01 julho, 2014

Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada


Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada

Pais e mães de todo o Brasil não têm nada para comemorar

Julio Severo
O que acontece quando um bruxo de tribo ordena o sacrifício de uma criança inocente? Nada.
O que acontece quando ministros de governo e a própria presidente têm histórico de defesa do abuso e assassinato de crianças (o aborto sempre envolve essas crueldades contra crianças)? Nada.
Mas o que acontecerá quando um pai ou uma mãe der uma palmada, uma varada ou uma cintada de correção no filho? Espere para ver!
Enquanto todos os brasileiros estavam focados e distraídos na Copa do Mundo, Dilma Rousseff sancionou, em 27 de junho de 2014, a Lei da Palmada, que pune pais e mães que aplicam castigos físicos nos filhos. Agora, o confisco estatal desse direito dos pais é lei.
Diferente de milhões de famílias brasileiras, que serão diretamente afetadas pela nova lei, Xuxa não estava focada na Copa do Mundo. Quando Dilma assinou a lei, Xuxa celebrou a vitória. Todos os grupos esquerdistas, mesmo com a euforia da Copa, celebraram junto. E com o Pr. Paulo Freire, presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), não foi diferente: ele também celebrou.
As palavras de Xuxa, conforme registradas pela revista Quem da Globo, foram:
“TO TÃO FELIZZZZZZZZZ..... Ainda tem gente que duvida da existência de Deus, essa lei saiu porque Deus quis, desculpe as pessoas que interpretam trechos do Antigo Testamento achando que Deus concorda com a violência usada pra corrigir uma criança, Deus é amor, amor não rima com dor, obrigada MEU DEUS e viva a Lei Menino Bernardo.”
O que é que Xuxa entende de Deus e de Bíblia? Mas se quem diz entender (os pastores da bancada evangélica) negociaram a lei e a deixaram passar, Xuxa tem é mesmo de celebrar. O presidente da bancada evangélica disse:
VITÓRIA!  “LEI MENINO BERNARDO” (Lei da palmada)
Alamiro Velludo Netto, criminalista e professor de direito penal na USP, diz que a norma não proíbe todo tipo de tapinha: “A palmada que tem mais efeito simbólico de correção, não foi proibida, mas sim aquela que tem o caráter de agressão.”
“Agora podemos falar, a lei já foi sancionada”.
Quero parabenizar a todos os parlamentares evangélicos que comigo fazem parte da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, em especial o Deputado Federal Marcos Rogerio, pela brilhante atuação e estratégia com que trabalhamos para a aprovação da lei “Menino Bernardo” que ficou conhecida como “Lei da Palmada”. Conseguimos, com a ajuda e a graça de Deus, tirar tudo aquilo que possibilitava que o Estado interferisse na criação dos pais em relação a seus filhos, também não permitindo a proibição da famosa “Palmadinha” para a correção dos filhos. Um trabalho estrategicamente bem feito sem despertar e não deixar que nossos adversários políticos percebessem a nossa vitória, já realizada antes da Presidente Dilma assinar sancionando esta lei. Mais uma grande vitória da bancada Evangélica na Câmara Federal, dada pelo nosso bom Deus.
Deputado Federal Paulo Freire
Presidente da FPE
Eu realmente não compreendo como uma derrota pode ser vista como “vitória.” Anos atrás, o próprio senador Magno Malta classificou a Lei da Palmada como “agressão à família brasileira.” E agora Freire acha que não é nada disso? E numa entrevista a este blog no ano passado, o Dep. Marcos Rogério declarou: “Eu espero que a lei não seja aprovada. Mas, caso aconteça, muitos pais serão levados ao Conselho Tutelar e ao Juizado de menores por corrigir seus filhos.” E agora Freire diz que o Dep. Marcos o ajudou? O que foi que aconteceu com a cabeça desse pastor? Se ele disse que supostamente muitos elementos nocivos foram removidos da Lei da Palmada, por que Xuxa está celebrando? Por que Xuxa se sentiu no direito de chamar de “violência” a orientação bíblica sobre disciplina de crianças?

O que a Bíblia diz sobre disciplina física de crianças e violência

Vejamos o que a Bíblia diz do que Xuxa chama de “violência”:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)
“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)
“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)
“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)
“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)
“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)
“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)
“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)
“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)
Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:
“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)
“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)
“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)
“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)
“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)

O que o Novo Testamento diz sobre disciplina de filhos

Para quem concorda com Xuxa e acha que essas orientações não têm mais validade alguma porque Deus as deu no Antigo Testamento, o Novo Testamento traz uma confirmação da dolorosidade da disciplina física:
“Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: ‘Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho’. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hebreus 12:5-11 NVI)

O que a psicologia cristã diz sobre disciplina física de filhos

Para os que acham, inclusive entre cristãos, que tudo o que não tiver o embasamento da psicologia não tem validade alguma, inclusive a Bíblia, para esses corações mais inseguros há o livro “Ouse Disciplinar,” publicado anos atrás pela Editora Vida. O autor, o Dr. James Dobson, é um famoso psicólogo evangélico que apoia esses versículos e o sábio uso da disciplina com a vara.
No artigo “Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças,” o psicólogo evangélico diz:
O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprender com a dor. Suponha que o Pedrinho, de dois anos, puxe uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está na mesa, o atinja bem na cabeça. Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que ele saiba o que está em cima dela. Quando ele toca num forno quente, ele rapidamente aprende que o calor tem de ser respeitado. Se ele chegar a viver cem anos, ele nunca mais tentará tocar num forno. Ele aprende a mesma lição quando puxa o rabo do cachorro e prontamente leva uma mordida na mão, ou quando sai do assento de bebê quando a mãe não está observando e acaba descobrindo tudo sobre a lei da gravidade.
Durante os anos de infância, ele tipicamente acumula galos, machucados, arranhões e queimaduras menores, cada um lhe ensinando acerca dos limites da vida. Essas experiências o tornam uma pessoa violenta? Não! A dor associada a esses eventos o ensina a evitar cometer os mesmos erros de novo. Deus criou esse mecanismo como valioso instrumento de instrução.
Há também os estudos do Dr. Den A. Trumbull sobre disciplina física de crianças. Num artigo estupendo, intitulado “Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças,” ele desmonta os questionamentos de indivíduos como Xuxa.
Entretanto, na visão de Xuxa, Deus é tão bom e amoroso que a justiça vai para o ralo: no paraíso dela, não há espaço nenhum para inferno. Não há espaço para a dor do aprendizado. Todo mundo vai bonitinho para o céu.
Seja como for, fica agora a Lei da Xuxa e a Lei de Deus. Pior: fica agora a opinião de Paulo Freire, que diz que a Lei da Palmada vai permitir algum tipo de palmadinha. E fica a informação de Xuxa: toda palmadinha está proibida.

Conselhos Tutelares em plena atividade muito antes da Lei da Palmada

O fato é que mesmo sem essa lei, os conselhos tutelares já estão trabalhando há muito tempo nessa direção. Em 2008, conversei com um pastor de Teresópolis, RJ, que me contou que, ao disciplinar fisicamente o filho, ganhou a resposta do menino: “Se você me bater, ligo para o Conselho Tutelar. Na escola, fomos orientados a denunciar se nossos pais nos batessem.”
O pai, com sabedoria, respondeu: “Pode chamar. Eles virão, nos prenderão e vão mandar você para um orfanato. Depois, quem lhe dará tudo o que você quer e precisa?” O menino nunca mais repetiu a ameaça.
Em 2008, em Campina Grande, PB, um dos pastores palestrantes da VINACC me contou como seu filho pequeno também o ameaçou na hora de levar um merecido castigo. Nesse caso, o menino também revelou para o pai que aprendeu na escola como delatar os pais.
Nessa época, uma das maiores líderes católicas pró-vida do Rio de Janeiro desabafou para mim como teve de renunciar ao seu emprego de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.

Pastor é preso e maltratado

Um caso horroroso ocorreu em 2010, quando não havia Lei da Palmada. Um pastor foi preso e injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do Conselho Tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Pr. Jeremias Albuquerque Rocha
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor foi preso e mantido em condições desumanas.

Reinterpretando a Bíblia à luz da Lei da Palmada?

Se tudo já estava arriscado anos atrás até para pastores que disciplinam os filhos, como vai ficar agora? Melhor? Só na cabeça de Xuxa e Paulo Freire.
Já que Xuxa recebeu liberdade da bancada evangélica para reinterpretar a Bíblia para os cristãos, como ela veria Provérbios 23:13-14? Essa passagem diz:
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
Xuxa leria:
“Você está proibido de disciplinar seus filhos. Castigar com a vara [fina] é violência e se você fizer isso, será o seu fim. Deixando de usar a violência da vara, você livrará sua alma do inferno estatal.”
O caso do Pr. Jeremias é um exemplo de que o inferno estatal existe para os pais “desobedientes.”
Fica agora o dilema entre a obediência à Lei de Deus e a submissão à lei dos homens.

Marco Feliciano denuncia acordo da bancada evangélica que foi fundamental para aprovação da Lei da Palmada

De acordo com matéria do jornal Estadão, a Lei da Palmada só foi aprovada porque houve um acordo entre a bancada evangélica e o governo do PT. Em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, o Dep. Marco Feliciano confirmou que não concordou com esse acordo. Ele disse:
Parece que fizeram de propósito, pois depois que sai da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minoria) eu fiquei como um “cão de guarda” na CCJ. Minha presença pelas polêmicas e atenção da mídia os inibiam de colocar a Lei da Palmada em votação.
No dia da votação, eu não estava. Eu havia feito uma cirurgia e fiquei 20 dias sem ir ao Congresso. Nesse ínterim, aproveitaram minha ausência e colocaram o projeto com a presença da Xuxa. 
Fiquei sabendo da confusão e liguei para o Marcos Rogerio, porque falar com o presidente da FPE é quase impossível. Eu implorei para ele liderar o pessoal para não negociar e votar contra. Ele me disse que o pessoal estava com receio porque o que o Pr. Eurico fez imprimiu na FPE uma imagem de desequilíbrio e que o projeto passaria com ou sem nossos votos. Então reafirmei: QUE SEJA APROVADO, MAS QUE CONSTE FOI COM OS VOTOS CONTRÁRIOS DE TODA FPE.
Não me deram ouvidos. Anthony Garotinho falou com Paulo Freire, ambos do PR (que é base de sustentação do governo), e deu no que deu.
Qual será o próximo passo da bancada evangélica? Condecorar Xuxa por ensinar aos pastores parlamentares que Deus é amor e vara é do diabo? Ensinar a eles o que vale e o que não vale na Bíblia? Colocar Xuxa para ajudar a bancada em campanhas pró-família? Por incrível que pareça, Magno Malta cometeu tal tolice anos atrás, convidando Xuxa para suas campanhas contra a pedofilia. É a mesma coisa que colocar a raposa para “proteger” o galinheiro.

Famoso evangélico esquerdista vê radicalismo da Lei da Palmada

Agora que a vontade de Dilma, Xuxa e Pr. Paulo Freire foi feita, como ficará a situação de policiais cristãos e descrentes que recebem denúncias de vizinhos ou de crianças que delatam os pais por aplicar necessários castigos físicos neles? Vai depender da boa vontade e misericórdia dos policiais, pois se depender da misericórdia de Dilma, de Xuxa e da bancada evangélica, eles vão direto para a cadeia.
A Lei da Palmada é tão ridícula e representa tanto risco para pais e mães, que você não precisa ser conservador para ver o óbvio. Danilo Fernandes, dono do tabloide Genizah, recentemente fez declarações impressionantes sobre essa lei e as pretensões de Xuxa em seu artigo “Danilo Fernandes: Xuxa só para bobinhos e desconforto da família brasileira.”
Tenho muitas discordâncias com as posturas esquerdistas de Danilo, mas nessa questão, concordo totalmente com ele. Ele está de parabéns.

Qual o próximo passo de Xuxa? Abaixar idade legal de consentimento sexual?

Agora a rainha da erotização infantil, que participou de cena de erotismo e pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” com um menino de 12 anos em 1982, quando ela tinha mais de 18 anos, está livre para correr atrás de outras ambições. Quem sabe uma lei para abaixar a idade legal de consentimento sexual para 12 anos, tornando-a assim eternamente livre da mancha de seu antigo filme pró-pedofilia. As portas estariam assim abertas para ela fazer muitos filmes eróticos com crianças de 12 anos.
Xuxa em cena pedofílica no filme Amor Estranho Amor
E se uma lei para abaixar a idade de consentimento sexual não for aprovada? Para Xuxa, não há absolutamente nenhum problema. Ela nunca foi multada nem presa por sua pedofilia cinematográfica. Não existe lei para pegá-la.
Mas por causa dela, agora há lei para pegar os pais e mães do Brasil! E, repetindo, tudo vai depender da misericórdia dos policiais que atenderem a uma denúncia de criança que levou uma palmada, cintada ou varada.

Os pais e a polícia na porta de casa

Num vídeo muito interessante que está fazendo sucesso no Youtube (neste link: http://youtu.be/WeMEyuigSFQ), uma dupla de policiais é chamada para atender ao caso de um menino desobediente que levou umas cintadas da mãe. Pela lei da Xuxa, a mãe é uma “criminosa,” e o policial que não a algemar e levar presa cometeu violação da lei. Veja o vídeo para entender o dilema.

E se os policiais tivessem sido chamados para atender a uma chamada para prender Xuxa por seu papel no filme pró-pedofilia? Ou, na visão pervertida de Xuxa, palmada merece cadeia, mas pedofilia não?
E se os policiais tivessem sido chamados para atender à denúncia de um cidadão contra o governo de Dilma Rousseff, que vive defendendo o assassinato de crianças no útero? Eles seriam amparados pela lei para atuar em defesa das crianças e prender os ministros de Dilma que defendem o aborto?
E se os policiais tivessem sido chamados para atender ao caso de um bruxo de tribo que determinou a tortura, sacrifício e morte de crianças indígenas? Infelizmente, nesse caso, a lei está do lado do bruxo, não da criança.
No caso dos pais que não são bruxos que determinam tortura e assassinato de crianças nem são defensores do aborto, seu destino dependerá da bondade dos policiais. Se os policiais não tiverem coração bom, os pais cristãos poderão passar pelo mesmo inferno estatal pelo qual passou o Pr. Jeremias Albuquerque Rocha.
A pergunta importante é: com tantas crianças ameaçadas de morte, sem nenhuma lei para intervir contra os assassinos, por que agora o Estado brasileiro atende aos caprichos de uma artista pró-pedofilia para punir pais e mães que atendem ao chamado da Lei de Deus para usar a vara a fim de livrar a alma de seus filhos de ir para o inferno? Se a mente pervertida de Xuxa e outros iguala vara e cintadas à tortura e morte, por que os pais que disciplinam e não matam devem enfrentar o peso da lei injusta enquanto que os abortistas e os bruxos indígenas que torturam e matam crianças não enfrentam nenhum peso da lei?
Como é que a população permite que os injustos punam pais e mães, transformando-os em criminosos, mas deixa impunes bruxos assassinos, abortistas e artistas pró-pedofilia, e ainda os transforma em heróis?
Leitura recomendada:

10 junho, 2014

Magno Malta critica aprovação da Lei Anti-Palmada


Magno Malta critica aprovação da Lei Anti-Palmada

Mas líder da CPI da Pedofilia perdeu chance de denunciar rainha da erotização infantil

Julio Severo
“De qual cabeça desocupada saiu esta ideia de permitir o Estado de intervir na educação familiar, como lei deste tipo pode fazer as pessoas mais felizes, já que existem leis que punem os abusos contra crianças? Agora, crianças vão até a delegacia mandar prender os pais...” disse Magno Malta no plenário do Senado, no dia da aprovação da Lei da Palmada, lendo um texto de autoria do jornalista Ricardo Kostcho, assessor direto do ex-presidente Lula, que deixa claro que as famílias estão diminuindo o uso das palmadas, mas nem por isso a violência deixou de crescer.
Para furar a resistência à Lei da Palmada, seus promotores mudaram seu nome para Lei Menino Bernardo — menino que antes de ser assassinado denunciou os abusos que sofria em casa do pai e madrasta. Mesmo sabendo que o Código Penal já lida suficientemente com esse tipo de crime, os parlamentares cristãos ficaram de joelhos diante da estratégia de uma militância claramente abortista.
A estratégia para aprovar rapidamente a lei foi encostar os defensores da família na parede com a acusação: “Se você é contra o assassinato de crianças, tem de aprovar essa lei.”
Estratégia idêntica foi utilizada pelos promotores do PLC 122, que passaram anos dizendo: “Se você é contra o assassinato de homossexuais, tem de aprovar essa lei.”
Para evitarem eternas acusações pérfidas e mentirosas de cumplicidade com assassinatos, os parlamentares evangélicos e católicos deverão se deixar vencer por tudo quanto for golpe baixo dos lobos esquerdistas da política? Deverão aprovar tudo o que os lobos querem?
Quando Xuxa havia sido recordada pelo Dep. Pastor Eurico em audiência pública sobre a Lei da Palmada duas semanas atrás de que seu passado na promoção da pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” a desqualificava de se portar como defensora das crianças, a imprensa imediatamente tomou o lado e as dores de Xuxa, se ofendendo com uma acusação 100% verdadeira, como se ela nunca tivesse cometido nenhuma incitação sexual entre crianças.
Em contraste, quando Xuxa e outros promotores da invasão estatal nos lares compararam palmadas com incentivos de assassinatos de crianças, os parlamentares ditos cristãos — com exceção de Magno Malta, Pr. Eurico e Jair Bolsonaro — abraçaram a acusação 100% mentirosa, como se todos os pais e mães do Brasil que já aplicaram cintadas, varadas ou palmadas fossem merecedores de serem comparados com cúmplices de assassinos.
Para o senador evangélico, esse caso deveria ter sido um prato cheio. Afinal, Malta ficou famoso como responsável pela CPI da Pedofilia. Que moral sua atuação vai ter se ele não consegue confrontar as incitações sexuais entre crianças que Xuxa cometeu durante sua extensa carreira? Ou ele só está atrás de infratores que não sejam da poderosa e intocável indústria midiática?
Xuxa é, sem dúvida alguma, um peixe grande amparado por uma indústria midiática que posa de defensora das crianças, mas despeja toneladas de conteúdo sexualizante que incita impunemente abusos entre crianças. Xuxa é reflexo da indústria que a fez e a protege ainda hoje.
Ninguém pode dizer a ela ou a essa indústria o que eles são, mas eles sentem autoridade para dizer aos pais e mães do Brasil o que eles não são.
A Lei da Palmada foi aprovada no Senado Federal em 4 de junho de 2014 com o apoio da presidente Dilma Rousseff e agora aguarda sua sanção oficial para se tornar lei. Será a festa que os abortistas estavam esperando. Eles podem até perder as próximas eleições, mas sua invasão e presença, através de suas leis, já estão garantidas em cada lar do Brasil.
Tudo parecia armado de antemão para uma festa de aprovação no Senado. Os ministros de Dilma estavam presentes no plenário, ansiosos aguardando a “surpresa” planejada. Presente também estava Xuxa, que foi convidada por Renan Calheiros, presidente do Senado, para “simbolizar a nova lei.”
Que tipo de símbolo? De gerar uma filha sem pai? De criá-la com um batalhão de babás e outros funcionários, raramente visitando a menina?
Infelizmente, Malta se esqueceu de mencionar essa importante informação, talvez querendo evitar atritos com uma imprensa cruel que está determinada a manter Xuxa blindada e protegida em seu histórico de incentivo à pedofilia e em sua obsessão atual de posar como “protetora das crianças.” O linchamento midiático do Pr. Eurico parece ter amedrontado Malta.
Mas o senador evangélico já agiu certo no passado.
Quando a Frente Parlamentar Evangélica fez um acordo vergonhoso com o governo de Dilma para avançar essa lei dois anos atrás, Magno Malta, apesar de suas fortes ligações com Lula e Dilma, se levantou, se destacando com uma postura diferente e ousada, dizendo que a “Lei da Palmada é uma agressão à família.”
Mais recentemente, ele parece ter amenizado sua postura, conforme registrado em seu site pessoal, que afirma que “ele fez questão de dizer que ‘não desaprova’” a Lei da Palmada.
Afinal, ele aprova ou desaprova? O que foi que fez Malta amenizar? O assunto é sério ou não?

O que é realmente crime: palmada ou pedofilia?

Quando tinha mais de 18 anos, Xuxa encenou no cinema cena erótica de nudez com um menino de 12 anos. Se durante anos ela nunca aceitou a acusação 100% verdadeira de que ela incitou e promoveu a pedofilia, por que os pais e mães do Brasil devem aceitar a acusação 100% mentirosa dela e do governo comparando palmadas com assassinatos?
Se Xuxa não aceita ser chamada de criminosa, por que os pais e mães devem aceitar tal acusação? Por que Magno Malta está hesitando entre condenação e aprovação?
O site do senador registra que ele disse: “O que o Senado está fazendo é um crime contra ele mesmo.” Mas essa declaração parece se referir não à lei em si, mas ao modo rapidíssimo com que ela foi aprovada.
A Lei da Palmada chegou ao Senado num dia e no dia seguinte já estava sendo votada e aprovada, na presença dos ministros de Dilma, que já estavam preparados para a festa “surpresa” — uma surpresa muito bem planejada, pelo visto, entregue de bandeja pela bancada evangélica.
O próprio senador Magno Malta confessou que a lei foi aprovada “a toque de caixa, com um inédito pedido de vista de apenas 1 hora, ou seja, os senadores não debateram o conteúdo da nova Lei.”
Ora, Malta tem dado apoio ao governo do PT por mais de dez anos. Quando foi que, para aprovar um projeto, o PT não fez uso de astúcia? Ele não desconhece a malícia do governo de Dilma. Se fosse ignorante, o PLC 122 já teria sido aprovado há muito tempo, pois muitas foram as vezes que o PT e seus aliados tentaram, na surdina, aprová-lo. Mas Malta estava atento. Por que ele perdeu a atenção no caso da lei xuxesca que acusa falsamente os pais aplicadores de palmadas como potenciais assassinos de crianças?
Por que Malta não desafia Xuxa a apoiar uma lei que verdadeiramente defenda crianças de assassinatos? Por que Malta não cria uma lei que proteja as crianças desde o momento da concepção e pede que Xuxa abrace a causa? Nesse caso, Xuxa até pode comparar aborto com assassinato de crianças, pois é uma acusação 100% verdadeira. Ela até pode dizer que o governo de Dilma e seus ministros têm uma queda especial por esse crime, pois é uma acusação 100% verdadeira. Ela até pode dizer que a grande imprensa tem igual queda, pois é uma acusação 100% verdadeira.
Quem sabe se envolvendo com acusações verdadeiras ela não para de se envolver com acusações falsas e malandras, comparando pais aplicadores de palmadas com potenciais assassinos de crianças.
Fica a dica para o senador Malta.
Mesmo vacilando entre condenação e aprovação, Malta disse lucidamente: “É muito risco votar sem saber direito no que está sendo votado. A mãe que puxar a orelha do filho que não obedece, agora, corre risco de ser criminalizada.”
A Lei da Palmada é fruto de um governo que Malta sempre apoiou como se fosse pró-família. Quando líderes católicos e evangélicos tentaram alertar antes da eleição presidencial de 2010 que Dilma Rousseff e o PT eram abortistas, Malta saiu na defesa deles, tratando a mentira de Dilma e do PT como se fosse verdade, e tratando os alertas verdadeiros dos líderes cristãos como se fossem mentiras. Foi um apoio na base da pura mentira. Permitir agora que essa lei avance é permitir que um governo de mentira minta contra as famílias.
Se Malta teve coragem e persistência, durante anos, de sustentar a mentira de que o governo de Dilma é pró-família, por que agora ele não se engaja na luta contra a mentira desse governo que retrata as famílias aplicadoras de disciplina física como comparáveis a assassinos? Por que ele não abre a boca para dizer que o verdadeiro assassino é o governo sentado na cadeira de juiz que busca de todas as formas e mentiras implantar e impor o aborto no Brasil? Ou ele vai ver a aprovação da Lei da Palmada como fim da história?

Bancada evangélica precisa ser cobrada

Magno Malta deveria também cobrar da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que teve papel fundamental na aprovação da Lei da Palmada. Reportagem recente do Estadão disse que a aprovação da Lei da Palmada “só foi possível após acordo com a bancada evangélica, que vinha obstruindo a votação do projeto nos últimos anos,” colocando em dúvida idoneidade do Pr. Paulo Freire, presidente da FPE e responsável por decisões dessa envergadura. Se um acordo foi possível com a FPE, é porque Freire deu o sinal verde. E se o presidente da FPE seguiu tal direção, é porque a maioria da FPE estava nessa direção.
Do governo do PT, a população cristã só espera ataques à família. Mas da FPE, os eleitores cristãos esperam compatibilidade com os valores cristãos e com a defesa da família. Esperam resistência até o fim. Todos sabem que, em conformidade com a vontade de seus eleitores cristãos, a FPE vinha obstruindo a votação da Lei da Palmada. Mas, em contrariedade com a vontade de seus eleitores cristãos, a FPE fez um acordo com o governo que possibilitou a aprovação e a festa dos abortistas.

Lei da Palmada é “inócua”? Mas que oposição é essa?

Além de Magno Malta e do Dep. Pr. Eurico — que teve coragem de cobrar publicamente o passado de defesa da pedofilia de Xuxa —, quem mostrou oposição foi o Dep. Marco Feliciano, que numa entrevista à Folha de S. Paulo foi retratado como dando pouca importância, dizendo que a Lei da Palmada é “socioeducativa,” “inócua,” etc. Ora, se é uma lei inócua, por que tanto empenho dos abortistas e do governo do PT? Se é “socioeducativa” e “inócua,” por que Luiz Felipe Pondé a chamo de fascista? Seria interessante ver uma edição não editada da entrevista. Se for verdade, mostra que os melhores da bancada evangélica enfrentam muito despreparo para lidar com a oposição pró-aborto, que deixou claro que a Lei da Palmada proibirá até disciplina física moderada e leve, sem mencionar o uso da vara, que é comum entre cristãos que praticam a Palavra de Deus.
Na entrevista, Feliciano disse: “Sem pôr limites, teremos crianças mimadas.” Mas o que o Brasil está enfrentando não é uma epidemia só de crianças mimadas. Muito pior que está acontecendo é uma epidemia gigantesca de menores de idade que agridem, estupram e matam.
E se o governo está procurando uma epidemia de pais que matam, é só conferir as tribos indígenas brasileiras, que têm o costume de torturar e matar crianças. Mas, nesse caso, o governo alega questões culturais para não intervir.
Se o governo e Xuxa estão atrás de pais que matam, podem também começar pelos índios que matam seus filhos. Se eles querem ir atrás de pais que disciplinam e não matam, podem começar pelos pais cristãos, que se orientam pelo que diz a Palavra de Deus:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)
“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)
“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)
“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)
“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)
“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)
“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)
“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)
“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)
“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)
Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:
“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)
“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)
“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)
“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)
“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)
É agora o embate entre a Lei de Deus e a lei dos homens socialistas.
Quanto a Magno Malta, se ele quer aprovar uma lei que puna pais que matam, ele e outros estão desperdiçando o dinheiro dos trabalhadores brasileiros que pagam impostos, pois o Código Penal já lida com todos os assassinos. O que o Código Penal ainda não alcançou foram casos de presidente e seus ministros que, ao defenderem o aborto, fazem incitação pública ao assassinato. O que o Código Penal também ainda não alcançou foram índios que sistematicamente matam crianças. É uma desigualdade injusta e cruel, pois se todo pai que mata recebe punição, por que os índios estão isentos? Por que o Código Penal não trata o assassinato de crianças entre índios como crime?
Se assassinato de crianças é crime, por que Dilma e seus ministros se sentem tão a vontade para defender o aborto?
Se aborto propositado é matar crianças, por que os Conselhos Tutelares nunca intimaram Dilma e seus ministros por incentivo à tortura e assassinato de crianças?
A lei do aborto é para matar crianças antes do nascimento. A Lei anti-Palmada é para matar crianças depois do nascimento, pois não existe pior morte do que a condenação ao inferno e a Bíblia deixa claro que sem o castigo da vara a criança está condenada ao inferno. A lei do aborto e da palmada é o jeito socialista de destruir crianças.
Se os pais e mães do Brasil não enxergarem os assassinos como assassinos, os assassinos os tratarão como eles mesmos merecem ser tratados. No recente programa Altas Horas, da TV Globo, Xuxa justificou sua cena de pedofilia com um menino de 12 anos, dizendo ao público: O que é pior, ela aos beijos (e totalmente nua e lasciva na cama) com um menino de 12 anos ou um pai de 40 que bate na filha de 2 anos?
Em vez de assumir a culpa por seu crime, ela quis inverter o jogo, culpando os pais. Ora, um pai de 40 anos que der um tapinha numa criança de dois anos que está mexendo na tomada ou no forno está ajudando a salvar a vida do filho. Nenhum pai vai esmurrar uma criança tão nova nem dar varada. E se o fizer, já há lei para isso. O Código Penal não está aí para enfeite. Mas para a pedofilia e erotismo com menores de idade parece não haver lei, pois Xuxa nunca precisou pagar por seu crime de pedofilia e uma carreira de erotização infantil. E agora, para se justificar em sua sujeira, ela pretende se limpar nos pais e mães do Brasil, para que sejam punidos por crimes que não cometeram enquanto ela continua impune em crimes que ela cometeu.
Xuxa então colocou os pais e mães cristãos do Brasil que fazem uso da vara quando necessário abaixo dos defensores da pedofilia e erotismo entre crianças. E se o exemplo dela significa algo, tais defensores merecem impunidade, enquanto pais e mães merecem multas, castigos e prisão.
Mas se você quiser abortar seu filho, ninguém no governo ou na TV Globo chamará você de assassino. Eles apenas dirão que você tem seus direitos, que precisam ser respeitados. Ou se você pegar seu filho de 2, 3, 4 ou mais anos, envenená-lo, ou enterrá-lo vivo ou escolher torturá-lo até a morte, não haverá problema nem para o governo nem para a TV Globo, que blindam a Xuxa, desde que você coloque umas penas na cabeça, empunhe arco e flecha, pinte o rosto e diga que é índio. Enquanto que entre os “brancos” a impunidade é garantida para menores de idade que matam os pais, agridem, estupram e torturam outros adultos, às tribos indígenas o governo dá direitos inversos: pais indígenas podem fazer o que querem com suas crianças, inclusive matá-las a pauladas, pois estão protegidos pela impunidade.
Vindo de um governo que defende descaradamente o assassinato de crianças, seja pelo aborto ou costumes indígenas, a implantação da Lei da Palmada é o mais puro reflexo, conforme comentou o filósofo judeu Luiz Felipe Pondé, do fascismo.

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

Após a aprovação da Lei da Palmada no Senado, Magno Malta comentou, segundo seu site, que só o futuro vai mostrar os defeitos dessa lei. “Muita gente apostava no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas hoje, a realidade é outra,” concluiu Magno Malta.
Essa conclusão foi um tiro na mosca. O ECA é fruto da intervenção da ONU no Brasil. A insanidade da Lei da Palmada está intimamente ligada às insanidades do ECA. Quando o governo do presidente Fernando Collor assinou e ratificou a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, o Brasil foi obrigado a implantar uma lei que espelhasse esse compromisso com o governo mundial. Assim nasceu o ECA.
Um dos únicos países do mundo a não ratificar essa convenção foram os Estados Unidos, sob pressão de grandes organizações evangélicas, que entendiam e entendem que a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança é uma ameaça às famílias, dando isenção para criminosos menores de idade, confiscando brutalmente os direitos dos pais e sacralizando a impunidade.
Se olhassem para o Brasil, eles veriam quão certos estão. No Brasil, pode-se agredir, estuprar e matar, sem nenhum castigo e cadeia, desde que o criminoso seja menor de idade. Sob o ECA, a impunidade para criminosos menores de idade é sagrada no Brasil.
Graças ao ECA e a ONU, a impunidade no Brasil começa desde cedo.
Que bom que o senador evangélico conseguiu ver os frutos do ECA. Que ele possa antever os frutos da Lei da Palmada — e lutar agora, com palavras e atitudes concretas, contra essa lei.
Oremos para que o senador Magno Malta se revolte contra esse pesadelo brasileiro.
Oremos para que ele se revolte contra o governo que ele sempre apoiou como se fosse pró-família, mas que nunca valorizou a família brasileira.
Oremos para que ele se revolte contra o governo que afirma mentirosamente defender as crianças, mas que sempre valorizou o aborto, que é a forma mais cruel de tortura e assassinato de crianças inocentes.
Oremos para que Magno Malta consiga sentir apenas um pouquinho da revolta que muitos de seus eleitores já estão sentindo não só contra as políticas antifamília do governo apoiado por ele, mas também contra uma bancada evangélica que decidiu fraquejar na hora errada, fazendo acordos estúpidos que avançaram a Lei da Palmada, colocando em risco os pais e mães do Brasil de sofrerem pauladas de um governo sedento do sangue dos inocentes, seja por meio do aborto ou de envolvimento internacional com ditaduras assassinas.
Oremos para que os líderes da Frente Parlamentar Evangélica, apesar de seus acordos vergonhosos com o governo, consigam agir contra a Lei da Palmada, como fizeram as organizações evangélicas americanas durante o governo americano do depravado Bill Clinton, que conseguiu assinar a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, mas nunca a pôde ratificar, por causa da persistente resistência evangélica.
Sem resistência sistemática, não há vitória. Se os EUA hoje não têm um ECA ou Lei da Palmada, é por causa do esforço dos grupos cristãos que estão lutando e vigiando. Se as leis dos EUA em muitas regiões conservadoras continuam punindo criminosos menores de idade e garantindo os direitos dos pais em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos, é porque outros estão pagando o preço e lutando.
A luta pró-família não está restrita ao aborto. O aborto é apenas uma das frentes de batalha. Há também a frente dos pais que rejeitam a doutrinação homossexual e imoral que o governo quer impor sobre as crianças. Há ainda a frente dos pais que não aceitam a intromissão ideológica do governo em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos.
Se uma dessas frentes cai, as outras também fatalmente cairão. Se nos restringirmos apenas ao aborto, não será mais luta pró-família, mas apenas luta antiaborto. Seremos então muito mais limitados do que os abortistas, pois eles estão engajados numa luta total contra a família, quer aprovando o aborto, quer proibindo a educação escolar em casa, quer proibindo os pais de disciplinar os filhos, quer proibindo os pais de proteger os filhos de doutrinações sexuais e homossexuais, etc. A luta deles é ampla e implacável. Por que nossa luta deveria ser estreita e reduzida?
Se não nos incomodarmos e reagirmos à ditadura dos militantes abortistas invadindo os lares e ditando o que um pai e mãe pode decidir em assuntos de educação, disciplina e saúde de seus filhos, de que valerá lutar em outras frentes? De que valerá dizermos que somos pró-família?
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