26 janeiro, 2013

Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola


Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola

Julio Severo
O pai e a mãe de dois adolescentes de 13 e 14 anos, que educam seus filhos em casa, em Belo Horizonte, foram obrigados pela Justiça a matricular os meninos em escola pública ou particular, num prazo de 30 dias. O caso foi denunciado pelo Ministério Público que acusou o casal de “abandono intelectual” dos filhos.
Juízes decidem: filhos pertencem ao Estado
A decisão do juiz da Vara Cível da Infância e da Juventude de Belo Horizonte, Marcos Flávio Lucas Padula, foi proferida em 16 de janeiro, mas divulgada pela corte somente nesta sexta-feira (25).
No processo, os pais afirmaram que possuem prioridade sobre o Estado no oferecimento da educação escolar para os filhos. Eles mostraram que um dos meninos foi aprovado no exame de conclusão do ensino fundamental — prova suficiente para comprovar que os filhos não estão intelectualmente abandonados.
O Ministério Público, porém, mostrou que o Estado tem o direito exclusivo de impor a escola formal como única opção para os pais, afirmando que é “direito” (mais propriamente traduzido como obrigação) de toda criança e adolescente o acesso à educação formal.
O Conselho Tutelar do Barreiro, região de Belo Horizonte onde a família reside, chegou a intimar pai e mãe por violar o direito do Estado de impor sua educação sobre os adolescentes do casal. Eles foram intimados para fazer as matrículas dos filhos. Quando disseram que continuariam educando em casa, o Conselho Tutelar acionou o Ministério Público contra o casal por “abandono intelectual”.
Se abandono intelectual significa deixar os filhos sem a doutrinação imoral das escolas do Estado, de fato os pais cometeram esse “crime”. As escolas estão ensinando tantas depravações que deixariam qualquer prostituta de bordel envergonhada.
As crianças voltam muitas vezes da escola com vergonha de dizer aos pais as “lições” de sexo homossexual e outras imoralidades que aprenderam em sala de aula.
Nesse quadro cada vez mais real no Brasil, os pais cristãos têm a obrigação moral de remover os filhos das escolas e educá-los em casa. O próprio Martinho Lutero nos deu um alerta profético 500 anos atrás: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”.
Se a Justiça do Brasil não estivesse tão adoecida por ideologias politicamente corretas, não se envolveria na opção educacional dos pais para os filhos, nem os puniria. Em vez disso, intimaria e puniria ministro da Educação e outros agentes do Estado que passam dia e noite elaborando estratégias para impor kits gays e outras depravações para as crianças de escola.
É claro que o casal de Belo Horizonte não cometeu “abandono intelectual” e crime algum, pois educam os filhos em casa. Mas o Estado e seus agentes usarão qualquer desculpa e mentira para manter os filhos debaixo do seu poder e manipulação doutrinária.
O juiz considerou que, apesar de deterem o poder familiar, “os pais não estão autorizados a simplesmente retirar os filhos da rede regular de ensino, uma vez que isso os priva também do convívio social”.
O convívio social na escola hoje atira, em grande parte, as crianças à má influência de drogas, violência e prostituição. É uma socialização negativa, na melhor das hipóteses. Mas o Estado insiste nessa desculpa. 
Para fundamentar sua opinião de total controle do Estado sobre as crianças e a proibição da educação escolar em casa, o juiz se amparou no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na Constituição Federal.
O Brasil se transformou numa “democracia” ditatorial. Se o casal de Belo Horizonte trabalhasse como professores, distribuindo kits gays nas escolas, o juiz e outros agentes do Estado elogiariam seus serviços ao Estado pró-sodomia. Mas pelo fato de que cometeram o pecado imperdoável de tirar seus filhos dos braços do monstro estatal, o juiz mostra toda a sua força em favor dos interesses do gigante estatal contra um indefesa família.
Nos primeiros séculos, os cristãos desobedeciam ao Estado romano quando obedeciam a Deus.
Se os pais cristãos do Brasil crerem e demonstrarem que os filhos pertencem a Deus, estarão definidamente desobedecendo ao Estado. Se tentarem tirar os filhos dos braços do monstro estatal, estarão cometendo um “crime”.
Com informações do UOL Notícias e R7.
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08 janeiro, 2013

Homeschooling brasileiro: Submissão travestida de autonomia


Homeschooling brasileiro: Submissão travestida de autonomia

A lei, se for aprovada como está proposta, escancarará as portas das casas praticantes do homeschooling para a ação constante e indecorosa dos agentes estatais

Dr. Fábio Blanco
O homeschooling é o exercício do direito que os pais possuem de promover, em relação aos seus filhos, uma educação intelectual independente, segundo seus próprios critérios pedagógicos, filosóficos, morais e religiosos, isenta de qualquer interferência estatal quanto aos métodos, matérias e instituições envolvidas. Portanto, no cerne do direito à educação domiciliar encontra-se a completa autonomia em relação ao Estado quando se trata de educação dos filhos.
Considerando isso, o Projeto de Lei 3179/12, do deputado Lincoln Portela, apresentado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, apesar de ser uma tentativa de libertar a educação das amarras estatais, mesmo após tantas outras que esbarraram no controle público absoluto sobre ela, é insuficiente para atender a demanda dos pais desejosos de aplicar o homeschooling, exatamente porque ignora os princípios que fundamentam essa escolha.
Estado intrometido
Pela proposta, seria acrescentado ao artigo 23 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, um parágrafo estabelecendo a possibilidade de os pais assumirem a responsabilidade pela educação de seus filhos, nos seguintes termos:
§ 3o É facultado aos sistemas de ensino admitir a educação básica domiciliar, sob a responsabilidade dos pais ou tutores responsáveis pelos estudantes, observadas a articulação, supervisão e avaliação periódica da aprendizagem pelos órgãos próprios desses sistemas, nos termos das diretrizes gerais estabelecidas pela União e das respectivas normas locais.”
Ocorre que, com a aprovação dessa redação, o homeschooling não seria, como se espera, um direito dos pais, mas mera concessão do Estado. O ensino domiciliar estaria, assim, no Brasil, muito distante de seu aspecto ideal, que é o exercício de uma liberdade e de um direito fundamental. Quando o Projeto de Lei propõe a faculdade da admissão ao arbítrio do governo, apesar de gerar uma possibilidade atualmente inexistente, longe de proteger o exercício de um direito, com todas as garantias que lhe são próprias, criará apenas uma expectativa dependente da boa vontade do ente público, com toda precariedade típica desse tipo de concessão.
Além de tudo isso, há nessa proposta algo ainda mais pernicioso: a concentração do poder fiscalizador indiscriminado nas mãos dos agentes públicos. Ao estabelecer, de maneira ampla e indefinida, que o poder governamental é o responsável pela supervisão e avaliação periódicas das atividades exercidas dentro das famílias optantes pelo homeschooling, o Projeto de Lei está vulnerabilizando-as em face das investidas, nem sempre justas, nem sempre de acordo com os valores respeitados por elas, do Estado.
Não que algum tipo de avaliação não seja necessária, principalmente para evitar que pais relapsos utilizem da liberdade para abandonar intelectualmente as crianças que estão sob sua responsabilidade. No entanto, esses critérios avaliativos devem ser claros, objetivos e respeitosos. Como o Projeto de Lei está redigido, a discricionariedade pode ser tão grande que, ao invés do reconhecimento da autonomia educacional, promoverá a invasão estatal legalizada do seio familiar.
Casos de abusos praticados por agentes de Conselhos Tutelares têm sido veiculados ultimamente. À revelia da lei e do bom senso, alguns têm feito uso de seus cargos para, intrometendo-se em assuntos familiares, alienar os pais do exercício pleno do pátrio poder. Ora, se os abusos já ocorrem sob a égide de uma legislação dúbia, como a atual, quando a norma lhes der autoridade, como a prescrita no Projeto de Lei, esse poder concentrado em suas mãos os tornará verdadeiros policiais da educação, do pensamento e da paternidade.
A lei, se for aprovada como está proposta, escancarará as portas das casas praticantes do homeschooling para a ação constante e indecorosa dos agentes estatais. Serão assistentes sociais, psicólogos, conselheiros tutelares e tantos outros agindo em favor da manutenção da ordem pública e pela proteção das crianças. Quem serão os acusados, os suspeitos, os agressores? Obviamente, os pais.
Permitir tamanha ingerência estatal sobre a vida familiar é o oposto do que deseja qualquer pai que opta pela educação familiar. Se o que eles buscam é a autonomia, o Projeto de Lei apresentado não a oferece, de maneira alguma. Pelo contrário, como está proposto, os chamados homeschoolers tornar-se-iam presas fáceis das investidas do Poder Público, ficando à mercê de sua atuação, que, sabe-se bem, não é geralmente afeita à liberdade individual e independência.
Pode parecer que a aprovação de qualquer lei que permita a prática do ensino domiciliar no Brasil seja um passo em direção à liberdade. Porém, se ela não respeitar os princípios que a fundamentam, no lugar da autonomia prometida oferecerá, na verdade, a total submissão ao Estado.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Triunfo estatal contra a família: Congresso Nacional reforça proibição à educação escolar em casa

13 dezembro, 2012

O que você precisa saber sobre a contracepção


O que você precisa saber sobre a contracepção

Julio Severo
Apresento, pela primeira vez no Brasil, um vídeo inédito sobre contracepção: http://youtu.be/rXKmCpTU84w

O vídeo traz importantes informações sobre essa questão que predomina em cada lar brasileiro.
Desejo que todos sejam tão abençoados quanto eu e minha esposa temos sido.
Nesta semana, nascerá nosso quinto filho, que será recebido com alegria e louvores a Deus.
Mas nem sempre foi assim.
Mais de duas décadas atrás, eu queria me casar. Mas, como todo ser humano hoje debaixo da mentalidade contraceptiva, eu não queria mais que dois filhos.
Contudo, de algum modo, pude fazer uma oração a Deus, pedindo que Ele me mostrasse o que eu não conhecia. Não entendo por que fiz essa oração, mas houve resposta.
A resposta veio na forma de contatos com americanos, inclusive uma amiga luterana e o Pe. Paul Marx, fundador de Human Life International.
O padre e a luterana muito me ajudaram a compreender que a tradição luterana e da Reforma contra a contracepção estava alinhada com a Bíblia.
Essa não é uma tradição exclusivamente católica. Na verdade, todas as igrejas cristãs, inclusive a católica, a luterana e a reformada, sempre foram opostas à contracepção. Mas o século XX conseguiu impor a mentalidade contraceptiva dentro das igrejas. Somente a Igreja Católica pôde se manter fiel na postura pró-família que era vivida por todas as igrejas cristãs.
Martinho Lutero
As igrejas protestantes se desviaram de sua grande tradição pró-família, se esquecendo ou ignorando, por exemplo, o que Martinho Lutero disse:
“O resto da ralé é mais maligna do que os próprios pagãos, pois a maioria dos casais não deseja filhos. Aliás, eles fogem disso e acham melhor viver sem filhos, pois eles são pobres e não têm os meios com que sustentar um lar. Isso ocorre principalmente com os que se dedicam à preguiça e à vagabundagem e evitam os suor e labor do casamento. Mas o propósito do casamento não é ter prazer e ser preguiçoso, mas procriar e criar filhos, sustentar um lar. Isso, é claro, é um peso imenso cheio de preocupações e trabalho pesado. Mas você foi criado por Deus para ser um marido ou uma esposa e para que você aprenda a aguentar essas dificuldades. Aqueles não têm amor por filhos são porcos e animais, indignos de serem chamados de homens ou mulheres, pois eles desprezam a bênção de Deus, o Criador e Autor do casamento”.
A luta cristã contra a contracepção, pois, não é uma luta estritamente católica. Aliás, o maior ativista pró-vida da história moderna foi um evangélico chamado Anthony Comstock. Ele combatia a pornografia, o aborto, o abuso infantil e a contracepção.
Nesta era em que impera a doutrinação e a mentalidade contraceptiva, precisamos olhar para a Palavra de Deus, que ensina que filhos e uma família grande são bênçãos.
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05 dezembro, 2012

Lei Anti-Palmada: Opinião da população não vale nada para os ativistas contra os direitos dos pais


Lei Anti-Palmada: Opinião da população não vale nada para os ativistas contra os direitos dos pais

Julio Severo
A chamada Lei Anti-Palmada, que deveria ter sido votada ontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, foi adiada por requerimento dos deputados evangélicos Anthony Garotinho, Ronaldo Fonseca e Marcos Rogério. A atuação dos parlamentares evangélicos jamais teria sido possível sem a mobilização da população, que telefonou, enviou e-mails, etc.
O Dep. Marcos Rogério apresentou também reclamação oficial para que, em vez de votada apenas por um grupo pequeno de deputados, a Lei Anti-Palmada seja votada por todos os deputados.
O deputado evangélico reclamou que, usando de argumentos eticamente questionáveis, os parlamentares a favor da lei estão fazendo de tudo para que o projeto não seja votado por todos os deputados.
O Relatório da Participação Popular (Janeiro a Junho 2012), publicado pela Câmara dos Deputados, registra que esse é um projeto de grande interesse de toda a população. O Relatório diz:
Síntese da participação dos cidadãos sobre o tema:
∙∙ O dever de educar é da família, não devendo ser imposto pelo Estado;
∙∙ Os pais devem ter liberdade para educar seus filhos;
∙∙ É importante respeitar o direito de os pais disciplinarem seus filhos.
Extrato das opiniões dos cidadãos sobre o PL 7672/2010:
“Não é necessário criar uma lei, pois o assunto já é abordado pelo Código Penal e pelo próprio Estatuto da Criança e do Adolescente. O Estado não pode interferir na educação dos filhos. Dar uma palmada não é a mesma coisa que espancar.”
Diego Willian Aguilar/SP
“Solicito que seja respeitado o sagrado direito dos pais disciplinarem seus filhos. Por isso, imploro que não aprovem o projeto de lei 7672/2010.”
Nanalião Vicente Mendes/SP
“A aprovação do projeto de lei retira dos pais a autoridade na educação dos seus filhos.”
Rosângela Alves Justino/RJ
Relatório da Participação Popular (Janeiro a Junho 2012), página 25.
De forma ainda mais contundente, o relatório mostra que 94% da população que se manifestou pelo telefone gratuito da Câmara dos Deputados (0800-619 619) se mostraram totalmente contrários à Lei Anti-Palmada.
O resultado poderia ser maior, pois muitos dos meus leitores reclamaram no meu Facebook, Twitter e blog que os atendentes do 0800-619 619 estavam dizendo que a Lei Anti-Palmada não estava em pauta no dia da votação.
A informação que recebi é que ativistas ligados à lei pressionaram o Congresso para dificultar a manifestação popular. Então, quando o povo ligava se manifestando contra a Lei Anti-Palmada, o atendente dizia que o projeto não estava na pauta do Plenário — o que é verdade. Mas o que é igualmente verdade é que todos os atendentes sabem que essa lei estava em pauta na Comissão de Constituição e Justiça, e se tivessem sido honestos, poderiam sem problemas receber a opinião da população.
A posição da bancada evangélica está dividida. Há deputados que são contra e deputados que são a favor.
Até o momento, a postura mais forte veio de Magno Malta, que disse: “Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro.”
Contudo, não importa que 94% da população sejam contra a Lei Anti-Palmada. E ainda que toda a bancada evangélica fosse contra essa lei, o fato é que o governo de Dilma Rousseff, especialmente a autora da lei, Maria do Rosário, jamais aceitarão uma derrota.
Há numerosos casos, conhecidos por mim e outros líderes cristãos, de pais cristãos sofrendo abusos por parte das autoridades por causa das leis já existentes.
Há o caso do pastor que, ao corrigir fisicamente o filho, foi ameaçado de ser levado ao Conselho Tutelar. O garoto havia aprendido a denunciar os pais na escola.
Há o caso de um pastor luterano que, ao beliscar um garoto que estava batendo em outros garotos numa partida de futebol, foi parar no Conselho Tutelar.
Há o caso de um pastor que foi parar no Conselho Tutelar por impedir a filha menor de ir a um baile funk de noite.
Com as leis que já existem, pais e mães que educam seus filhos estão sofrendo agressões do Estado, indo parar em Conselhos Tutelares, etc.
Com a aprovação de mais uma lei “contra agressões às crianças”, mais agressões virão aos pais. E o pior é que os deputados, que recebem elevados salários às nossas custas, gastarão muito tempo e muito de nosso dinheiro para aprovar uma lei sobre um assunto já amplamente tratado na legislação.
Essa é uma guerra dura. O governo todo está pondo todo o seu peso nessa lei. A bancada evangélica está dividida.
E a opinião de 94% da população não tem nenhum valor para os que querem, a ferro e fogo, aprovar a lei que, se punir a palmada, vai agredir diretamente os pais. Se punir somente agressões, tem o potencial de ser interpretada, como já vem ocorrendo nas outras leis já existentes, contra os pais.
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06 novembro, 2012

Frente parlamentar promove seminário sobre educação domiciliar


Frente parlamentar promove seminário sobre educação domiciliar

A Frente Parlamentar Mista de Educação Domiciliar promove seminário internacional sobre o tema, na quarta-feira (7), a partir das 14 horas, no Auditório Freitas Nobre, da Câmara dos Deputados. Os interessados em participar do seminário não precisam fazer inscrições antecipadas.
Confira a programação do seminário:
14h – Abertura
- Presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Newton Lima (PT-SP);
- Líder do PR e presidente da Frente Parlamentar de Educação Domiciliar, deputado Lincoln Portela (PR-MG);
- Deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL);
- Deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ), integrante da Comissão de Educação e Cultura.
14h30 às 15h30 – O que é necessário para praticar a educação domiciliar (Questões didáticas e pedagógicas)
Palestrante: professor Luiz Carlos Faria da Silva;
15h30 às 16h30 – A educação domiciliar e a socialização das crianças e adolescentes
Palestrante: sociólogo Edilberto Sastre;
16h30 às 17h30 – Sobre a constitucionalidade da educação domiciliar: Essa modalidade atende aos princípios da nossa Carta Magna
Palestrante: advogado Alexandre Magno.

31 outubro, 2012

Uma nova Reforma para contra-atacar as grandes portas do inferno?


Uma nova Reforma para contra-atacar as grandes portas do inferno?

Martinho Lutero dá um alerta importante para os pais de hoje

Julio Severo
Ao assinar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, Samuel Adams afirmou: “Tenho a confiança de que neste dia o reinado do protestantismo político se iniciará”. Os 56 signatários eram na grande maioria protestantes.
De acordo com Patricia Bonomi, professora emérita da Universidade de Nova Iorque: “Os colonos americanos eram 98 por cento protestantes”.
O estadista britânico Edmund Burke discursou no Parlamento Britânico em 1775 dizendo: “Todo protestantismo… é um tipo de dissidência. Mas a religião que mais predomina em nossas Colônias do Norte [os EUA] é um refinamento do princípio da resistência; é uma dissidência da dissidência, e o protestantismo da religião protestante”.
O reinado do protestantismo politico nos EUA começou a declinar quando o liberalismo invadiu as igrejas, e havia pouca dissidência; e quando uma educação centrada no Estado substituiu uma educação centrada na família, com mínima dissidência das igrejas e famílias.
Hoje, pela primeira vez em sua história, os Estados Unidos não têm uma maioria protestante, de acordo com uma recente reportagem da Associated Press. Enquanto o liberalismo está aumentando em suas igrejas protestantes, os EUA estão vendo o declínio dos membros dessas igrejas e muitos de seus líderes fazendo dissidência do próprio Evangelho.
É claro que os atuais protestantes americanos são muito diferentes dos primeiros reformadores, que fizeram dissidência contra o mal por amor ao Evangelho.
O protestantismo teve suas origens em 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero postou as 95 teses na porta da Igreja de Wittenberg. Intimado a comparecer diante do Imperador Carlos V para ser julgado, Lutero foi declarado criminoso. Frederico da Saxônia o escondeu no Castelo de Wartburg onde ele traduziu no Novo Testamento para o alemão.
Lutero mais tarde escreveu: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”.
Povos e nações deram atenção ao aviso de Lutero nas 95 teses, e o resultado foi bênçãos para eles por meio da livre leitura e interpretação da Bíblia. O primeiro aviso foi essencial para a época dele.
O segundo aviso dele é para os povos e nações em nossa época. As escolas modernas não fazem esforço algum para explicar ou gravar a Bíblia no coração dos jovens. Pelo contrário, as escolas estão gravando o homossexualismo e outras perversões no coração dos jovens.
As escolas efetivamente se tornaram as grandes portas do inferno. E você não precisa dar atenção à voz profética de um alemão de quinhentos anos atrás.
As provas e resultados dessas grandes portas do inferno estão na mente e coração de muitas crianças protestantes, de crianças católicas e de crianças não-cristãs.
É tempo de dar atenção a Lutero de novo.
É tempo de dar aos seus filhos escolas que expliquem e gravem a Bíblia em seus corações jovens.
É hora de resgatar seus filhos das grandes portas do inferno e tornar seu lar uma escola.
Faça de seu lar as grandes portas do Céu.
Dê atenção a Lutero.
Faça dissidência e oposição às grandes portas do inferno.
Escolha a educação escolar em casa.
Com informações de “American Minute Wednesday, October 31, 2012.”
Leitura recomendada: Blog Escola em Casa

23 outubro, 2012

O especialista louco do Conselho Tutelar


O especialista louco do Conselho Tutelar

* “Nunca o vi observar pais com seus filhos”: A assistente social que afirma ter sido forçada a tirar bebês de suas mães pelo “especialista” que brincava de ser Deus
* Keira Roberts trabalhou para o Dr. George Hibbert no Centro de Aconselhamento Familiar da cidade de Swindon, 130km a leste de Londres
* Hibbert dava tarefas estranhas aos pais, como trocar um pneu de carro enquanto cuidava da criança
* Keira: ‘Tivemos que colocar coisas ruins em nossos relatórios’
* O Dr. Hibbert ganhava mais de £40,000 (R$120.000) por semana.
Katherine Faulkner
Qualquer pessoa que trabalhe em um Conselho Tutelar lhe dirá que um dos piores aspectos do trabalho é ter que tirar uma criança dos braços da mãe, possivelmente para sempre.
Só isso já é de partir o coração, ainda mais quando se sabe com 100% de certeza que retirar a guarda dessa criança é o melhor para ela. Mas e se você estivesse sendo forçado a afastar uma criança de uma mãe que você acredita ser boa e dedicada?
Keira Roberts nunca imaginou que se encontraria em tal posição quando aceitou trabalhar para um psiquiatra eminente que se especializou em ajudar as autoridades locais a identificar pais perigosos ou negligentes.
“Brincando de Deus”: Dr. George Hibbert, especializado em ajudar autoridades locais a identificar pais perigosos e negligentes
O Dr. George Hibbert era visto como um dos principais especialistas em abuso infantil, dava palestras na Universidade de Oxford e assessorava membros do parlamento acerca do sistema de varas de família.
Quando Keira concordou em trabalhar para ele, foi em um dos seus Centros de Aconselhamento Familiar, um dos lugares para onde eram encaminhadas as famílias que estavam sob monitoração das assistentes sociais. Essas famílias eram monitoradas dia e noite enquanto se decidia o que se deveria fazer em seguida.
Era um processo bastante invasivo, mas Keira presumia que o Dr. Hibbert, que tinha alta confiança (e um belo salário) de várias autoridades locais, sabia o que estava fazendo.
E após o escândalo da morte do bebê Peter Connelly, ela entendeu como era importante agir em todas as suspeitas de abuso dos pais.
Mas proteger crianças é uma coisa. Destruir famílias, aparentemente por razões banais, é outra. No entanto, isso é o que Keira acusa o Dr. Hibbert de ter feito, e em uma escala espantosa.
O primeiro sinal de alerta surgiu quando Keira sentiu que o Dr. Hibbert queria que sua equipe tivesse como prioridade registrar apenas os aspectos negativos que observavam.
E ela ficou assombrada quando os pais eram submetidos a tarefas bizarras e, acreditava ela, injustas, para avaliar como se comportavam.
Ela assistiu a uma jovem mãe fazendo esforço para utilizar o aspirador nas escadas enquanto segurava um bebê. Outra foi enviada ao supermercado com o bebê para carregar sozinha uma enorme quantidade de compras para 14 pessoas.
Mas sua estupefação com os métodos do Dr. Hibbert se transformaram em terror quando ela viu que quando os pais “fracassavam” nas tarefas para os padrões elevados (ou “impossíveis”, como ela colocou) do Dr. Hibbert, isso contava para eles negativamente, e seus filhos lhes eram tirados.
E o que lhe assombra é que algumas vezes sobrava para ela a responsabilidade tirar as crianças dos pais a força.
O caso que ainda lhe tira o sono envolveu uma jovem mãe chamada Anna, uma mulher que Keira havia observado por 14 semanas e considerava uma boa mãe. Ela vinha de um histórico difícil, mas não havia provas de que ela era abusiva ou negligente com relação ao seu bebê.
Sob investigação: Dr. George Hibbert em frente do Centro de Aconselhamento Familiar em Swindon
Aliás, Keira estava impressionada com o bom trabalho que ela estava fazendo para cuidar de seu filho.
No entanto, um dia, às 5 horas da manhã, Keira estava trabalhando no centro de aconselhamento familiar quando Anna apareceu chorando. Estava com o bebê nos braços, andando impacientemente de um lado a outro e aos prantos, implorando a ajuda de Keira.
“Ela estava convencida de que iria para casa sem seu bebê porque pensava que havia fracassado. Estava histérica. Perguntava repetidamente: ‘Você acha que sou uma boa mãe?’ Minha resposta era sim, mas não havia nada que eu poderia fazer. O Dr. Hibbert havia tomado sua decisão”.
Mais tarde, foi Keira quem teve que tirar o bebê dos braços dessa mãe. “Foi a pior coisa que já tive que fazer”, afirma.
Mas Anna não foi um caso isolado. A frequência com que bebês eram tirados dos seus pais em razão das práticas do Dr. Hibbert ainda não é conhecida. Mas Keira não foi a única a temer que seu chefe estava abusando de seus poderes.
Algumas semanas antes, o Dr. Hibbert se ofereceu para abrir mão de sua licença quando o Conselho Geral de Medicina abriu uma investigação por causa da acusação de que ele teria deliberadamente feito um diagnóstico errado, de que mães apresentavam distúrbios mentais, para atender às exigências das assistentes sociais.
O Conselho negou a oferta do Dr. Hibbert, e está investigando sua competência para exercer sua profissão.
É a primeira vez que um membro de sua equipe se manifestou para falar sobre o que dizem acontecer dentro de um dos seus centros de aconselhamento familiar.
Keira trabalhou por mais de um ano para o Dr. Hibbert no centro Windmill House, na cidade de Swindon. Seu relato, que foi dado com a condição de que sua identidade fosse mantida em sigilo, descreve o horrível cenário nas vidas dos pais sobre os quais Hibbert disse às varas familiares serem “inaptos” para cuidarem de seus filhos.
Não se conhece o número de famílias que foram destruídas pelo Dr. Hibbert, mas Keira confirma que devem ser “muitas”.
Entre quatro e oito famílias viviam em Windmill House em qualquer dado momento, com Keira e suas colegas observando-os 24 horas por dia, inspecionando todas as interações dos pais com seus filhos.
Era como “a casa do Big Brother”, afirma, “mas 100 vezes pior, porque se eles fizessem algo que fosse considerado errado, corriam o risco de perder seus filhos”.
Mesmo à noite, afirma Keira, a equipe escutava a interação entre pais e filhos (e, no caso de casais, suas conversas íntimas) por meio de babás eletrônicas.
Ela afirma que as mães não tinham privacidade nem mesmo para amamentar seus filhos. “Sempre achei isso muito invasivo” afirma Keira.
“Quando estava observando os pais no mesmo recinto, costumava beber lentamente um copo d’agua ou fazer palavras cruzadas para que eles não se sentissem tão observados”.
Talvez essa intrusão fosse justificada se as observações sobre as interações dos pais com seus filhos tivessem sido honestas.
Keira afirma que as coisas começaram de uma forma equilibrada, com a equipe sendo orientada a escrever, nas margens das suas abundantes anotações, um pequeno “G” (good) para boas atitudes, “B” (bad) para más atitudes, e “R” para ações rotineiras.
Mas depois, segundo ela, eles entenderam que tinham que anotar apenas os aspectos ruins das ações que observavam.
Ela afirma: “O Dr. Hibbert disse: ‘Tudo o que quero, tudo o que preciso é que vocês destaquem tudo o que for ruim’. Não incluíamos quaisquer boas ações dos pais porque as varas não iriam considerá-las como interpretação”.
A equipe estava horrorizada, acreditando que isso iria gerar uma “visão distorcida”.
“Não acredito que qualquer pessoa tenha achado isso correto”, afirma Keira, “mas ele disse que tínhamos que reduzir a papelada que repassávamos a ele”.
Outro método do Dr. Hibbert era o de submeter os pais a tarefas bizarras, como trocar o pneu de um carro enquanto cuidava de um bebê.
“Os testes eram ridículos”, afirma Keira. “Vários dos membros da equipe disseram que se estivéssemos na mesma situação, iríamos fracassar. Era um ambiente totalmente improvável e falso”.
Mas, por incrível que pareça, as mães com frequência se saiam bem nas tarefas, apesar das dificuldades. “Elas estavam desesperadas para passar”, lembra Keira.
Embora ela e seus colegas tivessem que observar os pais 24 horas por dia, Keira afirma que o Dr. Hibbert raramente estava em Windmill House.
A equipe o via ocasionalmente entrando e saindo do estacionamento em um dos seus Porsches (um preto e um prata), ou aparecendo no escritório para pegar um dos seus ternos de grife, que alguém da equipe havia levado para lavar a seco.
Mas Keira alega que “nunca” viu o psiquiatra de fato observar os pais com seus filhos antes de escrever seus relatórios para as varas de família, o que seria extraordinário se fosse sempre o caso, considerando que esse homem estava ganhando um salário muito alto à custa dos cidadãos que pagam impostos para fazer uma “avaliação intensiva e multifacetada” de uma mãe por mais de 12 semanas.
Rico: Dois Porsches podem ser vistos estacionados em frente à casa do Dr. Hibbert perto de Swindon.  Em determinado momento em 2010, quando ele tinha 11 residentes no centro de uma vez, o Dr. Hibbert estava recebendo mais de R$120.000 por semana.
“No ano em que estava lá, não o vi uma única vez observar um pai ou mãe com seu bebê”, afirma Keira. “Era ridículo. Como ele pode dar uma opinião de especialista sobre o comportamento dos pais se ele nem sequer os observou?”
O Dr. Hibbert admitiu que limitou suas interações com os pais por causa dos fortes efeitos que isso poderia causar.
No entanto, poucos teriam suspeitado de que ele raramente observava as pessoas cuidando de seus filhos.
Não apenas isso, as somas cobradas pelo Dr. Hibbert para seus aconselhamentos familiares são espantosas. As varas de família têm pago milhares de libras por semana por seus pareceres.
Cada pai com um filho na unidade lhe rendem £4.100 (cerca de R$ 12.000) por semana. Esse valor sobe para £6.150 (cerca de R$19.000) para um casal e um filho, ou £8.200 (cerca de R$25.000) para um casal e dois filhos.
Em determinado momento em 2010, quando ele tinha 11 residentes no centro de uma vez, o Dr. Hibbert estava recebendo mais de £40.000 por semana, mais £210 (cerca de R$650) que cobrava por cada hora em que tem que ler a papelada dos pais.
Essa conta era dividida entre as autoridades locais, o representante legal da criança e o advogado que atuava como procurador dos pais. Em outras palavras, dinheiro público.
Apesar dos enormes custos, os aconselhamentos do Dr. Hibbert parecem depender em grande parte de anotações feitas por membros de sua equipe, alguns de até 19 anos.
Keira insiste que o Dr. Hibbert geralmente via os pais por não mais do que 20 minutos por semana. Os funcionários, que recebiam um salário de £16,500 (cerca de R$ 50.000) por ano, ficavam com a responsabilidade de observar os pais por ele.
“Não éramos especialistas, nenhum de nós era”, confirma Keira. “Alguns não tinham qualificação nenhuma. No entanto, éramos nós que de fato observávamos os pais com seus filhos”.
Com os pais arcando com a própria alimentação, cozinhando e cuidando da limpeza sozinhos, os funcionários comentavam que o Dr. Hibbert “devia estar faturando muito alto com o seu centro de aconselhamento familiar”. No entanto, esse era apenas um dos seus bicos altamente rentáveis.
Ele também ganhava uma fortuna testemunhando em julgamentos como especialista, para o qual cobra a absurda quantia de £1.800 (cerca de R$ 5.500) por dia. E por incrível que pareça, ele ainda faturava £105 (cerca de R$300) por hora pelo tempo de viagem de ida e volta das audiências, mais cerca de £0,72 (cerca de R$2,20) por quilômetro como custo de combustível.
“Não sei com que frequência ele ia a audiências, mas era mais ou menos uma vez por mês”, lembra Keira. Segundo ela, ele não era um chefe gentil, e alega que ele estava sujeito a crises de “mau humor” e costumava “andar pesado” quando estava irritado. Keira o descreve como uma “presença intimidadora”.
“Ele me olhava com desprezo”, afirma. “Ele era mais inteligente, ele era quem sabia de tudo; nós éramos apenas seus lacaios. Nunca encontrei alguém tão cheio de si. Também se achava uma dádiva de Deus para as mulheres”.
No ano em que trabalhou no centro, vários funcionários pediram demissão devido ao que Keira acreditava ser problemas com o Dr. Hibbert.
E não demorou muito até que ela começasse a ter sérias dúvidas. “Com algumas mães, parecia não importar o que escrevíamos”, afirma ela. “Parecia que ele tinha tomado sua decisão a respeito delas desde o início”.
Outras, acredita ela, eram criticadas “por nada”.
Um jovem pai foi acusado de ter “tendências pedófilas” depois que uma assistente social o observou deitado no chão com sua filha assistindo televisão.
Outro foi acusado de ter um estilo “invasivo” porque gostava de fazer cócegas em sua filha, no que Keira afirmava que o bebê “simplesmente adorava”.
O caso mais bizarro foi o caso de uma mãe casada que gostava de escrever lembretes. “O Dr. Hibbert nos disse que escrever lembretes não era um comportamento normal. Ele disse que era obsessivo. “Todos nós dissemos: pera lá, nós fazemos isso também!”
Mas os pais não tinham como ganhar.
“Se os pais não confiavam nele, eram rotulados de paranoicos”, lembra-se Keira. “Se ficassem tristes, ele dizia que não eram estáveis”.
O fim da picada com o Dr. Hibbert veio quando ela observou uma reunião que ele teve com uma mulher que descrevia como ela uma vez foi estuprada.
A reação do psiquiatra deixou Keira chocada. Ela afirma: “Eu o vi colocar os dedos nos ouvidos e dizer: ‘Nã nã nã, não estou escutando’. Não pude acreditar no que eu estava vendo. Não tive a impressão de que ele tinha um pingo de empatia”.
No início de 2010, o Dr. Hibbert abriu mais quatro quartos no seu centro de aconselhamento.
Mas poucos meses depois de ter aberto o prédio extra (chamado de O Anexo), de repente ele fechou todo o centro.
Disseram aos funcionários que os negócios com as autoridades locais estavam ficando escassos devido à situação econômica, e que toda a equipe iria perder o emprego.
“Foi muito estranho”, lembra Keira. “Alguma coisa não estava certa. Ele gastou todo esse dinheiro equipando o prédio, e ainda estávamos recebendo ligações das autoridades locais nos pedindo que internássemos mais famílias”.
Foi apenas mais tarde que Keira descobriu o que acredita ser a verdadeira razão de o centro ter fechado tão abruptamente: seu ex-chefe estava sendo investigado pelo Conselho Geral de Medicina.
Uma jovem mãe alegou que ele deliberadamente a diagnosticou com transtorno bipolar, uma decisão que trouxe como consequência a perda de seu filho.
Na última sexta-feira, um porta-voz do Dr. Hibbert disse: “A Sociedade de Proteção Médica, em nome do Dr. Hibbert, confirma que não foi encontrado nada contra ele pelo Conselho Geral de Medicina ou qualquer outra entidade. O Dr. Hibbert não pode comentar a respeito de investigações em andamento devido ao seu compromisso de confidencialidade dos pais e suas obrigações profissionais”.
Quanto a Keira, ela afirma que quer ir ao Conselho contar sua história.
E acrescenta: “Pessoalmente, quero que ele seja processado, tenha seus bens confiscados e vá para a cadeia. O que ele fez é imperdoável”.
Alguns nomes foram alterados.
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