanto, as famílias também não deveriam engolir o argumento falso de que por causa da violência contra as crianças todas as surras devem ser eliminadas.
PERGUNTA: Você poderia fornecer exemplos de que o CT está fazendo um péssimo trabalho?
Julio Severo responde: Conheço pessoalmente um pastor evangélico que foi convocado a comparecer diante do CT porque usou disciplina física moderada num menor. Dois outros pastores, ao disciplinar os filhos moderadamente, foram por eles ameaçados de denúncia ao CT. Ao serem questionados por seus pais, os filhos responderam que foram ensinados na escola a denunciar toda disciplina física. Outro caso envolve uma família evangélica que foi convocada a comparecer diante do CT. O “crime” deles? Não vacinar os filhos, por motivos éticos. Essa família entendia que, sendo a maioria das vacinas infantis fabricadas com linhas de células fetais (de bebês abortados) era moralmente errado usá-las. Além disso, conforme essa família descobriu, os países avançados dão liberdade para os pais decidirem livremente na questão de vacinas. Contudo, o CT declarou para esse casal cristão: “Vocês podem decidir o que quiserem sobre a saúde e educação de seus filhos, mas a decisão final é do Estado!” Cada um desses exemplos mostra um ataque direto à autoridade dos pais e também um ataque direto à Palavra de Deus, que instrui que os pais têm direito prioritário de dirigir e decidir questões de saúde, educação e disciplina dos filhos.
Por outro lado, o mesmo Estado que não consegue punir devidamente o crime, permitindo o vergonhoso placar de 50 mil brasileiros assassinados por ano, impõe que assassinos ou estupradores menores de 18 anos não sejam tratados como assassinos ou estupradores. Eles são apenas internados numa instituição de reabilitação, até os 18 ou 21 anos, depois saindo dali com ficha limpa.
Se os CTs realmente se preocupassem com crianças, nós os veríamos sem tempo de se ocuparem com famílias cristãs que educam os filhos em casa, mas totalmente ocupados em resgatar e proteger os milhares de meninas prostitutas soltas por aí. Não veríamos também famílias saudáveis sendo violentadas por intromissões dos CTs em decisões internas de cada família. Pelo contrário, veríamos os CTs protegendo as crianças de políticas insanas que querem entregar em adoção meninos e meninas a “casais” gays. Veríamos os CTs lutando contra toda promoção do aborto, pois o aborto é a maior e mais violenta agressão às crianças. Por pura tragédia, essas duas agressões (adoção por homossexuais e aborto) têm a aprovação exatamente do governo, que exerce controle e sustenta os CTs. O que podemos esperar dos CTs?
É bom e louvável que os CTs ajam com pais irresponsáveis e violentos, mas é injusto que, por falta de padrão moral, os CTs acabem prejudicando muitos pais inocentes. Sou muito procurado por pais que sofrem grandes traumas com os CTs. São pais que são legalmente castigados pelos CTs porque educam os filhos em casa, ou não vacinam os filhos, etc. Em cada uma dessas situações, os CTs estão tratando como criminosas famílias que não cometeram crime algum. Os CTs estão interferindo em decisões particulares dos casais, como se os CTs e seus membros fossem moralmente ou espiritualmente superiores aos pais.
Todas as famílias inocentes que vão parar nos CTs terminam traumatizadas, sendo violentadas em seus direitos mais fundamentais.
Por outro lado, não é raro ver em cidades grandes menores de 18 anos se prostituindo. No começo de 2009, eu e minha esposa vimos, em plena cidade de São Paulo, uma menina de uns dez anos pedindo esmola às 23h! Onde estão os CTs para coibir isso? Sendo um órgão estatal, o CT age como o próprio Estado vem agindo: não castiga os culpados, porém pune os inocentes. É claro que há exceções à regra, mas a realidade é terrivelmente cruel.
Quando os culpados não são castigados, os inocentes acabam sendo injustiçados.
Mesmo que os CT estivessem hoje desempenhando um papel responsável e justo, jamais poderemos nos esquecer de que sua criação está intimamente ligada à agenda do governo mundial da ONU para as famílias.
O Dr. Michael Farris, especialista cristão em educação infantil, alerta os cristãos do mundo inteiro sobre o que acontecerá quando for totalmente implementada a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU:
* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.
* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.
* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.
* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.
* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.
* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].
* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.
* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.
* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
Infelizmente, algumas dessas ameaças já são realidade no Brasil, porque o governo brasileiro assinou a CDC em 1989. A CDC, que é a base do ECA, já está ativamente implementando a agenda da ONU para as famílias do Brasil.
Portanto, precisamos seriamente questionar a existência, necessidade e riscos dos CTs.
Fonte: www.juliosevero.com
Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA
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23 Outubro, 2009
Educação ou deformação?
Educação ou deformação?
Olavo de Carvalho
O pronunciamento do MEC, que considerou inconstitucional a legalização do homeschooling por violar o direito de todos à educação gratuita, é só mais um exemplo do barbarismo que, a pretexto de educar nossos filhos, lhes impõe todo um sistema de deformidades mentais e morais para fazer deles idiotas criminosos à imagem e semelhança de nossos governantes.
Lembrem o que eu disse dias atrás, sobre as afirmações que não podem ser discutidas, apenas analisadas como sintomas da demência que as produziu. O parecer do MEC sobre o homeschooling inclui-se nitidamente nessa categoria. Desde logo, um direito que, sob as penas da lei, se imponha ao seu alegado beneficiário como uma obrigação, não é de maneira alguma um direito. Direito, como bem explicava Simone Weil, é obrigação reversa: se tenho um direito, é porque alguém tem uma obrigação para comigo. Ter direito a um salário é ter um empregador que está obrigado a pagá-lo. Se, ao contrário, sou eu mesmo o titular do direito e da obrigação de satisfazê-lo, é claro que não tenho direito nenhum, apenas a obrigação. É assim que os luminares do MEC entendem a educação gratuita: as pobres crianças brasileiras, por serem titulares desse direito, são obrigadas a engolir a cafajestada estatal inteira que se transmite nas escolas, sob pena de que seus pais sejam enviados à cadeia. Isso não é um direito: é uma imposição e um castigo. Para sofrê-lo, basta ser criança e inocente.
O pior é que os apologistas dessa coisa nem reparam na impropriedade do vocabulário com que a defendem, indício não só de suas más intenções como também da sua falta da cultura superior indispensável aos cargos que ocupam na Educação nacional. Segundo a agência de notícias da Câmara dos Deputados, o diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério, Carlos Artexes Simões, acredita que "a obrigatoriedade de o Estado garantir o ensino fundamental, conforme prevê a Constituição, deve ser exercida na escola". Qual o nexo lógico que essa criatura crê enxergar entre a obrigação estatal de garantir isto ou aquilo e o direito de o governo mandar para a cadeia quem prescinda desse suposto benefício? Desde quando a obrigação de um se converte automaticamente em obrigação de outro, e, pior ainda, em obrigação do titular do direito correspondente? O Estado tem também a obrigação de garantir assistência médica: deveriam então ser processados e presos os cidadãos que recorram a um médico particular, poupando aos cofres públicos uma despesa desnecessária? O Estado tem a obrigação de pagar aposentadorias: nunca fui buscar a minha, à qual tenho direito há mais de uma década. Não fui buscá-la porque ainda estou forte e saudável, graças a Deus, e fico feliz de poupar ao Estado uma quantia que será melhor empregada em benefício de doentes e incapacitados. Devo ser preso por isso? Quanto custa ao Estado a educação de uma criança? Se um indivíduo tem seus impostos em dia e ainda, possuindo dons de educador, dá instrução a seus filhos em casa, cabe ao Estado ser grato ao cidadão exemplar que o auxilia duplamente, com seu dinheiro e com seus serviços, sem nada pedir em troca. Punir essa conduta honrosa é inversão total da moralidade. Sendo nosso governo o que é, não se poderia mesmo esperar dele outra coisa.
Em terceiro lugar, qual a oposição lógica que esses loucos crêem existir entre o homeschooling e o direito à educação gratuita? Imaginam eles que os pais cobram mensalidades dos filhos para educá-los em casa? A coisa é de um contrasenso tão evidente que não percebê-lo à primeira vista indica deficiência mental.
Por fim, o próprio Carlos Artexes Simões não percebe a monstruosidade comunofascista que profere ao declarar que "a escola ainda é a vanguarda do ponto de vista do conhecimento necessário para a construção de um Estado republicano". Por que as crianças deveriam ser usadas como tijolos para a construção deste ou daquele regime político que interesse ao sr. Simões? Se o regime fosse monárquico, isso mudaria em alguma coisa o conteúdo das disciplinas essenciais, como gramática, aritmética e ciências? Mesmo a História e a informação básica sobre direitos humanos não têm por que ser alteradas conforme as preferências do regime. Bem ao contrário: qualquer regime que exista só se legitima na medida em que se submeta aos valores e critérios universais dos quais a educação é portadora, em vez de torcê-los para amoldá-los à política do dia. Como expressão da cultura, a educação deve moldar o governo, não este a educação. Transformar a cultura e a educação em instrumentos do Estado foi o que fizeram Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e Pol-Pot. O sr. Simões defende essa concepção com a naturalidade sonsa de quem não é capaz de enxergar nada acima de uma política mesquinha, abjeta, oportunista. Talvez ele não o note, mas o que ele entende por educação é manipulação, é abuso intelectual de menores.
Mais desprezível ainda se torna a sua opinião quando ele acrescenta que a escola não visa só à educação, mas à socialização. Não sabe ele que tipo de socialização nossas crianças encontram nas escolas públicas? Não sabe que estas são fábricas de desajustados, de delinqüentes, de criminosos? Não sabe que, em nome da socialização, as condutas piores e mais violentas são ali incentivadas pelo próprio governo que ele representa? Não sabe que agredir professores, destruir o patrimônio das escolas, consumir drogas, entregar-se a obscenidades em público, são atos considerados normais e até desejáveis nessas instituições do inferno? Não sabe ele que há um crescimento proporcional direto da criminalidade infanto-juvenil à medida que se amplia a escolarização?
Por que se faz de inocente, defendendo a escola em abstrato, como um arquétipo platônico, fingindo ignorar a realidade miserável que as escolas públicas brasileiras impõem a seus alunos, ou melhor, às suas vítimas? Por que finge ignorar que, além da deformidade moral e social que ali aprendem, tudo o que os nossos estudantes adquirem nessas instituições é a formação necessária para tirar, sempre e sistematicamente, as piores notas do mundo nas avaliações internacionais?
Com que direito o fornecedor de lixo, de veneno, de dejetos, há de punir quem se recuse a ingeri-los, ou a dá-los a seus filhos?
O que se deve questionar não é o direito de os pais educarem seus filhos em casa: é o direito de politiqueiros e manipuladores ideológicos interferirem na educação das crianças brasileiras. É o próprio direito de o Estado mandar e desmandar numa instituição que o antecede de milênios e à qual ele deve o seu próprio ingresso na existência. Muito antes de que o Estado moderno aparecesse sequer como concepção abstrata, as escolas para crianças e adolescentes, anexas aos monastérios e catedrais (e nem falo das grandes universidades), já haviam alcançado um nível de perfeição que nunca mais puderam recuperar desde que a educação caiu sob o domínio dos políticos.
Se queremos melhorar a educação nacional, a primeira coisa que temos de fazer é tirá-la do controle de manipuladores e demagogos que não se educaram nem sequer a si próprios, a começar pelo sr. presidente da República, que se vangloria obscenamente de sua incapacidade de ler livros.
Publicado no Diário do Comércio com o título “Os novos demiurgos (2)”. Diário do Comércio, 23 de outubro de 2009
Sobre esse assunto, confira também o artigo Os novos demiurgos.
Divulgação: Blog Escola em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com
18 Outubro, 2009
Morre herói do movimento de educação escolar em casa nos EUA
Morre herói do movimento de educação escolar em casa nos EUA
Thaddeus M. Baklinski
13 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Christopher J. Klicka, advogado sênior e diretor de relações governamentais e internacionais na Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), morreu ontem com a idade de 48 anos depois de uma batalha de 15 anos com a esclerose múltipla.
Jurista, conferencista, lobista e marido e pai que educava os filhos em casa, Chris deixa sua esposa, Tracy, seus sete filhos (de idades de 11 a 21), e seus pais, Ardath e George Klicka.
“Chris era tanto um homem de contatos pessoais quanto um homem de metas. Ele se importava profundamente com as pessoas, mas também era motivado a fazer sempre mais!” disse J. Michael Smith, presidente da ADLEEC num comunicado à imprensa.
“Ele era a pessoa mais determinada que já vi na minha vida. Mesmo com todas as coisas que ele realizava todos os dias na ADLEEC, ele continuamente queria lidar com novos desafios e servir as famílias que educam em casa do melhor modo possível. Ele tinha uma atenção muito grande no mundo da educação escolar em casa, mas ele também tinha atenção bastante voltada para sua família e tinha dedicação na criação de seus filhos”.
Chris era parte integral da equipe da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa durante 24 anos, sendo o primeiro funcionário de tempo integral da ADLEEC, o primeiro diretor executivo e o primeiro jurista de tempo integral.
Ele cria ardentemente que a educação escolar em casa era o melhor método educacional para as crianças e demonstrou essa paixão em todas as áreas de sua vida.
“As realizações de Chris como advogado defendendo a educação escolar em casa são claras e não dá para deixar de destacar seu valor. Ele era um dos pioneiros mais importantes do nosso movimento”, disse Mike Farris, diretor da ADLEEC.
“Ele cria que esse é o método de Deus para ensinar os filhos a amar a Deus. Ele cria profundamente na educação escolar em casa. Sua convicção era contagiante. Ele era um homem de uma dedicação total que nunca vi igual antes. A paixão que Chris sentia pela missão para a qual Deus o chamou nunca, jamais se enfraqueceu, mesmo que levemente”.
A ADLEEC é a principal organização sem fins lucrativos no mundo dedicada à defesa das famílias que educam os filhos em casa e representa milhares de tais famílias nos EUA, Canadá e Europa. A organização passou anos fazendo pressões políticas no Congresso dos EUA e a nível estadual em favor dos direitos das famílias que educam os filhos em casa sob a Constituição dos EUA e por meio de sucursais européias em defesa daqueles que vivem em países em que a educação escolar em casa está sob ameaça.
Leia o tributo da ADLEEC para Christopher J. Klicka aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101312.html
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12 Setembro, 2009
Família atacada por ter filhos demais: “eletrizados” com os preparativos para a chegada do 19º bebê
Família atacada por ter filhos demais: “eletrizados” com os preparativos para a chegada do 19º bebê
Hilary White
SPRINGDALE, Arkansas, EUA, 2 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Michelle e Jim Bob Duggar relataram para o serviço noticioso americano MSNBC que eles estão se regozijando por descobrirem a chegada para logo de seu 19º bebê. Descrita pelo programa Today como “radiante”, Michelle Duggar disse: “Estou me sentindo cansada, que é um jeito bom de sentir-se nesse momento”.
“Sempre digo a mim mesma que esse é um bom jeito de estar porque isso significa que boas coisas estão acontecendo”.
O bebê está previsto para chegar por volta de 18 de março de 2010.
A família faz o papel principal no programa de TV reality show “18 Kids and Counting” (18 filhos e contando) que é transmitido na TLC. A família é membro do movimento Quiverfull (Aljava Cheia) entre os evangélicos dos EUA que rejeitam as modernas filosofias anti-criança e permitem que Deus decida o tamanho de suas famílias.
A notícia da gravidez de Michelle, apenas oitos meses depois do nascimento de seu último bebê, Jordyn-Grace, veio logo depois da notícia do filho mais velho da família, Josh, que anunciou que Anna, a mulher com quem ele se casou recentemente, está esperando seu primeiro filho, que está previsto para 18 de outubro. “Filhos são benção e presente se os criamos direito, e penso que meus pais sem dúvida alguma têm mostrado isso”, disse Josh Duggar.
Mas nem todo mundo está sorrindo. Quando o caso foi publicado no site esquerdista Huffington Post, os comentaristas não hesitaram em expressar sua hostilidade à abertura à vida dos Duggars. 1.081 comentaristas responderam com ira quase uniforme que os Duggars — que não têm problemas financeiros, vivem numa casa grande que eles mesmos construíram e não estão endividados — tenham a ousadia de estarem felizes com sua família grande.
“Nada senão puro egoísmo”, disse alguém. “Que tal adotarem crianças brancas que realmente PRECISEM de lares?” disse outro.
Os comentaristas focalizaram na “ameaça” que os filhos dos Duggars representam para o meio-ambiente e acusaram os Duggars de usar seus filhos mais velhos como “babás e empregados sem salário”, chamando-os de “gananciosos e preguiçosos”. Alguns chamaram as crenças religiosas dos Duggars de uma seita que “expõe a subjugação das mulheres”.
“Temos de ter pena dessas pobres crianças sem infância e sem futuro, que pagam diariamente o preço do desejo de seus pais de colecionar filhos do jeito que a velhinha da vizinhança coleciona gatos”.
Mas um escritor foi mais cético: “Engraçado como esses caras liberais pregam tolerância e escolha até que discordem das decisões de outra pessoa”.
Os Duggars escreveram um livro sobre suas experiências, inclusive sua decisão de parar de usar o controle da natalidade artificial, e têm sido destaque em vários documentários de TV nos EUA. Eles também já apareceram em muitos programas nacionais e internacionais de TV, inclusive The Early Show, The Today Show, The View, Fox & Friends, a Televisão Pública Italiana, o Sistema de Televisão Coreana, Discovery Home & Health na Inglaterra e Austrália, Jimmy Kimmel Live, a Rede de Notícias Fox e CNN.
Veja um vídeo dos Duggars aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/familia-atacada-por-ter-filhos-demais.html
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09090205.html
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10 Setembro, 2009
Crianças educadas em casa superam média nacional em teste do ACT
Crianças educadas em casa superam média nacional em teste do ACT
Colunista diz: “A educação escolar em casa é o gigante adormecido do sistema educacional dos EUA”
PURCELLVILLE, Va., EUA, 25 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Recentemente, o ACT publicou seus resultados para 2009. Como o SAT, o ACT é uma teste padronizado administrado nos EUA que ajuda as faculdades a avaliar os candidatos. Numa escala de 1-36 os estudantes da educação escolar em casa obtiveram uma média de 22,5, que superou a média nacional de 21,1. “Esse é um desempenho estupendo e mostra que os pais que educam em casa estão preparando muito bem seus filhos para a universidade”, disse Michael Smith, presidente da ADLEEC.
De acordo com autoridades do ACT, as pesquisas mostram que um elevado desempenho no ACT indica fortemente “maior probabilidade de sucesso universitário”. O sucesso no teste do ACT também revela que os cursos escolhidos pelos estudantes secundários para se prepararem para a faculdade estão sendo eficazes.
Um total de 1,48 milhão de estudantes fizeram o ACT em 2009 que incluiu 11.535 estudantes em casa ou apenas 1 por cento do total.
Os novos resultados do ACT também apóiam os numerosos estudos que mostram que os estudantes em casa estão ultrapassando os estudantes de escolas públicas do jardim ao segundo grau. O estudo mais recente do Instituto Nacional de Pesquisa da Educação em Casa mostra que os estudantes em casa obtiveram em média 37 por cento pontos mais elevados no teste padronizado de desempenho do que em média os estudantes de escolas públicas.
Sempre foi a posição dos defensores da educação escolar em casa que a instrução pessoal direta dada por pais dedicados é um jeito mais eficaz de educar crianças. É também muito mais econômico.
Em média, as escolas públicas gastam 10.000 dólares por criança anualmente enquanto que os pais que educam em casa gastam 500 dólares por criança anualmente. A educação escolar em casa está crescendo rapidamente. O Centro Nacional de Estatísticas de Educação, parte do Ministério da Educação dos EUA, estima que a educação escolar em casa está crescendo cerca de 7% ao ano.
Devido ao sucesso e crescimento do movimento de educação escolar em casa, o colunista de educação do jornal Washington Post Jay Mathews recentemente concluiu que “a educação escolar em casa é o gigante adormecido do sistema educacional dos EUA”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/criancas-educadas-em-casa-superam-media.html
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09082705
26 Agosto, 2009
Novo estudo mostra que crianças ensinadas em casa se distinguem academicamente
Novo estudo mostra que crianças ensinadas em casa se distinguem academicamente
Crianças educadas em casa marcaram, em média, 37% pontos acima dos estudantes de escola pública em testes padronizados para medir o desempenho
PURCELLVILLE, Virginia, EUA, 7 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Hoje, a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC) disponibilizou um novo estudo: o Progress Report 2009: Homeschool Academic Achievement and Demographics (Relatório sobre Progresso 2009: Um estudo estatístico sobre o desempenho acadêmico da educação escolar em casa), conduzido pelo Dr. Brian Ray do Instituto Nacional de Pesquisa da Educação Doméstica, que avaliou 11.739 alunos que estudaram somente em casa no ano escolar de 2007-08. Os resultados estavam coerentes com estudos anteriores sobre desempenho acadêmico da educação escolar em casa e mostraram que em média os alunos que estudam em casa marcaram 37 por cento de pontos acima dos estudantes de escolas públicas em testes padronizados para medir o desempenho.
“Esses resultados validam a dedicação de centenas de milhares de pais que educam em casa e estão dando a seus filhos a melhor educação possível”, disse Michael Smith, presidente da ADLEEC.
O Relatório sobre Progresso atraiu alunos que educam em casa de 15 serviços de teste independentes e é o estudo mais abrangente de desempenho acadêmico da educação escolar em casa já completado.
Embora os resultados acadêmicos sejam impressionantes, o estudo também mostrou que as lacunas de desempenho comuns em escolas públicas não foram constatadas entre os alunos que estudam em casa.
Os meninos educados em casa (que estão 87 por cento acima dos meninos de escolas públicas) e as meninas (que estão 88 por cento acima das meninas de escolas públicas) tiveram notas iguais; o nível de renda dos pais não afetou de forma considerável os resultados (renda doméstica abaixo de 35.000 dólares: 85 por cento acima — renda doméstica acima de 70.000 dólares: 89 por cento acima); e embora o nível da educação dos pais tivesse algum impacto, até crianças cujos pais não tinham formação universitária tiveram notas 83 por cento mais elevadas, que é bem acima da média nacional para estudantes de escolas públicas. As crianças que recebem educação escolar em casa cujos pais tinham formação universitária tiraram notas 90 por cento acima.
“Por causa da instrução direta de indivíduo para indivíduo na educação escolar em casa, estamos academicamente preparados para sermos membros produtivos e contribuintes da sociedade de hoje”, disse Smith.
Em média, as escolas públicas gastam aproximadamente 10.000 dólares por criança anualmente, enquanto que o Relatório de Progresso mostra que os pais que educam em casa em média gastam cerca de 500 dólares por criança anualmente.
“A educação escolar em casa é um movimento que está crescendo e progredindo rapidamente, e está desafiando a opinião popular sobre o melhor modo de criar e educar a próxima geração”, disse Smith,
Há aproximadamente 2 milhões de crianças educadas em casa nos EUA hoje. Esse número é cerca de 4% da população em idade escolar, e a educação escolar em casa está crescendo por volta de 7% ao ano.
Mais detalhes sobre o Relatório de Progresso
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/08/novo-estudo-mostra-que-criancas.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09081008.html
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17 Agosto, 2009
Mãe e pai são melhores do que professores com diploma
Mãe e pai são melhores do que professores com diploma
Relatório diz que a idéia de que “qualificações” ajudam é um “mito”
Bob Unruh
© 2009 WorldNetDaily
Uma longa lista de estudos mostra que a mamãe e o papai podem ensinar seus próprios filhos com tanta eficácia quanto qualquer professor com “diploma”. Há indicações de que para algumas matérias, esses instrutores “diplomados” realmente exercem um impacto negativo no desempenho de seus estudantes, de acordo com recentes estudos coletados pela Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa.
A organização periodicamente coleta informações para seus membros, que são centenas de milhares de famílias nos Estados Unidos que ensinam seus próprios filhos em casa.
Esse relatório recente, preparado pelo Dr. Chris Klicka, advogado sênior da ADLEEC, é intitulado: “The Myth of Teacher Qualifications” [O mito das qualificações para professor].
Ele relatou: “As pesquisas educacionais não indicam nenhuma correlação positiva entre qualificações de professores e desempenho dos estudantes. Muitos tribunais julgaram que as exigências de qualificações de professor para pais e mães que educam em casa são muito excessivas e irrelevantes. A tendência das assembléias legislativas da nação indica um abandono das exigências de qualificações de professor para professores que educam em casa. Aliás, em geral os americanos estão percebendo que a necessidade de qualificações de professor é um mito. Os sindicatos de professores e outros membros da classe educacional compõem a pequena minoria que insiste em fazer pressões políticas para exigir qualificações de professor a fim de proteger seu monopólio sobre a educação, monopólio que já está se desintegrando”.
Ele disse que os pais que educam em casa precisam de tais informações para lidar com questões tais como as levantadas em Kansas alguns anos atrás, quando a Secretaria Estadual de Educação tentou promover uma lei que teria exigido que os professores domésticos fossem sujeitos às exigências estaduais de certificação e licenciamento.
O relatório analisou literalmente dezenas de estudos que examinaram a questão. Por exemplo, um estudo de 1999 da Fundação Thomas Fordham chamado “Melhores Professores, Melhores Escolas” examinou dados da pesquisa do Estudo Longitudinal Educacional Nacional de 24.000 estudantes do grau oito.
Duas perguntas principais eram se os professores com certificados “padrão” se saem melhor do que os professores com credenciais alternativas ou experimentais em termos de desempenho dos estudantes e são componentes diferentes de licenciamento de professores relacionados ao desempenho.
Nesse estudo, os autores constataram: “Embora os certificados de professor sejam universais, há pouca evidência rigorosa de que esses certificados estão sistematicamente relacionados ao desempenho estudantil. Ao contrário do que muitos pensam, os estudantes de matemática e ciência que têm professores com credenciais emergenciais não se saem pior do que os estudantes cujos professores têm credenciais padrões para ensinar, em condições normais. Esse resultado deveria, no mínimo, lançar dúvida nas alegações de que uma certificação padrão deveria ser exigida de todos os professores”.
De acordo com o relatório da ADLEEC: “O estudo também revelou que ter um diploma na área de educação não tem impacto em notas de provas de ciências para estudantes e, em matemática, ter um diploma universitário chega a ter um impacto negativo em notas de matemática!”
De acordo com a avaliação dos estudos: “A maioria das autoridades da área da educação publicamente afirmam que os professores precisam de ‘qualificações’ especiais a fim de serem eficientes. Como conseqüência, as organizações de educação pública muitas vezes promovem projetos de lei ou uma interpretação da lei que exige que os pais que educam em casa tenham uma das três qualificações: 1) um certificado de professor, 2) um diploma universitário, ou 3) aprovação num exame de ‘professores’”.
Mas, o relatório da ADLEEC disse: “Embora isso pareça razoável na superfície, tal exigência não só viola o direito de os pais ensinarem seus filhos conforme garante a Primeira e a Décima Quarta Emendas da Constituição dos EUA, mas virtualmente todos os documentos acadêmicos de pesquisa de que não há correlação positiva entre qualificações de professor (principalmente exigências de certificação de professores) e desempenho dos estudantes”.
“Tenho conversado”, escreveu Klicka, “com centenas de autoridades escolares que não conseguem entender como uma ‘mera mãe’ com um diploma colegial conseguiria possivelmente ensinar seus próprios filhos. Essas autoridades literalmente se ofendem com o fato de que pais estejam tentando ensinar seus filhos e realmente achem que se sairão tão bem quanto os professores de escolas públicas que têm pelo menos quatro anos e às vezes sete anos de educação mais elevada”.
“Infelizmente, os críticos nos meios de comunicação crêem também nesse mito e questionarão a validade da educação escolar em casa perguntando: ‘Mas os pais têm qualificações?’ O que é digno de riso nessa convicção que as autoridades da educação pública têm com relação a qualificações de professor são as estatísticas que mostram o declínio espantoso na competência entre professores certificados da educação pública e o fracasso das faculdades de professores”, escreveu ele.
A avaliação dizia: “Um dos estudos mais significativos nessa área foi realizado pelo Dr. Eric Hanushek da Universidade de Rochester, que examinou os resultados de 113 estudos sobre o impacto das qualificações dos professores no desempenho acadêmico de seus estudantes. Oitenta e oito por cento dos estudos não constataram nenhuma correlação positiva entre o desempenho educacional dos estudantes e a experiência educacional dos professores.
“Embora 7 por cento dos estudos realmente constatassem correlação, 5 por cento constatou um impacto negativo”, declarou o relatório.
Sam Peavey, professor emérito da Escola de Educação da Universidade de Louisville, também concluiu: “Queria poder lhes dizer que esses milhares de [documentos de certificação de professores] contribuíram significativamente para a qualidade do aprendizado das crianças, mas não posso… Depois de cinqüenta anos de pesquisas, não constatamos nenhuma correlação significativa entre os requisitos para a certificação dos professores e a qualidade do desempenho dos estudantes”.
Ele disse que o único modo de identificar um bom professor é examinar o desempenho dos estudantes.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND
06 Agosto, 2009
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?
Dra. Theresa A. Deisher
21 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Exatamente quando a indústria farmacêutica estava pensando que a controvérsia vacinas-autismo havia sido resolvida, a Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) recomendou estudos adicionais para averiguar a segurança das vacinas. Uma sensação de medo com relação à segurança do calendário americano de vacinação está levando um número cada vez mais elevado de pais a optarem por não participar de todas as campanhas de vacinação. O número de crianças que não têm todas as vacinas chegou agora a um ponto em que a imunidade de todos pode estar sob risco, levando a Vigilância Sanitária dos EUA a realizar reuniões informais com o público e a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Apesar de pesquisas excluindo o mercúrio (tiomersal) ou a dose de sarampo de uma vacina específica, o autismo continua a crescer num nível de uma em cada 64 crianças na Inglaterra.
O relatório inicial da CCNV recomenda estudos adicionais sobre o potencial para as vacinas contribuírem com o autismo em crianças que têm doenças mitocondriais subjacentes, um relatório importante considerando o histórico clínico de tais crianças contraindo autismo depois de serem vacinadas (veja o caso Poling). O que a CCNV não considerou, porém, em suas recomendações, é que o autismo regressivo epidêmico está ligado à troca que a indústria farmacêutica fez, deixando de usar células animais para produzir vacinas e usando em vez disso células de bebês abortados para a produção de vacinas. Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso.
O autismo e a desordem do espectro do autismo são doenças poligênicas, o que significa que genes múltiplos estão associados com essas doenças. Estudos também mostram claramente que há um componente ambiental, um gatilho. As vacinas são um óbvio gatilho ambiental potencial para o autismo por causa da exposição quase que universal das crianças às vacinas nos países do primeiro mundo. A conexão vacina-autismo foi especulada pela primeira vez depois da introdução da nova vacina tríplice (sarampo caxumba e rubéola, ou MMR) nos EUA em 1979, com plena participação no mercado de ações nos EUA em 1983. Essa vacina foi introduzida na Inglaterra em 1988. Os índices de autismo começaram a subir nos EUA depois de 1979 e se elevaram dramaticamente depois de 1983, e de forma semelhante se elevaram na Inglaterra depois de 1988, levando os médicos a suspeitar de uma ligação. Inicialmente, suspeitou-se que o componente do sarampo da vacina MMR II era o culpado. Estudos subseqüentes também focalizaram na presença do mercúrio nas vacinas, que incidentalmente a vacina MMR II não continha.
Esses estudos em grande parte excluíram a nova dose de sarampo da MMR II ou o mercúrio como o gatilho ambiental para o autismo. Contudo, não dá para ignorar ou desculpar a ligação sazonal convincente entre esta nova vacina MMR e autismo. O que tem sido ignorado é o fato de que esta nova vacina MMR introduziu o uso de células de bebês abortados na produção de vacinas. Num ponto, 94 por cento das crianças americanas e 98 por cento das crianças inglesas receberam essa vacina. Hoje, mais de 23 vacinas estão contaminadas com o uso de células de bebês abortados. Não há lei que exija que os consumidores sejam informados de que algumas vacinas são feitas com células de bebês abortados e contêm DNA residual de bebês abortados. Embora as vacinas mais novas produzidas com células de bebês abortados realmente informem aos consumidores, nos encartes de suas embalagens, que as vacinas contêm DNA contaminador das células usadas para produzir a vacina, elas não identificam as células como sendo derivadas de bebês humanos propositadamente abortados.
Em outras palavras, elas lhe dizem o que está na vacina, mas não informam inteiramente a você de onde vieram. As primeiras vacinas produzidas com células de bebês abortados, tais como a Meruvax (rubéola) e a MMR II, nem mesmo informam aos consumidores que as vacinas contêm DNA contaminador de células usadas para produzi-las. Além disso, é irresponsável que se ignore o risco de saúde pública de injetar em nossas crianças DNA contaminador de bebês humanos abortados.
Como é que o DNA contaminador de bebês abortados poderia criar problemas? Cria o potencial para reações auto-imune e/ou a integração indevida em nossos genomas por meio de um processo chamado recombinação. Há grupos que estão pesquisando a ligação potencial entre esse DNA e doenças auto-imunes tais como o diabete juvenil (tipo I), esclerose múltipla e Lupo. Nossa organização, Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI), focaliza em estudar a quantidade, características e recombinação genômica do DNA de bebês abortados achados em muitas das vacinas.
As pesquisas preliminares de bioinformática conduzidas no SCPI indicam que os “pontos quentes” da recombinação de DNA se acham em nove genes associados com o autismo presentes no cromossomo X. Esses genes estão envolvidos na formação sinapse de células do sistema nervoso, no desenvolvimento do sistema nervoso central e na função mitocondrial.
Será que a integração genômica do DNA de bebês abortados, encontrado em algumas vacinas infantis desde 1979, poderia ser um gatilho ambiental para o autismo? Será que o fato de que genes cruciais para a formação sinapse dos nervos e para o desenvolvimento do sistema nervoso achados no cromossomo X fornecem alguma explicação do motivo por que o autismo é predominantemente uma doença achada em meninos? Será que os “pontos quentes” identificados nesses genes associados com o autismo poderiam ser locais para a integração de DNA contaminador de bebês abortados?
Essas perguntas precisam ser respondidas, e rapidamente. Literatura recente sugere que a desordem do espectro do autismo pode agora estar impactando uma de cada 100 crianças. A indústria farmacêutica está também atualmente tomando passos para substituir mais vacinas produzidas com material animal com a produção de vacinas com células de bebês abortados e está também agindo para produzir drogas biológicas usando células de bebês abortados.
A prática de usar células de bebês abortados para vacinas e para a produção de drogas cria dilemas morais angustiantes para pais e consumidores, ignora os direitos de consentimento informado e expõe nossos filhos e a nós mesmos a agentes contaminadores que não passam por avaliações de segurança. Não podemos ignorar essa questão em boa consciência, e não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando de braços cruzados.
(A Dra. Deisher é presidente do Sound Choice Pharmaceutical Institute (www.soundchoice.org), bem como co-fundadora e diretora de pesquisa e desenvolvimento da Companhia de Biotecnologia Ave Maria (www.avmbiotech.com), que promove biotecnologia pró-vida. Este artigo é uma adaptação e atualização do boletim de junho de 2009 do SCPI e foi publicado com sua bondosa permissão.)
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html
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