23 outubro, 2009

Educação ou deformação?

Educação ou deformação?

Olavo de Carvalho

O pronunciamento do MEC, que considerou inconstitucional a legalização do homeschooling por violar o direito de todos à educação gratuita, é só mais um exemplo do barbarismo que, a pretexto de educar nossos filhos, lhes impõe todo um sistema de deformidades mentais e morais para fazer deles idiotas criminosos à imagem e semelhança de nossos governantes.

Lembrem o que eu disse dias atrás, sobre as afirmações que não podem ser discutidas, apenas analisadas como sintomas da demência que as produziu. O parecer do MEC sobre o homeschooling inclui-se nitidamente nessa categoria. Desde logo, um direito que, sob as penas da lei, se imponha ao seu alegado beneficiário como uma obrigação, não é de maneira alguma um direito. Direito, como bem explicava Simone Weil, é obrigação reversa: se tenho um direito, é porque alguém tem uma obrigação para comigo. Ter direito a um salário é ter um empregador que está obrigado a pagá-lo. Se, ao contrário, sou eu mesmo o titular do direito e da obrigação de satisfazê-lo, é claro que não tenho direito nenhum, apenas a obrigação. É assim que os luminares do MEC entendem a educação gratuita: as pobres crianças brasileiras, por serem titulares desse direito, são obrigadas a engolir a cafajestada estatal inteira que se transmite nas escolas, sob pena de que seus pais sejam enviados à cadeia. Isso não é um direito: é uma imposição e um castigo. Para sofrê-lo, basta ser criança e inocente.

O pior é que os apologistas dessa coisa nem reparam na impropriedade do vocabulário com que a defendem, indício não só de suas más intenções como também da sua falta da cultura superior indispensável aos cargos que ocupam na Educação nacional. Segundo a agência de notícias da Câmara dos Deputados, o diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério, Carlos Artexes Simões, acredita que "a obrigatoriedade de o Estado garantir o ensino fundamental, conforme prevê a Constituição, deve ser exercida na escola". Qual o nexo lógico que essa criatura crê enxergar entre a obrigação estatal de garantir isto ou aquilo e o direito de o governo mandar para a cadeia quem prescinda desse suposto benefício? Desde quando a obrigação de um se converte automaticamente em obrigação de outro, e, pior ainda, em obrigação do titular do direito correspondente? O Estado tem também a obrigação de garantir assistência médica: deveriam então ser processados e presos os cidadãos que recorram a um médico particular, poupando aos cofres públicos uma despesa desnecessária? O Estado tem a obrigação de pagar aposentadorias: nunca fui buscar a minha, à qual tenho direito há mais de uma década. Não fui buscá-la porque ainda estou forte e saudável, graças a Deus, e fico feliz de poupar ao Estado uma quantia que será melhor empregada em benefício de doentes e incapacitados. Devo ser preso por isso? Quanto custa ao Estado a educação de uma criança? Se um indivíduo tem seus impostos em dia e ainda, possuindo dons de educador, dá instrução a seus filhos em casa, cabe ao Estado ser grato ao cidadão exemplar que o auxilia duplamente, com seu dinheiro e com seus serviços, sem nada pedir em troca. Punir essa conduta honrosa é inversão total da moralidade. Sendo nosso governo o que é, não se poderia mesmo esperar dele outra coisa.

Em terceiro lugar, qual a oposição lógica que esses loucos crêem existir entre o homeschooling e o direito à educação gratuita? Imaginam eles que os pais cobram mensalidades dos filhos para educá-los em casa? A coisa é de um contrasenso tão evidente que não percebê-lo à primeira vista indica deficiência mental.

Por fim, o próprio Carlos Artexes Simões não percebe a monstruosidade comunofascista que profere ao declarar que "a escola ainda é a vanguarda do ponto de vista do conhecimento necessário para a construção de um Estado republicano". Por que as crianças deveriam ser usadas como tijolos para a construção deste ou daquele regime político que interesse ao sr. Simões? Se o regime fosse monárquico, isso mudaria em alguma coisa o conteúdo das disciplinas essenciais, como gramática, aritmética e ciências? Mesmo a História e a informação básica sobre direitos humanos não têm por que ser alteradas conforme as preferências do regime. Bem ao contrário: qualquer regime que exista só se legitima na medida em que se submeta aos valores e critérios universais dos quais a educação é portadora, em vez de torcê-los para amoldá-los à política do dia. Como expressão da cultura, a educação deve moldar o governo, não este a educação. Transformar a cultura e a educação em instrumentos do Estado foi o que fizeram Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e Pol-Pot. O sr. Simões defende essa concepção com a naturalidade sonsa de quem não é capaz de enxergar nada acima de uma política mesquinha, abjeta, oportunista. Talvez ele não o note, mas o que ele entende por educação é manipulação, é abuso intelectual de menores.

Mais desprezível ainda se torna a sua opinião quando ele acrescenta que a escola não visa só à educação, mas à socialização. Não sabe ele que tipo de socialização nossas crianças encontram nas escolas públicas? Não sabe que estas são fábricas de desajustados, de delinqüentes, de criminosos? Não sabe que, em nome da socialização, as condutas piores e mais violentas são ali incentivadas pelo próprio governo que ele representa? Não sabe que agredir professores, destruir o patrimônio das escolas, consumir drogas, entregar-se a obscenidades em público, são atos considerados normais e até desejáveis nessas instituições do inferno? Não sabe ele que há um crescimento proporcional direto da criminalidade infanto-juvenil à medida que se amplia a escolarização?

Por que se faz de inocente, defendendo a escola em abstrato, como um arquétipo platônico, fingindo ignorar a realidade miserável que as escolas públicas brasileiras impõem a seus alunos, ou melhor, às suas vítimas? Por que finge ignorar que, além da deformidade moral e social que ali aprendem, tudo o que os nossos estudantes adquirem nessas instituições é a formação necessária para tirar, sempre e sistematicamente, as piores notas do mundo nas avaliações internacionais?

Com que direito o fornecedor de lixo, de veneno, de dejetos, há de punir quem se recuse a ingeri-los, ou a dá-los a seus filhos?

O que se deve questionar não é o direito de os pais educarem seus filhos em casa: é o direito de politiqueiros e manipuladores ideológicos interferirem na educação das crianças brasileiras. É o próprio direito de o Estado mandar e desmandar numa instituição que o antecede de milênios e à qual ele deve o seu próprio ingresso na existência. Muito antes de que o Estado moderno aparecesse sequer como concepção abstrata, as escolas para crianças e adolescentes, anexas aos monastérios e catedrais (e nem falo das grandes universidades), já haviam alcançado um nível de perfeição que nunca mais puderam recuperar desde que a educação caiu sob o domínio dos políticos.

Se queremos melhorar a educação nacional, a primeira coisa que temos de fazer é tirá-la do controle de manipuladores e demagogos que não se educaram nem sequer a si próprios, a começar pelo sr. presidente da República, que se vangloria obscenamente de sua incapacidade de ler livros.

Publicado no Diário do Comércio com o título “Os novos demiurgos (2)”. Diário do Comércio, 23 de outubro de 2009

Sobre esse assunto, confira também o artigo Os novos demiurgos.

Divulgação: Blog Escola em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com

18 outubro, 2009

Morre herói do movimento de educação escolar em casa nos EUA

Morre herói do movimento de educação escolar em casa nos EUA

Thaddeus M. Baklinski

13 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Christopher J. Klicka, advogado sênior e diretor de relações governamentais e internacionais na Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), morreu ontem com a idade de 48 anos depois de uma batalha de 15 anos com a esclerose múltipla.

Jurista, conferencista, lobista e marido e pai que educava os filhos em casa, Chris deixa sua esposa, Tracy, seus sete filhos (de idades de 11 a 21), e seus pais, Ardath e George Klicka.

“Chris era tanto um homem de contatos pessoais quanto um homem de metas. Ele se importava profundamente com as pessoas, mas também era motivado a fazer sempre mais!” disse J. Michael Smith, presidente da ADLEEC num comunicado à imprensa.

“Ele era a pessoa mais determinada que já vi na minha vida. Mesmo com todas as coisas que ele realizava todos os dias na ADLEEC, ele continuamente queria lidar com novos desafios e servir as famílias que educam em casa do melhor modo possível. Ele tinha uma atenção muito grande no mundo da educação escolar em casa, mas ele também tinha atenção bastante voltada para sua família e tinha dedicação na criação de seus filhos”.

Chris era parte integral da equipe da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa durante 24 anos, sendo o primeiro funcionário de tempo integral da ADLEEC, o primeiro diretor executivo e o primeiro jurista de tempo integral.

Ele cria ardentemente que a educação escolar em casa era o melhor método educacional para as crianças e demonstrou essa paixão em todas as áreas de sua vida.

“As realizações de Chris como advogado defendendo a educação escolar em casa são claras e não dá para deixar de destacar seu valor. Ele era um dos pioneiros mais importantes do nosso movimento”, disse Mike Farris, diretor da ADLEEC.

“Ele cria que esse é o método de Deus para ensinar os filhos a amar a Deus. Ele cria profundamente na educação escolar em casa. Sua convicção era contagiante. Ele era um homem de uma dedicação total que nunca vi igual antes. A paixão que Chris sentia pela missão para a qual Deus o chamou nunca, jamais se enfraqueceu, mesmo que levemente”.

A ADLEEC é a principal organização sem fins lucrativos no mundo dedicada à defesa das famílias que educam os filhos em casa e representa milhares de tais famílias nos EUA, Canadá e Europa. A organização passou anos fazendo pressões políticas no Congresso dos EUA e a nível estadual em favor dos direitos das famílias que educam os filhos em casa sob a Constituição dos EUA e por meio de sucursais européias em defesa daqueles que vivem em países em que a educação escolar em casa está sob ameaça.

Leia o tributo da ADLEEC para Christopher J. Klicka aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101312.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

12 setembro, 2009

Família atacada por ter filhos demais: “eletrizados” com os preparativos para a chegada do 19º bebê

Família atacada por ter filhos demais: “eletrizados” com os preparativos para a chegada do 19º bebê

Hilary White

SPRINGDALE, Arkansas, EUA, 2 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Michelle e Jim Bob Duggar relataram para o serviço noticioso americano MSNBC que eles estão se regozijando por descobrirem a chegada para logo de seu 19º bebê. Descrita pelo programa Today como “radiante”, Michelle Duggar disse: “Estou me sentindo cansada, que é um jeito bom de sentir-se nesse momento”.

“Sempre digo a mim mesma que esse é um bom jeito de estar porque isso significa que boas coisas estão acontecendo”.

O bebê está previsto para chegar por volta de 18 de março de 2010.

A família faz o papel principal no programa de TV reality show “18 Kids and Counting” (18 filhos e contando) que é transmitido na TLC. A família é membro do movimento Quiverfull (Aljava Cheia) entre os evangélicos dos EUA que rejeitam as modernas filosofias anti-criança e permitem que Deus decida o tamanho de suas famílias.

A notícia da gravidez de Michelle, apenas oitos meses depois do nascimento de seu último bebê, Jordyn-Grace, veio logo depois da notícia do filho mais velho da família, Josh, que anunciou que Anna, a mulher com quem ele se casou recentemente, está esperando seu primeiro filho, que está previsto para 18 de outubro. “Filhos são benção e presente se os criamos direito, e penso que meus pais sem dúvida alguma têm mostrado isso”, disse Josh Duggar.

Mas nem todo mundo está sorrindo. Quando o caso foi publicado no site esquerdista Huffington Post, os comentaristas não hesitaram em expressar sua hostilidade à abertura à vida dos Duggars. 1.081 comentaristas responderam com ira quase uniforme que os Duggars — que não têm problemas financeiros, vivem numa casa grande que eles mesmos construíram e não estão endividados — tenham a ousadia de estarem felizes com sua família grande.

“Nada senão puro egoísmo”, disse alguém. “Que tal adotarem crianças brancas que realmente PRECISEM de lares?” disse outro.

Os comentaristas focalizaram na “ameaça” que os filhos dos Duggars representam para o meio-ambiente e acusaram os Duggars de usar seus filhos mais velhos como “babás e empregados sem salário”, chamando-os de “gananciosos e preguiçosos”. Alguns chamaram as crenças religiosas dos Duggars de uma seita que “expõe a subjugação das mulheres”.

“Temos de ter pena dessas pobres crianças sem infância e sem futuro, que pagam diariamente o preço do desejo de seus pais de colecionar filhos do jeito que a velhinha da vizinhança coleciona gatos”.

Mas um escritor foi mais cético: “Engraçado como esses caras liberais pregam tolerância e escolha até que discordem das decisões de outra pessoa”.

Os Duggars escreveram um livro sobre suas experiências, inclusive sua decisão de parar de usar o controle da natalidade artificial, e têm sido destaque em vários documentários de TV nos EUA. Eles também já apareceram em muitos programas nacionais e internacionais de TV, inclusive The Early Show, The Today Show, The View, Fox & Friends, a Televisão Pública Italiana, o Sistema de Televisão Coreana, Discovery Home & Health na Inglaterra e Austrália, Jimmy Kimmel Live, a Rede de Notícias Fox e CNN.

Veja um vídeo dos Duggars aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/familia-atacada-por-ter-filhos-demais.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09090205.html

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10 setembro, 2009

Crianças educadas em casa superam média nacional em teste do ACT

Crianças educadas em casa superam média nacional em teste do ACT

Colunista diz: “A educação escolar em casa é o gigante adormecido do sistema educacional dos EUA

PURCELLVILLE, Va., EUA, 25 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Recentemente, o ACT publicou seus resultados para 2009. Como o SAT, o ACT é uma teste padronizado administrado nos EUA que ajuda as faculdades a avaliar os candidatos. Numa escala de 1-36 os estudantes da educação escolar em casa obtiveram uma média de 22,5, que superou a média nacional de 21,1. “Esse é um desempenho estupendo e mostra que os pais que educam em casa estão preparando muito bem seus filhos para a universidade”, disse Michael Smith, presidente da ADLEEC.

De acordo com autoridades do ACT, as pesquisas mostram que um elevado desempenho no ACT indica fortemente “maior probabilidade de sucesso universitário”. O sucesso no teste do ACT também revela que os cursos escolhidos pelos estudantes secundários para se prepararem para a faculdade estão sendo eficazes.

Um total de 1,48 milhão de estudantes fizeram o ACT em 2009 que incluiu 11.535 estudantes em casa ou apenas 1 por cento do total.

Os novos resultados do ACT também apóiam os numerosos estudos que mostram que os estudantes em casa estão ultrapassando os estudantes de escolas públicas do jardim ao segundo grau. O estudo mais recente do Instituto Nacional de Pesquisa da Educação em Casa mostra que os estudantes em casa obtiveram em média 37 por cento pontos mais elevados no teste padronizado de desempenho do que em média os estudantes de escolas públicas.

Sempre foi a posição dos defensores da educação escolar em casa que a instrução pessoal direta dada por pais dedicados é um jeito mais eficaz de educar crianças. É também muito mais econômico.

Em média, as escolas públicas gastam 10.000 dólares por criança anualmente enquanto que os pais que educam em casa gastam 500 dólares por criança anualmente. A educação escolar em casa está crescendo rapidamente. O Centro Nacional de Estatísticas de Educação, parte do Ministério da Educação dos EUA, estima que a educação escolar em casa está crescendo cerca de 7% ao ano.

Devido ao sucesso e crescimento do movimento de educação escolar em casa, o colunista de educação do jornal Washington Post Jay Mathews recentemente concluiu que “a educação escolar em casa é o gigante adormecido do sistema educacional dos EUA”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/09/criancas-educadas-em-casa-superam-media.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09082705

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26 agosto, 2009

Novo estudo mostra que crianças ensinadas em casa se distinguem academicamente

Novo estudo mostra que crianças ensinadas em casa se distinguem academicamente

Crianças educadas em casa marcaram, em média, 37% pontos acima dos estudantes de escola pública em testes padronizados para medir o desempenho

PURCELLVILLE, Virginia, EUA, 7 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Hoje, a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC) disponibilizou um novo estudo: o Progress Report 2009: Homeschool Academic Achievement and Demographics (Relatório sobre Progresso 2009: Um estudo estatístico sobre o desempenho acadêmico da educação escolar em casa), conduzido pelo Dr. Brian Ray do Instituto Nacional de Pesquisa da Educação Doméstica, que avaliou 11.739 alunos que estudaram somente em casa no ano escolar de 2007-08. Os resultados estavam coerentes com estudos anteriores sobre desempenho acadêmico da educação escolar em casa e mostraram que em média os alunos que estudam em casa marcaram 37 por cento de pontos acima dos estudantes de escolas públicas em testes padronizados para medir o desempenho.

“Esses resultados validam a dedicação de centenas de milhares de pais que educam em casa e estão dando a seus filhos a melhor educação possível”, disse Michael Smith, presidente da ADLEEC.

O Relatório sobre Progresso atraiu alunos que educam em casa de 15 serviços de teste independentes e é o estudo mais abrangente de desempenho acadêmico da educação escolar em casa já completado.

Embora os resultados acadêmicos sejam impressionantes, o estudo também mostrou que as lacunas de desempenho comuns em escolas públicas não foram constatadas entre os alunos que estudam em casa.

Os meninos educados em casa (que estão 87 por cento acima dos meninos de escolas públicas) e as meninas (que estão 88 por cento acima das meninas de escolas públicas) tiveram notas iguais; o nível de renda dos pais não afetou de forma considerável os resultados (renda doméstica abaixo de 35.000 dólares: 85 por cento acima — renda doméstica acima de 70.000 dólares: 89 por cento acima); e embora o nível da educação dos pais tivesse algum impacto, até crianças cujos pais não tinham formação universitária tiveram notas 83 por cento mais elevadas, que é bem acima da média nacional para estudantes de escolas públicas. As crianças que recebem educação escolar em casa cujos pais tinham formação universitária tiraram notas 90 por cento acima.

“Por causa da instrução direta de indivíduo para indivíduo na educação escolar em casa, estamos academicamente preparados para sermos membros produtivos e contribuintes da sociedade de hoje”, disse Smith.

Em média, as escolas públicas gastam aproximadamente 10.000 dólares por criança anualmente, enquanto que o Relatório de Progresso mostra que os pais que educam em casa em média gastam cerca de 500 dólares por criança anualmente.

“A educação escolar em casa é um movimento que está crescendo e progredindo rapidamente, e está desafiando a opinião popular sobre o melhor modo de criar e educar a próxima geração”, disse Smith,

Há aproximadamente 2 milhões de crianças educadas em casa nos EUA hoje. Esse número é cerca de 4% da população em idade escolar, e a educação escolar em casa está crescendo por volta de 7% ao ano.

Mais detalhes sobre o Relatório de Progresso

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/08/novo-estudo-mostra-que-criancas.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09081008.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

17 agosto, 2009

Mãe e pai são melhores do que professores com diploma

Mãe e pai são melhores do que professores com diploma

Relatório diz que a idéia de que “qualificações” ajudam é um “mito”

Bob Unruh

© 2009 WorldNetDaily

Uma longa lista de estudos mostra que a mamãe e o papai podem ensinar seus próprios filhos com tanta eficácia quanto qualquer professor com “diploma”. Há indicações de que para algumas matérias, esses instrutores “diplomados” realmente exercem um impacto negativo no desempenho de seus estudantes, de acordo com recentes estudos coletados pela Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa.

A organização periodicamente coleta informações para seus membros, que são centenas de milhares de famílias nos Estados Unidos que ensinam seus próprios filhos em casa.

Esse relatório recente, preparado pelo Dr. Chris Klicka, advogado sênior da ADLEEC, é intitulado: “The Myth of Teacher Qualifications” [O mito das qualificações para professor].

Ele relatou: “As pesquisas educacionais não indicam nenhuma correlação positiva entre qualificações de professores e desempenho dos estudantes. Muitos tribunais julgaram que as exigências de qualificações de professor para pais e mães que educam em casa são muito excessivas e irrelevantes. A tendência das assembléias legislativas da nação indica um abandono das exigências de qualificações de professor para professores que educam em casa. Aliás, em geral os americanos estão percebendo que a necessidade de qualificações de professor é um mito. Os sindicatos de professores e outros membros da classe educacional compõem a pequena minoria que insiste em fazer pressões políticas para exigir qualificações de professor a fim de proteger seu monopólio sobre a educação, monopólio que já está se desintegrando”.

Ele disse que os pais que educam em casa precisam de tais informações para lidar com questões tais como as levantadas em Kansas alguns anos atrás, quando a Secretaria Estadual de Educação tentou promover uma lei que teria exigido que os professores domésticos fossem sujeitos às exigências estaduais de certificação e licenciamento.

O relatório analisou literalmente dezenas de estudos que examinaram a questão. Por exemplo, um estudo de 1999 da Fundação Thomas Fordham chamado “Melhores Professores, Melhores Escolas” examinou dados da pesquisa do Estudo Longitudinal Educacional Nacional de 24.000 estudantes do grau oito.

Duas perguntas principais eram se os professores com certificados “padrão” se saem melhor do que os professores com credenciais alternativas ou experimentais em termos de desempenho dos estudantes e são componentes diferentes de licenciamento de professores relacionados ao desempenho.

Nesse estudo, os autores constataram: “Embora os certificados de professor sejam universais, há pouca evidência rigorosa de que esses certificados estão sistematicamente relacionados ao desempenho estudantil. Ao contrário do que muitos pensam, os estudantes de matemática e ciência que têm professores com credenciais emergenciais não se saem pior do que os estudantes cujos professores têm credenciais padrões para ensinar, em condições normais. Esse resultado deveria, no mínimo, lançar dúvida nas alegações de que uma certificação padrão deveria ser exigida de todos os professores”.

De acordo com o relatório da ADLEEC: “O estudo também revelou que ter um diploma na área de educação não tem impacto em notas de provas de ciências para estudantes e, em matemática, ter um diploma universitário chega a ter um impacto negativo em notas de matemática!”

De acordo com a avaliação dos estudos: “A maioria das autoridades da área da educação publicamente afirmam que os professores precisam de ‘qualificações’ especiais a fim de serem eficientes. Como conseqüência, as organizações de educação pública muitas vezes promovem projetos de lei ou uma interpretação da lei que exige que os pais que educam em casa tenham uma das três qualificações: 1) um certificado de professor, 2) um diploma universitário, ou 3) aprovação num exame de ‘professores’”.

Mas, o relatório da ADLEEC disse: “Embora isso pareça razoável na superfície, tal exigência não só viola o direito de os pais ensinarem seus filhos conforme garante a Primeira e a Décima Quarta Emendas da Constituição dos EUA, mas virtualmente todos os documentos acadêmicos de pesquisa de que não há correlação positiva entre qualificações de professor (principalmente exigências de certificação de professores) e desempenho dos estudantes”.

“Tenho conversado”, escreveu Klicka, “com centenas de autoridades escolares que não conseguem entender como uma ‘mera mãe’ com um diploma colegial conseguiria possivelmente ensinar seus próprios filhos. Essas autoridades literalmente se ofendem com o fato de que pais estejam tentando ensinar seus filhos e realmente achem que se sairão tão bem quanto os professores de escolas públicas que têm pelo menos quatro anos e às vezes sete anos de educação mais elevada”.

“Infelizmente, os críticos nos meios de comunicação crêem também nesse mito e questionarão a validade da educação escolar em casa perguntando: ‘Mas os pais têm qualificações?’ O que é digno de riso nessa convicção que as autoridades da educação pública têm com relação a qualificações de professor são as estatísticas que mostram o declínio espantoso na competência entre professores certificados da educação pública e o fracasso das faculdades de professores”, escreveu ele.

A avaliação dizia: “Um dos estudos mais significativos nessa área foi realizado pelo Dr. Eric Hanushek da Universidade de Rochester, que examinou os resultados de 113 estudos sobre o impacto das qualificações dos professores no desempenho acadêmico de seus estudantes. Oitenta e oito por cento dos estudos não constataram nenhuma correlação positiva entre o desempenho educacional dos estudantes e a experiência educacional dos professores.

“Embora 7 por cento dos estudos realmente constatassem correlação, 5 por cento constatou um impacto negativo”, declarou o relatório.

Sam Peavey, professor emérito da Escola de Educação da Universidade de Louisville, também concluiu: “Queria poder lhes dizer que esses milhares de [documentos de certificação de professores] contribuíram significativamente para a qualidade do aprendizado das crianças, mas não posso… Depois de cinqüenta anos de pesquisas, não constatamos nenhuma correlação significativa entre os requisitos para a certificação dos professores e a qualidade do desempenho dos estudantes”.

Ele disse que o único modo de identificar um bom professor é examinar o desempenho dos estudantes.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Para mais informações sobre educação em casa em português, visite o Blog Escola em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com

06 agosto, 2009

Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?

Há uma ligação entre autismo e o DNA de bebês abortados presente nas vacinas?

Dra. Theresa A. Deisher

21 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Exatamente quando a indústria farmacêutica estava pensando que a controvérsia vacinas-autismo havia sido resolvida, a Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) recomendou estudos adicionais para averiguar a segurança das vacinas. Uma sensação de medo com relação à segurança do calendário americano de vacinação está levando um número cada vez mais elevado de pais a optarem por não participar de todas as campanhas de vacinação. O número de crianças que não têm todas as vacinas chegou agora a um ponto em que a imunidade de todos pode estar sob risco, levando a Vigilância Sanitária dos EUA a realizar reuniões informais com o público e a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Apesar de pesquisas excluindo o mercúrio (tiomersal) ou a dose de sarampo de uma vacina específica, o autismo continua a crescer num nível de uma em cada 64 crianças na Inglaterra.

O relatório inicial da CCNV recomenda estudos adicionais sobre o potencial para as vacinas contribuírem com o autismo em crianças que têm doenças mitocondriais subjacentes, um relatório importante considerando o histórico clínico de tais crianças contraindo autismo depois de serem vacinadas (veja o caso Poling). O que a CCNV não considerou, porém, em suas recomendações, é que o autismo regressivo epidêmico está ligado à troca que a indústria farmacêutica fez, deixando de usar células animais para produzir vacinas e usando em vez disso células de bebês abortados para a produção de vacinas. Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso.

O autismo e a desordem do espectro do autismo são doenças poligênicas, o que significa que genes múltiplos estão associados com essas doenças. Estudos também mostram claramente que há um componente ambiental, um gatilho. As vacinas são um óbvio gatilho ambiental potencial para o autismo por causa da exposição quase que universal das crianças às vacinas nos países do primeiro mundo. A conexão vacina-autismo foi especulada pela primeira vez depois da introdução da nova vacina tríplice (sarampo caxumba e rubéola, ou MMR) nos EUA em 1979, com plena participação no mercado de ações nos EUA em 1983. Essa vacina foi introduzida na Inglaterra em 1988. Os índices de autismo começaram a subir nos EUA depois de 1979 e se elevaram dramaticamente depois de 1983, e de forma semelhante se elevaram na Inglaterra depois de 1988, levando os médicos a suspeitar de uma ligação. Inicialmente, suspeitou-se que o componente do sarampo da vacina MMR II era o culpado. Estudos subseqüentes também focalizaram na presença do mercúrio nas vacinas, que incidentalmente a vacina MMR II não continha.

Esses estudos em grande parte excluíram a nova dose de sarampo da MMR II ou o mercúrio como o gatilho ambiental para o autismo. Contudo, não dá para ignorar ou desculpar a ligação sazonal convincente entre esta nova vacina MMR e autismo. O que tem sido ignorado é o fato de que esta nova vacina MMR introduziu o uso de células de bebês abortados na produção de vacinas. Num ponto, 94 por cento das crianças americanas e 98 por cento das crianças inglesas receberam essa vacina. Hoje, mais de 23 vacinas estão contaminadas com o uso de células de bebês abortados. Não há lei que exija que os consumidores sejam informados de que algumas vacinas são feitas com células de bebês abortados e contêm DNA residual de bebês abortados. Embora as vacinas mais novas produzidas com células de bebês abortados realmente informem aos consumidores, nos encartes de suas embalagens, que as vacinas contêm DNA contaminador das células usadas para produzir a vacina, elas não identificam as células como sendo derivadas de bebês humanos propositadamente abortados.

Em outras palavras, elas lhe dizem o que está na vacina, mas não informam inteiramente a você de onde vieram. As primeiras vacinas produzidas com células de bebês abortados, tais como a Meruvax (rubéola) e a MMR II, nem mesmo informam aos consumidores que as vacinas contêm DNA contaminador de células usadas para produzi-las. Além disso, é irresponsável que se ignore o risco de saúde pública de injetar em nossas crianças DNA contaminador de bebês humanos abortados.

Como é que o DNA contaminador de bebês abortados poderia criar problemas? Cria o potencial para reações auto-imune e/ou a integração indevida em nossos genomas por meio de um processo chamado recombinação. Há grupos que estão pesquisando a ligação potencial entre esse DNA e doenças auto-imunes tais como o diabete juvenil (tipo I), esclerose múltipla e Lupo. Nossa organização, Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI), focaliza em estudar a quantidade, características e recombinação genômica do DNA de bebês abortados achados em muitas das vacinas.

As pesquisas preliminares de bioinformática conduzidas no SCPI indicam que os “pontos quentes” da recombinação de DNA se acham em nove genes associados com o autismo presentes no cromossomo X. Esses genes estão envolvidos na formação sinapse de células do sistema nervoso, no desenvolvimento do sistema nervoso central e na função mitocondrial.

Será que a integração genômica do DNA de bebês abortados, encontrado em algumas vacinas infantis desde 1979, poderia ser um gatilho ambiental para o autismo? Será que o fato de que genes cruciais para a formação sinapse dos nervos e para o desenvolvimento do sistema nervoso achados no cromossomo X fornecem alguma explicação do motivo por que o autismo é predominantemente uma doença achada em meninos? Será que os “pontos quentes” identificados nesses genes associados com o autismo poderiam ser locais para a integração de DNA contaminador de bebês abortados?

Essas perguntas precisam ser respondidas, e rapidamente. Literatura recente sugere que a desordem do espectro do autismo pode agora estar impactando uma de cada 100 crianças. A indústria farmacêutica está também atualmente tomando passos para substituir mais vacinas produzidas com material animal com a produção de vacinas com células de bebês abortados e está também agindo para produzir drogas biológicas usando células de bebês abortados.

A prática de usar células de bebês abortados para vacinas e para a produção de drogas cria dilemas morais angustiantes para pais e consumidores, ignora os direitos de consentimento informado e expõe nossos filhos e a nós mesmos a agentes contaminadores que não passam por avaliações de segurança. Não podemos ignorar essa questão em boa consciência, e não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando de braços cruzados.

(A Dra. Deisher é presidente do Sound Choice Pharmaceutical Institute (www.soundchoice.org), bem como co-fundadora e diretora de pesquisa e desenvolvimento da Companhia de Biotecnologia Ave Maria (www.avmbiotech.com), que promove biotecnologia pró-vida. Este artigo é uma adaptação e atualização do boletim de junho de 2009 do SCPI e foi publicado com sua bondosa permissão.)

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/ha-uma-ligacao-entre-autismo-e-o-dna-de.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072106.html

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06 julho, 2009

Mobilização urgente: educação escolar em casa

Mobilização urgente: educação escolar em casa

Estimados amigos

Sua mobilização é muito importante. Dias atrás, falei-lhes sobre o PL-3518/2008, projeto de lei que dá amparo legal para a educação escolar em casa no Brasil. Para quem não conhece esse método internacionalmente reconhecido, é só acessar meu blog Escola Em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com/

O PL-3518/2008 está na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. A maioria esmagadora dos membros dessa comissão é do PT, PSB e outros partidos socialistas.

A relatora do projeto, a Dep. Bel Mesquita, deu parecer rejeitando a educação em casa. Com esse parecer negativo, ela já quer mandar o projeto para votação, o que seria um desastre. O único modo de evitar a votação prematura é mandar o projeto para debates.

Se não houver uma mobilização, a votação será feita e o projeto morrerá. Para que não morra, o Dep. Lobbe Netto apresentou Requerimento 250/2009 CEC (que se encontra no final deste email) a fim de que o projeto passe por debates, em vez de ser engavetado e exterminado.

Contudo, o requerimento, que poderá salvar o projeto de uma votação exterminadora, depende da aprovação dos outros deputados da Comissão de Educação e Cultura, cuja presidência está nas mãos da Dep. Maria do Rosário, do PT. Rosário é a mesma deputada autora de um projeto de lei que proíbe os pais de disciplinar os filhos. Para ver mais informações sobre as ataques de Rosário contra os direitos de os pais disciplinarem os filhos, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=Ros%C3%A1rio

O que você deve fazer?

Escrever a todos os deputados da Comissão de Educação e Cultura pedindo que aprovem o requerimento do Dep. Lobbe Netto. Os emails e telefones de todos os deputados membros dessa comissão estão no final deste email.

O que você deve dizer aos deputados?

Peça-lhes que aprovem o Requerimento 250/2009 CEC, do Dep. Lobbe Netto. Explique-lhes a importância de debater a educação em casa na Câmara dos Deputados e do PL-3518/2008. Peça-lhes que não votem pelo projeto sem que haja primeiro uma ampla discussão.

O que mais você pode fazer?

Orar a Deus. A maioria dos membros da Comissão de Educação e Cultura são socialistas, prontos para “atirar primeiro e fazer perguntas depois”.

Para entender o projeto de educação em casa e sua importância, veja matéria abaixo.

Conto com sua ação e mbobilização.

Julio Severo

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URGENTE! Projeto de educação em casa em perigo no Congresso Nacional

Deputada da base do governo Lula quer a rejeição da educação escolar em casa no Brasil

Julio Severo

A Dep. Bel Mesquita, relatora do projeto PL-3518/2008, apresentou parecer rejeitando a educação escolar em casa no Brasil. Sem uma mobilização urgente da população católica e evangélica, famílias perderão um importante direito natural.

O PL-3518/2008, que havia sido originalmente introduzido pelo deputado evangélico Henrique Afonso e pelo deputado católico Miguel Martini, tem como objetivo devolver às famílias brasileiras seu direito natural de atuar diretamente na educação dos próprios filhos.

O direito de educar os filhos em casa não é estranho à cultura brasileira, tendo sido presente nas Constituições do Brasil até 1988, quando constituintes socialistas, na elaboração da Constituição de 1988, conseguiram exterminar da realidade brasileira a liberdade educacional que sempre existiu. No lugar, impuseram na Constituição de 1988 freqüência obrigatória ao estabelecimento escolar, como se a mera presença do aluno em instituição de ensino fosse sinônimo de educação. Se fosse assim, a mera presença de uma pessoa numa garagem a tornaria automaticamente um carro!

Contudo, a atual realidade brasileira, com uma educação estatal decadente e precária, prova o que a falta de liberdade educacional e a burocracia estatal provocam.

Mesmo assim, a mentalidade socialista impõe a burocracia e rejeita a liberdade. É dentro dessa mentalidade que a Dep. Bel Mesquita, do PMDB aliado do governo Lula, apresentou parecer rejeitando o projeto de lei que procura devolver aos pais o controle sobre a educação de seus filhos.

Enquanto o governo, que está fracassando na educação das crianças, está empenhado em derrotar o único esforço parlamentar em defesa de pais aptos que querem educar os próprios filhos, famílias sofrem o peso da injustiça estatal.

Em Minas Gerais, o casal Cleber e Bernadeth Nunes, que educam os filhos em casa, foi submetido à perseguição legal envolvendo o Ministério Público e o Conselho Tutelar. Posteriormente, o juiz exigiu uma avaliação educacional dos filhos dos Nunes. Quando a avaliação, feita por meio de provas rigorosas preparadas por professores do governo, resultou na aprovação dos meninos, a resposta estatal, em vez de reconhecer a competência da educação em casa e cessar toda hostilidade governamental contra uma família inocente, foi endurecer-se contra ela.

Em 2001, no famoso caso da família Vilhena, que lutou muito para recuperar seu direito de educar os filhos em casa, o STJ chegou estupidamente a declarar que “os filhos não pertencem aos pais”. Não muito diferente do nazismo e do comunismo, que igualmente reconheciam que “os filhos não pertencem aos pais”. Daí, nem o nazismo nem o comunismo permitiam “interferência” dos pais no “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. Por pura coincidência, a mentalidade marxista é dominante na educação pública brasileira.

Se não conseguirmos resgatar para as famílias brasileiras a liberdade de educar os próprios filhos, restará apenas o “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. O resultado? Olhe para a história e veja a sociedade nazista e comunista, ideologicamente controladas desde as escolas, onde a educação das crianças era prerrogativa exclusivamente estatal. Precisamos repetir os erros deles?

Criam-se no Brasil direitos que não deveriam existir, com inúmeros projetos de lei para garantir permissões e privilégios à sodomia e ao aborto, porém tira-se das famílias naturais seus direitos naturais. O único projeto de lei de educação em casa no Congresso Nacional está sob ameaça de morrer, por oposição dos aliados do governo Lula.

Enquanto a bancada evangélica anda ocupadíssima tentando aprovar o ridículo e desnecessário Dia do Evangélico, um projeto necessário e fundamental para as famílias precisa urgentemente de apoio e envolvimento. Sem uma ação imediata da sociedade, inclusive fazendo pressão sobre os deputados, prevalecerá um parecer arrogante contra a liberdade dos pais.

Tudo o que é necessário para que o mal avance é os bons cruzarem os braços. Por isso, convoco você a descruzar os braços.

Convoco todos a escreverem ou telefonarem imediatamente ao Congresso pedindo a aprovação do PL-3518/2008, que está na Comissão de Educação e Cultura.

Escreva e telefone para eles pedindo envolvimento e ações para que o PL-3518/2008 não seja rejeitado. Encoraje-os a aprovar o projeto.

Repasse esta mensagem a todos os seus amigos.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais sobre o PL-3518/2008, siga este link: http://escolaemcasa.blogspot.com/search?q=Afonso

Educação escolar em casa no Congresso Nacional

http://escolaemcasa.blogspot.com/2008/06/educao-escolar-em-casa-no-congresso.html

Homeschooling: uma alternativa constitucional à falência da Educação no Brasil

http://escolaemcasa.blogspot.com/2008/08/homeschooling-uma-alternativa.html

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

http://juliosevero.blogspot.com/2007/04/volta-do-profeta-elias-o-que-uno-de.html

Nomes, telefones e emails dos deputados membros da Comissão de Educação e Cultura:

ALEX CANZIANI PTB/PR

Gabinete: 842 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5842 - Fax:(61) 3215-2842

dep.alexcanziani@camara.gov.br

ANGELO VANHONI PT/PR

Gabinete: 672 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5672 - Fax:(61) 3215-2672

dep.angelovanhoni@camara.gov.br

ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT/MS

Gabinete: 260 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5260 - Fax:(61) 3215-2260

dep.antoniocarlosbiffi@camara.gov.br

CARLOS ABICALIL PT/MT

Gabinete: 623 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5623 - Fax:(61) 3215-2623

dep.carlosabicalil@camara.gov.br

FÁTIMA BEZERRA PT/RN

Gabinete: 236 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5236 - Fax:(61) 3215-2236

dep.fatimabezerra@camara.gov.br

IRAN BARBOSA PT/SE

Gabinete: 737 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5737 - Fax:(61) 3215-2737

dep.iranbarbosa@camara.gov.br

JOÃO MATOS PMDB/SC

Gabinete: 720 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5720 - Fax:(61) 3215-2720

dep.joaomatos@camara.gov.br

JOAQUIM BELTRÃO PMDB/AL

Gabinete: 717 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5717 - Fax:(61) 3215-2717

dep.joaquimbeltrao@camara.gov.br

JOSEPH BANDEIRA PT/BA

Gabinete: 274 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5274 - Fax:(61) 3215-2274

dep.josephbandeira@camara.gov.br

LELO COIMBRA PMDB/ES

Gabinete: 801 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5801 - Fax:(61) 3215-2801

dep.lelocoimbra@camara.gov.br

MARIA DO ROSÁRIO PT/RS

Gabinete: 312 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5312 - Fax:(61) 3215-2312

dep.mariadorosario@camara.gov.br

NEILTON MULIM PR/RJ

Gabinete: 639 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5639 - Fax:(61) 3215-2639

dep.neiltonmulim@camara.gov.br

OSVALDO BIOLCHI PMDB/RS

Gabinete: 927 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5927 - Fax:(61) 3215-2927

dep.osvaldobiolchi@camara.gov.br

PROFESSOR SETIMO PMDB/MA

Gabinete: 379 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5379 - Fax:(61) 3215-2379

dep.professorsetimo@camara.gov.br

RAUL HENRY PMDB/PE

Gabinete: 707 - Anexo: IV - Telefone:(61) 32155707 - Fax:(61) 3215-2707

dep.raulhenry@camara.gov.br

REGINALDO LOPES PT/MG

Gabinete: 426 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5426 - Fax:(61) 3215-2426

dep.reginaldolopes@camara.gov.br

CLÓVIS FECURY DEM/MA

Gabinete: 205 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5205 - Fax:(61) 3215-2205

dep.clovisfecury@camara.gov.br

JORGINHO MALULY DEM/SP

Gabinete: 225 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5225 - Fax:(61) 3215-2225

dep.jorginhomaluly@camara.gov.br

LOBBE NETO PSDB/SP

Gabinete: 718 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5718 - Fax:(61) 3215-2718

dep.lobbeneto@camara.gov.br

NILMAR RUIZ DEM/TO

Gabinete: 303 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5303 - Fax:(61) 3215-2303

dep.nilmarruiz@camara.gov.br


PINTO ITAMARATY PSDB/MA

Gabinete: 933 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5933 - Fax:(61) 3215-2933

dep.pintoitamaraty@camara.gov.br

ROGÉRIO MARINHO PSDB/RN

Gabinete: 285 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5285 - Fax:(61) 3215-2285

dep.rogeriomarinho@camara.gov.br

ALICE PORTUGAL PCdoB/BA

Gabinete: 420 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5420 - Fax:(61) 3215-2420

dep.aliceportugal@camara.gov.br

ARIOSTO HOLANDA PSB/CE

Gabinete: 575 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5575 - Fax:(61) 3215-2575

dep.ariostoholanda@camara.gov.br

ÁTILA LIRA PSB/PI

Gabinete: 640 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5640 - Fax:(61) 3215-2640

dep.atilalira@camara.gov.br

PAULO RUBEM SANTIAGO PDT/PE

Gabinete: 229 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5229 - Fax:(61) 3215-2229

dep.paulorubemsantiago@camara.gov.br

WILSON PICLER PDT/PR

Gabinete: 576 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5576 - Fax:(61) 3215-2576

dep.wilsonpicler@camara.gov.br

MARCOS ANTONIO PRB/PE

Gabinete: 305 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5305 - Fax:(61) 3215-2305

dep.marcosantonio@camara.gov.br

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

REQUERIMENTO Nº 250 DE 2009

(Do Sr. LOBBE NETO)

Requer a realização de Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei 3518/2008 que dispõe sobre o ensino domiciliar

Senhor Presidente,

Requeiro a Vossa Excelência, nos termos regimentais, a realização de Audiência Pública destinada a discutir a matéria objeto do Projeto de Lei 3518/2008, de autoria dos Deputados Henrique Afonso e Miguel Martini, que acrescenta parágrafo único ao artigo 81 da Lei nº 9.394, de 1996, que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e dispõe sobre o ensino domiciliar.

JUSTIFICATIVA

Desde o início de sua tramitação, o Projeto de Lei 3518/2008 despertou o interesse da sociedade, o que pode ser refletido nas diversas correspondências eletrônicas que os gabinetes parlamentares recebem diariamente enviadas por pais, educadores, instituições de ensino, pesquisadores, entre outros.

A matéria é polêmica e os debates na internet, em sites especializados em educação, são calorosos provocando a manifestação dos favoráveis e dos contrários.

Na Câmara dos Deputados, o tema não é novidade. Em legislaturas passadas Projetos de Lei semelhantes já tramitaram e foram encerrados sem debates e sem a devida análise.

O tema não é prerrogativa apenas do Legislativo. O Poder Judiciário, em suas diversas instâncias, também tem sido provocado para se manifestar por meio de ações movidas por pais ou por representantes do Ministério Público, ora requerendo a autorização para aplicar a modalidade do ensino domiciliar, ora questionando a legalidade de sua aplicação.

Recentemente a mídia deu destaque aos casos dos alunos cujos pais brigam na Justiça pelo direito de educá-los em casa. Também são publicadas diariamente notícias do sucesso e do retrocesso deste método de ensino que já é aplicado em diversos países.

Deste modo, entendemos que a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados não pode ficar alheia aos debates sobre este importante tema, razão que requeiro a realização de uma Audiência Pública com este objetivo.

Sugiro que sejam convidados como expositores:

- Um representante do Ministério da Educação;

- Dr. Peri Mesquita – Pós-doctor em educação pela Universidade de Genebra e Professor titular da PUC do Paraná;

- Professor Cláudio Oliver – Escritor e Mestre em educação;

- Cleber de Andrade Nunes – Autor de ação judicial pelo direito de educar os filhos em casa

- Luiz Carlos Farias da Silva – Doutor em Educação, Professor da Universidade Estadual de Maringá

Desta forma, em face da importância da questão, solicito o apoio dos nobres pares para a realização desta Audiência Pública

Sala da Comissão, em de julho de 2009.

Deputado LOBBE NETO

PSDB/SP

Fonte: http://escolaemcasa.blogspot.com