16 Maio, 2012

Vacinas realmente causam autismo?


Vacinas realmente causam autismo?

“Cientistas não deveriam ter medo de investigar qualquer teoria plausível”

Dave Tombers
Abril foi o Mês de Conscientização do Autismo, e apesar dos avanços feitos para diagnosticar e tratar os que sofrem dessa aflição que os impedem de ter uma vida normal, um número assombroso de famílias ainda está buscando respostas para a sua causa.
Os Centros de Controle de Doenças descrevem as desordens do espectro autista, ou DEAs, como um grupo de deficiências de desenvolvimento que causam problemas sociais, comunicativos e comportamentais consideráveis.
As DEAs, identificadas pela primeira vez na década de 40, costumam ser doenças que afetam o desenvolvimento do cérebro.
Pessoas com esse tipo de desordem têm alguns sintomas em comum, como problemas de interação social. Mas existem diferenças, como quando os sintomas começam, quão severos eles são e a natureza exata dos sintomas.
As DEAs podem incluir “transtorno autístico, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância, transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação (PDD-NOS) e síndrome de Asperger".
O Centro de Controle de Doenças relata que a taxa de autismo em crianças cresceu de uma em 150 para uma em 88 nos Estados Unidos. Isso representa um aumento de 78% desde 2002. As estimativas são baseadas em relatórios de vigilância da Rede de Monitoramento de Autismo e Transtornos de Desenvolvimento, do Centro de Controle de Doenças.
“A DEA pode estar associada a doenças intelectuais, dificuldades de coordenação motora e de atenção e problemas de saúde física, como sono e distúrbios gastrointestinais”, de acordo com o site Autismspeaks.org.
O distúrbio afeta cinco vezes mais meninos do que meninas.
O Centro de Controle de Doenças estima que cerca de um a cada 45 meninos apresenta desordem do espectro autista, enquanto que a taxa entre meninas é de uma em cada 252. O estado de Utah possui as maiores taxas, com uma em cada 47 meninas, e há aumentos preocupantes entre a população negra e hispânica.
Uma pesquisa na internet a respeito das causas do autismo aponta para todas as direções, exceto para o timerosal, um conservante a base de mercúrio utilizado em vacinas infantis que está em processo de descontinuação.
Desde que considerado uma potencial causa das desordens neurológicas, a maioria dos médicos, entidades governamentais e farmácias debatem agora se o timerosal possui alguma conexão. E pelo menos um relatório divulgado pelo Centro de Controle de Doenças alega que não existem estudos médicos que mostram a ligação entre o autismo e as vacinas infantis.
O deputado Dan Burton, republicano do estado de Indiana, não acredita nisso.
Burton, ao longo da década passada, tem ajudado a conduzir mudanças no Congresso americano para apoiar as pesquisas sobre o autismo.
O neto do deputado é autista, e ele sabe muito bem o impacto que a doença tem na sua família.
Burton escreve: “Quando não se tem a menor ideia do que está causando a doença, cientistas e formuladores de políticas não deveriam ter medo de investigar qualquer teoria plausível”.
Burton pede aos legisladores que façam mais para ajudar os milhões de americanos afetados pelo autismo.
“O autismo não tem cura, e não é uma doença mortal. Isso quer dizer que as crianças autistas de hoje serão os adultos autistas e os senhores autistas de amanhã”.
“Nosso país não está preparado para lidar com os complexos desafios apresentados por uma geração de autistas”.
Mais de um estudo indica ligações entre o mercúrio e o autismo.
No mesmo ano, agentes federais divulgaram dados reconhecendo o drástico aumento da prevalência do autismo em crianças americanas, um estudo de 2011 do periódico Journal of Toxicology and Environmental Health (Diário de Toxicologia e Saúde Ambiental) descobriu uma “relação estatisticamente relevante” entre o mercúrio e o autismo.
De acordo com o estudo, “quanto maior a proporção de crianças recebendo as vacinas recomendadas, maior é a prevalência do autismo”.
Outro estudo de 2011 do Journal of Inorganic Biochemistry (Diario de Bioquímica Inorgânica) questionou não apenas o timerosal nas vacinas, mas também o alumínio.
De acordo com o relatório, as crianças dos países com as taxas mais altas de DEAs também parecem ser as que sofrem maior exposição ao alumínio em vacinas.
No entanto, a comunidade médica descarta as vacinas como causa, e em vez disso continua a se perguntar o que está causando os terríveis distúrbios.
“Acredito que a maioria dos médicos descarta o mercúrio nas vacinas como causa do autismo porque o mercúrio foi descontinuado”, disse o ex-deputado e médico aposentado Dave Welton ao WND.
“As taxas de autismo deveriam ter começado a cair mais ou menos em 2006 se o mercúrio fosse o culpado”.
Weldon explicou que a sua principal preocupação é o rodízio de pessoas envolvidas na pesquisa com vacinas.
“Você tem cientistas trabalhando para o Centro de Controle de Doenças que vão para o Instituto Nacional de Saúde, depois para o meio universitário, depois para uma empresa farmacêutica, para depois voltarem para o Centro de Controle de Doenças”, afirma.
No ano passado, um artigo do periódico inglês Journal of Medicine (Revista da Medicina) declarou que o estudo de Andrew Wakefield de 1998, que originalmente descobriu a ligação entre o mercúrio e o autismo, era uma “fraude elaborada”.
Wakefield não vê dessa forma. Ele continua defendendo seu estudo e cita vários outros estudos em cinco países diferentes que replicaram suas descobertas.
No seu site da internet, Wakefield afirma: “Continuo dando total apoio a pesquisas independentes para apurar se estímulos ambientais, como vacinas, estão causando autismo e outros transtornos de desenvolvimento”.
Enquanto isso, muitos da comunidade médica indicam uma série de áreas suspeitas para as causas das DEAs, desde causas genéticas, pesticidas e outros fármacos (não vacinas infantis), e até mesmo a idade e o peso dos pais no momento da concepção das crianças.
A atriz e eminente ativista Jenny McCarthy está entre os que não estão convencidos com o mantra do “parem de investigar o mercúrio”. Donald Trump também apoiou a questão.
Trump atacou um estudo recente da revista médica Pediatrics que acusa mães obesas pelo autismo, chamando as descobertas de “ridículas”.
Trump disse à Fox News que a maioria dos médicos discorda da sua posição de que o autismo está ligado a vacinas infantis; mas, segundo ele, “Não dou a menor importância”.
A Dra. Mary Ann Block do Texas pode não ter todas as respostas para as causas do autismo, mas não irá esperar que o governo ofereça soluções. Block está entre as que trabalham para a prevenção do autismo no futuro e que ajudam crianças autistas a viverem melhor.
Block disse ao WND que teve sucesso no tratamento de pessoas com autismo na sua clínica no Texas, e que ela ajudou “muitas crianças a voltarem ao normal”.
Em um e-mail enviado ao WND, Block questiona os estudos e as estatísticas divulgadas pelo governo que descartam o mercúrio e o alumínio, e indica estudos de outros países que veem uma ligação às vacinas infantis.
“Um estudo da Alemanha divulgado em setembro de 2011 mostra que crianças vacinadas têm pelo menos duas a cinco vezes mais doenças e desordens do que crianças não vacinadas”, afirma.
Muitos se assustam quando ouvem falar de pais evitando vacinar seus filhos, mas Block descobriu que os riscos são inequívocos.
Ela explica que existe mais na vacina do que simplesmente os seus ingredientes ativos, e um exame cuidadoso dos rótulos deixaria qualquer um chocado.
“O timerosal, um derivado do mercúrio, ainda é encontrado em muitas vacinas em quantidades residuais”, afirma ao WND.
O propilenoglicol, ou anticongelante; o fenol, um corante de desinfetante; formol, um conservante carcinogênico; hidróxido de alumínio; fosfato de alumínio; e até mesmo tecido de humanos abortados está na lista de outras substâncias citadas por Block.
“Por que alguém pensaria que não há problema, ou pior, que é seguro injetar essas substâncias no corpo de quem quer que seja, ainda mais crianças?” pergunta ela.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Do vaccines really cause autism?

11 Maio, 2012

Jovens brasileiros que foram educados em casa atingem rapidamente sucesso profissional


Jovens brasileiros que foram educados em casa atingem rapidamente sucesso profissional

Acusados de abandono intelectual no passado, pais colhem frutos de ensino diferenciado

Protagonistas de uma discussão que ganhou o País, especialmente no âmbito educacional entre os anos de 2007 e 2010, dois jovens da cidade de Timóteo, MG, que foram educados em casa colhem resultados de um ensino diferenciado e que, agora, prova-se, derrubou paradigmas.
Hoje, com 18 e 19 anos, respectivamente, Jônatas Andrade Amorim Nunes, e o irmão, Davi Andrade Amorim Nunes, foram tirados da escola convencional em Timóteo, quando tinham menos de 14 anos, e inseridos em um método de ensino em casa, adotado em diversos países, mas estranhamente sem reconhecimento oficial no Brasil.
Davi, 19 anos e Jônatas. 18 anos, já estão vivendo o sucesso profissional
Por causa da decisão da família, o caso se tornou um grande debate nos tribunais e foi notícia no exterior. “Pode uma criança ser socializada, estudando em casa, sem o convívio diário com as diferenças em um ambiente escolar convencional?”, indagavam os que divergiam do método.
Mas os jovens que estudam em casa não ficam isolados do restante da sociedade. É só na hora dos estudos que cumprem determinadas horas de estudos em casa, defendia a família, que é evangélica.
Passados cinco anos da celeuma, os jovens autodidatas atuam no desenvolvimento de sistemas de informação. Eles agora moram no município de Vargem Alegre e estão prestes a lançar dois produtos no mercado. Davi tem se especializado em programação e Jônatas em multimídia. “Ambos trabalham juntos”, explica o pai, Cléber Nunes.
A reportagem procurou pelos dois jovens ontem, em Vargem Alegre, mas apenas Davi estava em casa. Jônatas viajava para São Paulo, para receber uma premiação, das mãos do governador Geraldo Alckmin.
Os irmãos se inscreveram para participar do Prêmio Mário Covas, que incentiva o desenvolvimento de inovação em gestão estadual. Eles venceram uma categoria e ficaram em segundo na outra. Foram desenvolvidos projetos de reestruturação do portal Acessa SP e uma plataforma de aprendizagem online. “Jônatas foi a São Paulo, receber a premiação em uma cerimônia no Palácio dos Bandeirantes”, explica o pai.

Aplicativo

As conquistas dos jovens vão além. Davi e Jônatas também participaram de um concurso promovido pelo portal de compras Submarino. Sagraram-se vencedores do Open Innovation Submarino 2012, lançado para premiar os autores das ideias mais criativas e inovadoras.
Apesar da feroz oposição estatal, a educação em casa dos filhos de Cleber Nunes foi vitoriosa
Davi Nunes ganhou R$ 10 mil em compras no portal Submarino. Os irmãos também ganharam passagem de ida e volta com estadia para o mesmo evento nos Estados Unidos, programado para o mês de agosto.

Entenda o caso da Família Nunes

Em 2006, insatisfeito com o rendimento dos filhos na escola pública em que estudavam em Timóteo, mas sem recursos para pagar uma escola particular, o pequeno empreendedor industrial e designer Cléber Nunes, lembrou-se do homeschooling, método de ensino em casa que conheceu quando esteve nos EUA.
Arrumou os livros necessários, tirou os filhos da escola e os iniciou nos estudos. Além de idiomas e ciências exatas, os adolescentes se debruçaram sobre conhecimentos de informática.
Ocorre que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação consideram a instituição escolar tradicional uma obrigação da família, pelo menos até os 14 anos, no Brasil.
Denunciados por um vizinho ao Conselho Tutelar, o caso foi levado ao Ministério Público. O pai, Cléber Andrade Nunes, e a mãe, Bernadeth de Amorim Nunes, foram processados na Comarca de Timóteo, cidade onde moravam até 2010.

Jurisprudência

O caso virou um debate interminável nos tribunais em dois processos, um Cível e outro no Juizado Especial Criminal. O Juízo da Infância e Adolescência de Timóteo, depois de acatar a denúncia do Ministério Público no processo Cível, condenou o casal ao pagamento de multa e a retornar com os adolescentes para a escola convencional.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais rejeitou um recurso ingressado pela defesa do casal e manteve, em 5 de dezembro de 2008, a decisão da primeira instância. À época, o relator do processo, desembargador Almeida Melo, afirmou que não via razão na decisão da família. “O ensino brasileiro equipara-se ao de países de Primeiro Mundo e havia escolas públicas tão boas quanto as particulares. Na questão do ensino, o Brasil já deveria ser classificado como país de Primeiro Mundo”, relatou o ufanista desembargador. 

Suplência

Para o MP e a Justiça, não bastou que a família comprovasse que os filhos haviam absorvido amplo conhecimento com o método de ensino em casa. Para provar essa condição, os dois adolescentes foram submetidos a provas semelhantes às da Suplência de Ensino, pela Secretaria de Estado de Educação, em janeiro de 2008. As notas foram acima de 70% (Davi) e 65% (Jônatas) mesmo em disciplinas que não constavam do cronograma do homeschooling. “O fato de serem altamente disciplinados para a concentração permitiu que eles aprendessem rapidamente o conteúdo das disciplinas que cairiam nas provas”, justificou o pai à época.
O caso da família Nunes foi o primeiro que enfrentou a Justiça. Anteriormente, havia apenas o caso ocorrido em 2000, quando houve a tentativa de uma família de Anápolis (GO), no sentido de legalizar o ensino na modalidade homeschooling. O pedido foi negado na terceira instância do Judiciário. Também não foi o último caso em Timóteo. Atualmente, há denúncia semelhante contra duas famílias que adotaram o mesmo método de ensino no município, e outros casos estão em vias de ser denunciados.

Defensores do Ensino em casa solidários ao casal

No processo Criminal em que o casal Nunes era acusado do crime de abandono intelectual, por decidir tirar os filhos da escola e os educar em casa, a sentença foi uma multa. O caso foi arquivado em função da maioridade dos estudantes.
Mas tinha também o processo Cível, em que a família foi condenada a pagar o equivalente a 12 salários mínimos (R$ 7.467 em valores de hoje). “Já vasculharam nossas contas bancárias e buscaram dados no Detran para penhorar bens. Chegaram a bloquear R$ 20 que esquecemos na conta do Banco do Brasil.
Com uma divulgação desse desdobramento, várias pessoas, inclusive dos EUA e da Espanha, se ofereceram para pagar a multa para nós, mas jamais pagarei esta multa, simplesmente porque não a devo. O site Lifesitenews divulgou bastante esta matéria, e o Onenewsnow também”, explicou Cléber Andrade Nunes.
Divulgação: www.juliosevero.com

09 Maio, 2012

Vaticano diz para a ONU: todos os pais têm o direito de dar educação escolar para os filhos em casa


Vaticano diz para a ONU: todos os pais têm o direito de dar educação escolar para os filhos em casa

Ben Johnson
TURTLE BAY, Nova Iorque, EUA, 1 de maio de 2012, (LifeSiteNews.com) — Numa vitória importante para os direitos dos pais no mundo inteiro, um representante do Vaticano disse que todos os pais têm o direito de dar educação escolar em casa aos filhos.
“O Estado tem de respeitar as escolhas que os pais fazem para seus filhos e evitar tentativas de doutrinação ideológica”, a missão permanente de observador da Santa Sé na ONU escreveu num comunicado divulgado na terça-feira.
Os pais “têm o direito e dever de escolher escolas cuja educação seja no lar, e eles têm o direito de possuir a liberdade de ter essa educação, que por sua vez tem de ser respeitada e facilitada pelo Estado”.
“Essa é uma vitória enorme”, Jeremiah Lorrig, diretor de relações com a mídia da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (conhecida pela sigla em inglês HSLDA), disse para LifeSiteNews.com. “Ter o apoio do embaixador do Vaticano é incalculável para o movimento de famílias que educam os filhos em casa”.
Um crescente número de pais opta por educar seus filhos em casa por causa da péssima qualidade das escolas disponíveis, ou porque as escolas cada vez mais promovem valores que estão em conflito com a moralidade cristã tradicional.
Em julho do ano passado, o governador Jerry Brown sancionou uma lei que exige que as escolas públicas da Califórnia ensinem “o papel e contribuições” dos homossexuais na história dos Estados Unidos.
“O propósito dessa lei é muito óbvio e é promover a aceitação social da homossexualidade e transexualidade para todas as crianças, e ao mesmo tempo silenciar aqueles que têm convicções religiosas ou morais contra tais estilos de vida”, Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça do Pacífico, disse para LifeSiteNews.com.
O problema não começou com algum projeto de lei, disse ele. “Os distritos escolares da Califórnia já estavam implementando programas de orientação pró-homossexualismo, e também programas para que as crianças aceitem melhor os travestis”, antes mesmo que o projeto de lei 48 fosse elaborado como legislação, muito menos se tornasse lei”, disse Dacus. Por exemplo, a Escola Fundamental Redwood Heights em Oakland implementou um currículo de “identidade de gênero”. “Esses programas já estavam sendo implementados da pré-escola ou jardim-da-infância até a escola secundária”, disse ele.
“Esse tipo de material só traz mais confusão, dificultando que as crianças façam decisões, e solidifica uma orientação sexual diferente do que é mental e fisicamente saudável para as crianças”, Dacus disse para LifeSiteNews.
Em muitos países, os pais sofrem a negação do direito básico de escolher a educação de seus filhos. Em outubro do ano passado, um comitê do Congresso Nacional do Brasil decretou que a educação escolar em casa “desrespeita a Constituição, o Código Penal, a Lei Nacional de Diretrizes Básicas da Educação e o Estatuto da Criança e do Adolescente”. A situação da educação escolar em casa na Alemanha é tão ruim que uma família fugiu para o Irã para ter o direito de educar seus filhos em casa.
“A chave é conscientizar”, Lorrig disse para LifeSiteNews. “Em muitos desses países que têm leis muito restritivas contra a educação escolar em casa, as pessoas estão perdendo seus filhos”.
O mesmo problema também existe nos Estados Unidos. O Instituto de Justiça do Pacífico e a HSLDA defenderam famílias da Califórnia que educam os filhos em casa de uma decisão do Supremo Tribunal da Califórnia que buscava restringir seus direitos.
Lorrig disse para LifeSiteNews que o maior problema é a incerteza. “Você nunca sabe onde os ataques de surpresa vão aparecer”, disse ele. Por exemplo, a HSLDA teve uma batalha com um juiz do Mississippi, o qual tentou impor maiores restrições nos pais que educam os filhos em casa. “Nunca houve problemas contra a educação escolar em casa no Mississippi”, disse Lorrig.
A HSLDA venceu esses casos. “Mas é uma constante luta entre a liberdade de educar de casa e o desejo de controlar os pais”, disse Lorrig.
O apoio do Vaticano fará uma mudança bem-vinda para a missão internacional da HSLDA. “Encontramo-nos realmente em batalhas na ONU, principalmente em lutas contra a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças”, disse Lorrig.
Se os EUA ratificarem esse tratado, avisou ele, poderá haver uma erosão dos direitos dos pais sobre a educação e muitos outros aspectos da vida de seus filhos menores. “Constitucionalmente falando, a Convenção dos Direitos das Crianças mudaria a estrutura das políticas de família nos Estados Unidos, minaria a soberania e colocaria essa autoridade nas mãos de remotos autoproclamados especialistas”, disse Lorrig.
A HSLDA facilita ou dá assessorial legal em favor de famílias que educam em casa em cerca de 25 nações no mundo inteiro.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Vatican to the UN: all parents have the right to homeschool

12 Abril, 2012

Como o governo tira os filhos dos pais através da saúde pública

Como o governo tira os filhos dos pais através da saúde pública

Embora me preocupe que todo cidadão tenha acesso à saúde, tenho também serias preocupações com a opinião de que o governo federal detém a solução verdadeira.
A história mostra que sempre que o governo administra o bem-estar das pessoas, seus serviços são ineptos, deteriorados, intrusivos, impessoais, opressivos e muitas vezes falidos.
É por isso que os homens que escreveram a Constituição dos Estados Unidos tinham um sentimento comum que pode ser resumido nesta declaração: “O melhor governo é o governo mais limitado possível”.
Duas cenas perigosas de serviços de saúde estatais vieram à minha atenção recentemente.
Numa reportagem de semanas atrás, o jornalista veterano Bob Unruh do WND disse: “…autoridades governamentais de Michigan estão exigindo que um menino de 9 anos siga o procedimento padrão e tome uma sequência perigosa de medicações de câncer que podem provocar cânceres adicionais — muito embora o menino tenha tido três tomografias que indicaram que o câncer não está presente”.
Unruh acrescentou que apesar do fato de que os tribunais de primeira instância de Michigan decidiram contra as exigências das autoridades de saúde, Michael P. Farris, presidente da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa, “confirmou… que a Secretaria de Saúde de Michigan entrou com ação para forçar os pais a administrar os produtos químicos em seu filho, muito embora ele esteja livre de câncer conforme mostraram as tomografias do ano passado”.
O jornal Health Impact News Daily acrescentou: “Ken e Erin Stieler são o pai e a mãe de Jacob — que está livre do câncer desde sua tomografia de julho do ano passado. Ele teve duas tomografias desde então, sendo que a mais recente foi em janeiro. As duas mostraram que ele não tem câncer. Apesar de tudo isso, a Secretaria de Saúde de Michigan continua a tentar instaurar processo contra essa família por negligência médica. Se tiverem êxito, forçarão Jacob a recomeçar a quimioterapia apesar do fato de que as drogas em questão não foram aprovadas pela Vigilância Sanitária (nem para crianças em geral nem para esse tipo de câncer). Além disso, essas drogas não asseguram nada perto de uma cura garantida. E, a Vigilância Sanitária exige que os fabricantes de drogas revelem que essas drogas podem fazer com que novos cânceres se formem e podem também provocar doenças coronárias em crianças, problemas de amadurecimento sexual e muitos outros efeitos colaterais em alguns casos”.
Escute aos pais lutarem por seu filho no vídeo em inglês em Health Impact News Daily.
(Minha esposa, Gena, e eu incentivamos aqueles que estão dispostos a ajudar os pais a lutar contra essa imposição estatal dando apoio financeiro para o Fundo de Liberdade de Educar os Filhos em Casa da HSLDA.)
E se você acha que o governo federal nunca lhe dirá o que fazer com a assistência de saúde que seu filho recebe, então considere passagens na Lei de Assistência a Preço Acessível sob o título “programas de visitação doméstica para famílias com crianças novas e famílias com mulher grávida”. Essa lei estipula (mediante verbas aos estados) programas de visitação doméstica por parte de agentes governamentais para educar os pais sobre conduta de crianças e como lidar com crianças.
Imagine agora como uma cláusula de saúde pode ser usada quando agentes estatais entram na sua casa invocando os valores e crenças deles para impor sobre seus filhos, passando por cima da sua autoridade e experiência como pai e mãe.
O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos. Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.
Por mais difícil que seja, precisamos de autoridades governamentais e de um governo federal que deixe a saúde pública para o mercado livre, responsabilidade pessoal e local e auxílio comunitário, onde uns cuidem dos outros.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo de WND: They were your children … until Obamacare

04 Abril, 2012

ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos

ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos

Timothy Herrmann
NOVA IORQUE, EUA, 30 de março (C-FAM) A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos.
Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Atualmente, o direito internacional não reconhece um “direito” à saúde sexual e reprodutiva e certamente não reconhece esse direito no caso de menores de idade. Mas no ano passado, Anand Grover, Inspetor Especial da ONU para Saúde, provocou polêmica significativa quando não só afirmou que existe um “direito” de saúde sexual e reprodutiva, mas tentou definir esse direito como incluindo acesso ao aborto, contracepção e educação sexual.
A associação desse direito com jovens, principalmente crianças, feita pelo secretário-geral e pela Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) é mais polêmica considerando que se pôde definir o direito como incluindo acesso ao aborto e à contracepção.
Organizações como a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) e IPAS, defensores ferrenhos dos direitos sexuais e reprodutivos de menores de idade internacionalmente e na ONU, já anunciaram relatórios oficiais à secretaria da conferência apoiando a linguagem de direitos que inclui contracepção e aborto. Eles estão também usando a conferência como uma oportunidade para atacar o envolvimento dos pais na saúde sexual de seus filhos.
Para organizações como a IPPF, os pais são os maiores obstáculos para que crianças menores de idade tenham acesso a serviços como aborto e contracepção, e eles esperam garantir a linguagem na conferência que marginalizará o papel dos pais.
Em sua declaração oficial, a IPPF declara: “As leis que restringem o acesso dos jovens aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive leis de consentimento dos pais ou do marido”, têm de ser removidas ou impedidas de serem aplicadas. A IPAS vai muito mais longe, argumentando que os jovens têm de ser considerados participantes independentes, livres de quaisquer obstáculos que ignorem sua própria “capacidade de fazer decisões informadas”. A principal meta deles nesta conferência será marginalizar o envolvimento dos pais e incentivar países que apoiam sua posição a aumentar a pressão para o tipo de linguagem que o secretário-geral já vem propondo.
Considerando que o documento que será negociado na conferência exorta “os governos… a dar atenção total a atender às necessidades de educação, serviços e saúde reprodutiva dos jovens com total respeito pela privacidade e confidencialidade deles”, parece que os esforços deles podem já estar tendo um grande avanço inicial.
Os membros da Comissão começaram a negociar o documento agora e a sessão final de negociação ocorrerá em abril. É certeza que estará entre as mais polêmicas de anos.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Anarquia sexual: o legado de Kinsey, da Dra. Judith Reisman
Anarquia sexual, de Matt Barber
A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças