30 setembro, 2007

O amadurecimento da educação escolar em casa

O amadurecimento da educação escolar em casa

Dra. Isabel Lyman

No final da década de 1960 e começo da década de 1970, o moderno movimento de educação escolar em casa estava em sua infância nos Estados Unidos. Naquela época, a maioria dos americanos via a educação em casa como uma estranha atração turística ou a escolha do estilo de vida daqueles que estavam dispostos a sofrer mais dificuldades do que o necessário.

Que diferença algumas décadas fazem.

Hoje, a educação escolar em casa está com uma imagem totalmente mudada. O movimento, que era estranho, agora se tornou parte das grandes tendências sociais e adquiriu um brilho fascinante e popular.

Dê uma olhada em algumas edições da revista Sports Illustrated, de 2007. Ali nunca falta espaço para notícias sobre personalidades do atletismo que receberam sua educação em casa. Como Jessica Long, que nasceu na Rússia, reside em Baltimore, e é uma nadadora realizada. Aos 15 anos, Jessica se tornou a primeira atleta das Paraolimpíadas a ganhar o prestigioso Prêmio Sullivan, que honra os maiores atletas amadores do país. Então há o arrojado Joey Logano que, aos 17 anos, já ganhou uma corrida da NASCAR.

Até mesmo pretendentes à presidência dos EUA, e suas esposas, estão mostrando simpatia pública ao movimento de educação escolar em casa. O deputado federal Ron Paul (R-Texas) deu apoio entusiástico às famílias que educam os filhos em casa, e Elizabeth Edwards, esposa do senador John Edwards (D-North Carolina) disse ao jornal Wall Street Journal que neste outono ela planeja educar em casa os dois filhos mais novos do casal “com a ajuda de um tutor”.

Quanto às realizações acadêmicas, esta temporada de competição nacional foi extraordinária: adolescentes que foram educados em casa foram coroados como campeões em três eventos importantes. Um menino de 12 anos chamado Matthew Evans ganhou a competição National Word Power, patrocinada pelo famoso Reader’s Digest. O menino de 13 anos Evan O’Dorney, da Califórnia, ganhou a Competição Nacional de Ortografia da Scripps, e a menina de 14 anos Caitlin Snaring de Washington se tornou campeã na Competição da National Geographic.

Em seguida há Micah Stanley de Minnesota que nunca na vida entrou numa escola institucional. Nos anos recentes, ele estava matriculado na Faculdade de Direito Oak Brook, uma faculdade de direito de correspondência com sede em Sacramento. Em fevereiro de 2007, ele fez, durante três dias, os duros exames gerais de advocacia (as leis da Califórnia permitem que estudantes de direito por correspondência façam os exames de advocacia), e ele pode agora acrescentar a palavra “advogado” no seu currículo. Em suas horas de folga, ele está finalizando um livro intitulado “Como Escapar do Reservatório: Um Guia para Ajudar Você a Ter o que Você Quer”.

Micah tem 19 anos.

Entretanto, um adolescente advogado e escritor não seria surpresa para John Taylor Gatto, um crítico conhecido das leis de educação compulsória e que já foi Professor do Ano do Estado de Nova Iorque. Escrevendo na Harper’s Magazine, Gatto argumentou abertamente que “a inteligência é tão comum quanto o capim”.

Talvez. Mas também dá para entender que quando as pessoas comuns ficam sabendo que campeões como Joeys, Caitlins e Micahs receberam educação em casa, elas ficam amedrontadas — como se essa escolha educacional fosse o domínio exclusivo de mães e pais obcecados e compulsivos com dinheiro de sobra para jogar fora, muitas horas de folga e filhos nota 10.

Embora seja elogiável quando um menino alcança uma meta monumental, a educação escolar em casa sempre teve mais a ver com liberdade e responsabilidade pessoal do que com ganhar bolsas de estudos de grandes universidades ou jogar tênis em Wimbledon. Em geral, o movimento de educação escolar em casa atrai famílias da classe trabalhadora de todas as raças e religiões, cujo principal desejo é fornecer uma experiência estimulante de aprendizado.

É claro, quem mais sobressai no movimento são as famílias e seus filhos ousados e intrépidos. A família Burns, do Alaska, iniciou neste verão uma viagem de veleiro ao redor do mundo por três anos. Chris Burns (o pai) disse ao jornal Juneau Empire que ele espera, enquanto estiver no mar educando seus filhos, ter conexão direta com escolas do Alaska a fim de conduzir sessões de perguntas e respostas aos alunos.

Num sentido legal, os meninos e meninas que estudam em casa são um lembrete reluzente de uma questão complexa que se tornou o ponto central de importantes casos no Supremo Tribunal: o Estado tem a autoridade de forçar uma criança a ir para a escola e fazê-la sentar-se numa carteira durante 12 anos? Se tal criança tem a aptidão e maturidade para tal contrato de longo prazo (ou escravidão contra a vontade dela) permanece uma questão incômoda porque, no mantra aceitável de hoje, “a educação é um direito”.

Mais que passou da hora de se debater essa questão, pois há abundantes sinais — as caras aulas de recuperação e o crescente índice de evasão escolar, para citar apenas dois problemas — indicando que o atual modelo de escola pública não é favorável às crianças.

A educação escolar em casa, afinal de contas, começou a se tornar popular porque uma autoridade passada do Ministério da Educação dos EUA argumentou que as crianças, como delicadas plantas de estufa, precisam de certo tipo de ambiente para crescerem e desabrocharem, e que pais amorosos, não instituições, têm mais chance de criar as estufas.

Foi em 1969 quando o falecido Dr. Raymond Moore iniciou uma investigação em áreas anteriormente negligenciadas da pesquisa educacional. Duas das perguntas que Moore e uma equipe de colegas empreenderam responder foram (1) A institucionalização das crianças novas é uma tendência educacional saudável? e (2) Qual é a melhor época para se entrar na escola?

Enquanto examinava milhares de estudos, vinte dos quais comparavam crianças que entravam cedo na escola com crianças que entravam tarde, Moore concluiu que os problemas de desenvolvimento, tais como hiperatividade, miopia e dislexia, são muitas vezes conseqüência da prática de sobrecarregar prematuramente a mente e o sistema nervoso da criança com contínuas tarefas acadêmicas, como ler e escrever.

A maior parte das pesquisas convenceu Moore de que a escolarização formal deve ser adiada até a criança ter pelo menos 8 ou 10 anos, ou até mesmo 12 anos. Conforme ele explicou: “Essas descobertas despertaram nossa preocupação e nos convenceram a centralizar nossa investigação em duas áreas principais: o aprendizado formal e a sociabilização. Esse trabalho acabou levando a um interesse inesperado na educação escolar em casa”.

Moore então escreveu Home Grown Kids e Home-Spun Schools. O resto, como dizem, é história. Os livros, publicados na década de 1980, venderam centenas de milhares de exemplares e oferecem conselhos práticos para potenciais pais educadores.

Hoje em dia, há uma imensidão de materiais de auto-ajuda, grande quantidade de produtos comerciais e oportunidades online exclusivamente dedicados a incentivar famílias a aprender juntos na conveniência de seus lares. A educação escolar em casa já passou seu período de graduação, transformando-se numa escolha testada e aprovada que permite que os filhos se desenvolvam com sucesso e aprendam conforme seu próprio ritmo. A educação em casa inspira outras histórias de sucesso. À medida que nossa nação é famosa por incentivar os imigrantes a se reinventarem e realizarem o Sonho Americano, assim também ocorre com as crianças na educação em casa, quer elas tenham ou não um QI elevado.

Acima de tudo, o mérito da educação escolar em casa é que esse modelo educacional permite novas experiências, flexibilidade e muitas tentativas até se encontrar a melhor solução. Aí está o grande contraste com a educação que o Estado dá. Como com todos os sistemas estabelecidos pelas burocracias, as escolas públicas estão atoladas numa única via, perpetuam fracassos, reagem lentamente a mudanças e resistem a todas as reformas. Não se localizam nem se detêm os erros, que estão no sistema todo destruindo tudo. Já é ruim quando tal sistema burocrático é usado para governar os contratos trabalhistas e serviço postal. É perda trágica quando é usado para administrar a mente das crianças.

Dra. Isabel Lyman é autora do livro The Homeschooling Revolution, sobre o moderno movimento de educação escolar em casa. Seus artigos aparecem em grandes jornais americanos como Miami Herald, Wall Street Journal, Dallas Morning News, Pittsburgh Tribune-Review, Investor’s Business Daily, Boston Herald, Los Angeles Daily Journal, National Review, Chronicles e Daily Oklahoman.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Bibliografia:

John Taylor Gatto, "Against School — How public education cripples our kids, and why."

Harper’s Magazine, setembro de 2003.

Ken Lewis, "Juneau man to set sail on world voyage." Juneau Empire, 16 de abril de 2007.

Raymond Moore, "Homegrown and Homeschooled." Mothering, verão de 1990, p. 79.

Entrevista por email com Micah Stanley, 2 de julho de 2007.

Fonte: Ludwig von Mises Institute

Para mais artigos sobre educação escolar em casa, visite o Blog Escola em Casa.

03 setembro, 2007

Unção da multiplicação: presentes do coração do Pai estão aguardando você

Atenção: mensagem destinada exclusivamente para homens e mulheres comprometidos e apaixonados por Jesus Cristo!

Unção da multiplicação: presentes do coração do Pai estão aguardando você

Julio Severo

Imagine o cenário. Um homem apresenta-se como pastor evangélico e as pessoas logo lhe perguntam quantos membros ele tem. Ele responde que tem dois, e todos têm dó dele, pensando que ele está no chamado errado, pois a ocupação de pastor necessariamente deve envolver a multiplicação de seu rebanho. Dois é muito pouco. Só dá para o começo.

Aliás, num evento evangélico em que estive recentemente o palestrante pediu, na sua oração, a unção da multiplicação e fertilidade sobre os pastores presentes e suas congregações. Nada mais justo. O povo de Deus tem chamado para se multiplicar. As congregações precisam estar abertas ao crescimento, recebendo novos membros. Quanto mais, melhor. Tudo o que é bom precisa crescer e se multiplicar.

Mas, na visão de Deus, não só as congregações são como rebanhos. As famílias também se encaixam nessa categoria. Aliás, quando Deus prometeu pela primeira vez sua poderosa unção de multiplicação (uma unção que todo líder cristão hoje deseja com todas as forças de sua alma), o alvo de sua bênção não era nenhuma igreja. Era o primeiro casal! E essa unção, embutida no primeiro mandamento, nunca foi revogada.

Parceiros de Deus na missão de criar seres eternos

O casal composto exclusivamente de homem e mulher comprometidos um com o outro é o ideal supremo de Deus na criação. Por isso, a família vem antes das igrejas e do Estado, tanto nos propósitos de Deus quanto na realidade do mundo natural. É por isso também que o Estado não tem o direito de redefinir o que Deus já definiu há milhares de anos: homem e mulher se casam para gerar nova vida. Essa diferença sexual fundamental nenhum chamado “casal” homossexual, lésbico, etc., consegue imitar. Mas a capacidade de gerar nova vida de forma natural é muito mais do que simplesmente criar outro ser.

Deus deu ao ser humano um privilégio exclusivo: participar na criação de outros seres humanos com espírito.

O homem foi criado com espírito para viver para sempre com Deus. Depois que a raça humana foi infectada pelo vírus do pecado, esse privilégio foi removido. Contudo, quando o homem se arrepende de seus pecados e se entrega totalmente a Jesus, seu espírito de novo ganha o direito de viver eternamente com Deus.

Viver eternamente com Jesus Cristo é uma bênção muito maior e mais importante do que ter mansões, fortunas, riquezas, mulheres, fama, etc.

Quando entendemos que temos um espírito — uma vida espiritual invisível —, compreendemos também que fazemos parte de uma realidade espiritual e invisível. Com essa perspectiva, temos valores espirituais — valores que vêm do próprio Deus, pois Ele é o Criador de tudo o que é visível e invisível. Ele é Senhor e tem controle sobre o mundo material e espiritual.

Animal reproduz animal. Mas o homem não reproduz um animal. O ser que o homem gera com a participação fundamental da mulher, por capacitação soberana de Deus, é muito mais do que um “filhote” — é um ser humano criado conforme a imagem e semelhança de Deus, é um ser humano que possui um espírito eterno e é literalmente um galardão (presente) de Deus para o casal.

Presentes de Deus!

“Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta”. (Salmos 127:3-5 ACF)

Nada tem mais valor do que as riquezas espirituais. Quando Deus diz que filhos são bênçãos para os casais que O temem e honram, Ele está descrevendo também bênçãos espirituais. Ele chega a dizer que bem-aventurado é o homem que encher deles a sua aljava, isto é, feliz e sortudo é o homem de Deus que se encher de filhos! É um pensamento bem radical, mas veio da Mente certa, de modo que se nossos pensamentos são diferentes, é só confirmação do que o próprio Deus diz:

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”. (Isaías 55:8-9 ACF)

Quando Deus diz que bem-aventurado é o homem que enche de filhos a sua aljava, ele está chamando os casais comprometidos com Ele para uma vida de felicidade e multiplicação:

  • Multiplicação de bênçãos: repartir com os outros as bênçãos que Ele concede, principalmente o Evangelho.
  • Multiplicação de valores espirituais: discipulando e ensinando outros nas verdades e princípios da Palavra de Deus (cf. Mateus 28:20).
  • Multiplicação de filhos: tendo abertura para receber de Deus todos os filhos que Ele quer dar, sem Lhe impor limitações e restrições.
  • Multiplicação de valores espirituais: discipulando e ensinando os próprios filhos nas verdades e princípios da Palavra de Deus (cf. Mateus 28:20).
  • Multiplicação de visão: treinando seus filhos para espalhar as verdades e princípios aprendidos da Palavra de Deus (cf. Mateus 28:20).

Se filhos são presentes de Deus, então onde está a disposição de recebê-los? Quem já ouviu falar de alguém que recusou presentes de um grande amigo? Quem já ouviu dizer de alguém que manteve propositadamente sua casa trancada de todas as formas possíveis a fim de que seu melhor amigo não pudesse alcançá-lo com seus presentes?

Entretanto, muitos cristãos agem dessa forma. Deus lhes deu o dom da fertilidade, porém eles se trancam para Ele. Alguns casais cristãos chegam a afirmar que se for a vontade de Deus lhes dar filhos, a contracepção não O impedirá — como se Deus tivesse a obrigação de quebrar portas e janelas da nossa vida para nos forçar a receber Suas bênçãos.

Além disso, o ato de mutilar propositadamente o templo do Espírito Santo não é um pecado pequeno. A própria lei humana estipula penalidades para o indivíduo que, por exemplo, amputar deliberadamente um braço ou perna saudável do próprio corpo. Isso é loucura.

Apesar do valor dos braços e das pernas, quem é que enxerga que um membro muito mais importante e saudável está sendo mutilado e danificado exclusivamente para satisfazer os prazeres e ambições pessoais em detrimento do funcionamento natural ordenado por Deus da sexualidade humana? É possível imaginar alguém que queira amputar a língua a fim de ter algum tipo de prazer e evitar deliberadamente a função natural de falar e sentir gosto?

A única parte do nosso corpo que tem o poder de gerar vida é o órgão sexual, em complementação com o sexo oposto. Por isso, se não faz sentido destruir a função natural da mão ou do pé, menos sentido faz ainda destruir a capacidade de gerar nova vida que o próprio Deus concedeu à sexualidade humana. Só existe alguém — nada bonzinho e santo — que pode estar por trás das atitudes, políticas, programas e métodos de destruir essa capacidade…

Quem controla quem: IPPF, potestades e ambições pessoais

Em nada me impressiona que os ímpios na sociedade queiram o controle da natalidade. Em nada me admira que Lula e seus programas de governo promovam tanto o controle da natalidade. Seus programas incluem educação sexual pornográfica, imposições gayzistas e outras formas de estuprar a sexualidade natural dada por Deus. Gente assim merece o controle da natalidade!

Entende o que quero dizer? Eles realmente merecem um controle necessário na sua própria sexualidade, de modo que não lhes nasçam outros seres inocentes para serem contaminados e contaminarem as próximas gerações com os mesmos valores que eles próprios têm.

Quem apóia o aborto, o homossexualismo e outras perversões não merece ter filhos para prosseguir suas más obras nas gerações seguintes. De fato, eles próprios concordam, pois são eles que promovem e querem a esterilização como forma de controle da natalidade. Eles não merecem ser atendidos em seus desejos pessoais?

Embora Deus queira que os justos se multipliquem, a vontade dEle é que os maus não deixem descendentes (cf. Salmo 37.28b,38). Nessa perspectiva, pode-se dizer que o planejamento familiar, principalmente a esterilização, cumpre perfeitamente o propósito de Deus para os maus. Além disso, eles próprios adoram o controle da natalidade!

Essa “adoração” é compreensível. O termo controle da natalidade é tradução exata do termo original em inglês birth control, criado por Margaret Sanger, famosa teósofa e fundadora da primeira e maior entidade de controle da natalidade do mundo, a Federação Internacional de Planejamento Familiar — mais conhecida pela sigla inglesa IPPF. A IPPF é hoje a maior entidade promotora do aborto e educação sexual pornográfica no mundo, e está participando “discretamente” da campanha que o governo Lula vem provocando para legalizar o aborto.

Os ímpios, com suas políticas, programas e métodos “onipresentes” de planejamento familiar, estão literalmente revogando em suas vidas o primeiro mandamento de Deus. Aliás, eles revogam muito mais quando o assunto é obediência aos princípios de Deus. Para eles, os mandamentos de Deus estão ultrapassados e ponto final!

Contudo, os homens e as mulheres atentos ao coração de Jesus estão abertos aos presentes do Pai. Seu decreto de multiplicar Seus presentes nas nossas vidas nunca mudou. Ele nunca o revogou. Quem o revoga somos nós, mediante nosso próprio orgulho e falta de fé. Quem o revoga somos nós, quando não enxergamos o valor da multiplicação que Deus determinou para nossos casamentos e famílias.

O pior é que muitos cristãos, percebendo ou não, fazem essa revogação em suas vidas sob a inspiração da mentalidade da fundadora da IPPF! Essa mentalidade hoje controla tanto a nossa geração que seu poder só pode ser atribuído à operação de potestades espirituais, pois tanto pagãos quanto cristãos foram sistematicamente doutrinados a pensar que “controlam” sua sexualidade quando na verdade eles próprios é que estão sob controle. É um controle da mentalidade que leva ao controle da natalidade.

No caso dos cristãos, o assunto é muito, muito mais sério, pois nem eles mesmos, e muito menos modismos teosofistas ou operações de potestades, deveriam controlar uma área que, por direito, deveria estar sob o controle direto do Dono dos templos do Espírito Santo.

Ao que tudo indica, muitos desconhecem o fato de que Annie Besant e outros teósofos da Nova Era foram pioneiros nas campanhas para que os casais cristãos tivessem menos filhos. Por incrível que pareça, os princípios da Nova Era fazem sucesso entre os cristãos até hoje.

O valor da multiplicação

Esquecemo-nos de que a própria realidade fornece exemplos notáveis do valor da multiplicação. O pastor de ovelhas vê com bons olhos a multiplicação de seu rebanho, porém fica preocupado quando as ovelhas não dão cria. Todos querem a multiplicação do que é bom. O fazendeiro vê com bons olhos a multiplicação de seu gado — quanto mais, melhor —, porque o gado tem valor.

Mas quem tem gatos ou cachorros não quer multiplicação, ou quando quer, é uma multiplicação muito controlada e por tempo muito limitado — e fica preocupado com o aumento desordenado das proles. O fazendeiro vê tudo de modo muito diferente, pois para ele não existe aumento desordenado de gado, porque toda multiplicação de gado, por maior que seja, é muito bem-vinda!

O “controle da natalidade” é uma medida necessária no caso de cães e gatos. Mas ninguém pensaria em aplicar medidas de “controle da natalidade” no gado. O motivo é bem simples: Só o que tem valor é digno do nosso desejo de multiplicação.

Esse exemplo não serve inteiramente no caso dos seres humanos, pois Deus nos deu uma posição muito mais elevada do que a posição de meros animais. Nenhum animal tem um espírito que possa viver eternamente.

Os justos têm um chamado infinitamente superior. Eles são chamados para criar filhos que serão poderosos na terra! (Cf. Salmo 112:2) O que são filhos poderosos, na visão de Deus? São homens e mulheres que farão uma diferença neste mundo, ajudando a expandir o Reino de Deus em todas as esferas da sociedade.

Se você é pastor, é claro que você deseja na sua igreja um exército de membros assim. Mas lembre-se: Deus deu essa promessa para as famílias.

Por isso, pastor, ensine e profetize sobre as famílias da sua igreja a mesma bênção de multiplicação que você profetiza para o aumento de sua própria congregação! É uma oração que, sem dúvida alguma, agradará muito ao Pai que projetou a família.

A fé com reservas pode agradar a Deus?

Quando um homem justo abre todas as áreas da sua vida para Deus, porém fecha a área da fertilidade, ele está dizendo: “Senhor, eu confio em ti em muitas coisas, mas essa área eu não entrego. Essa área vai ficar sob meu controle, porque confio muito mais em mim mesmo do que em ti. Além disso, não sei o que o Senhor poderia fazer com minha vida se eu deixasse essa área aberta e consagrada para ti!”

Ou então tente imaginar um homem ou mulher dizendo a Deus: “Sei que meu corpo é templo do Espírito Santo, mas preciso mutilar minha sexualidade, pois nessa área só quero prazer e poucos (ou nenhum) filhos”.

Outra grande desculpa para não se receber esses presentes especiais de Deus é a pobreza, como se todas as famílias grandes da Bíblia fossem compostas de milionários sentados à beira de piscinas, tomando refrigerantes gelados e sem nada para fazer o dia inteiro.

Pelos padrões atuais, as famílias grandes da Bíblia eram extremamente pobres: não tinham meios de comunicação, eletricidade, água encanada, telefone, transporte, geladeira, televisão, acesso a ônibus, jornais, etc. Não tinham também a grande variedade de alimentos que temos hoje. Eles tinham muitas vezes 10 filhos, quando não existiam fraldas comuns — fraldas noturnas, nem pensar!

Em vez de piscinas, eles trabalhavam debaixo de sol, e crianças e adolescentes viviam tão ocupados que não tinham tempo algum para se envolver com sexo, drogas e crimes. Eles tinham de passar grande parte do tempo plantando a fim de comer, num trabalho muito exaustivo.

Os casais de Deus no Antigo e Novo Testamento tinham uma vantagem sobre nossa geração. Eles amavam suas famílias muito mais do que nós hoje amamos nosso dinheiro, contas bancárias, viagens turísticas, profissão, diplomas, carros, etc. Eles queriam a multiplicação de seus filhos muito mais do que nós hoje ambicionamos a multiplicação de perecíveis riquezas.

E se o problema é de fato a pobreza, a resposta errada vem do governo, que prega insistentemente o planejamento familiar como a melhor solução para as famílias. A resposta certa, para os casais que amam Jesus Cristo, vem do próprio Deus: “Mas [Deus] livrou os pobres da miséria e fez com que as suas famílias aumentassem como rebanhos.” (Salmos 107:41 NTLH)

Se você é um marido ou esposa pobre, entendeu o que Deus quer fazer na sua vida? Ele quer livrar você da pobreza e fazer sua família aumentar como um rebanho, de modo que os valores, princípios e ensinos que você ensina sejam multiplicados por meio da vida dos seus filhos, que prosseguirão o que você faz, preservando e divulgando seus valores, princípios e ensinos no futuro.

Contudo, se você tem valores, princípios e ensinos que não valem a pena, então realmente não vale a pena você ter filhos. Tudo o que você pode fazer, nesse caso, é pedir que Deus faça um conserto especial em você e sua família.

O controle da natalidade não é resposta nem bênção para homens e mulheres de Deus, que não deveriam trancar sua sexualidade para o Dono de todos os templos do Espírito Santo. Mas é inegável que o controle da natalidade é a resposta ideal para homens e mulheres que não respeitam a Deus.

O seguidor de Jesus tem também outras questões a considerar se reluta em deixar Jesus ser Senhor da sua área sexual. Muitos métodos anticoncepcionais provocam micro-aborto. É por isso que, mesmo para os ateus que tanto gostam do planejamento familiar, o melhor e mais recomendável é que eles se esterilizem, em vez de se apoiarem em métodos anticoncepcionais que matam bebês bem no início de seu desenvolvimento dentro do útero de suas mães. A esterilização os impedirá de deixar descendentes sem matar vidas inocentes.

Multiplicação e vida em abundância são bênçãos de Deus

Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente (cf. Hebreus 13:8). Ele veio para trazer, em todos os sentidos, vida em abundância (cf. João 10:10). Para os casais de Deus, a vida em abundância de Jesus também se manifesta na multiplicação que o Pai determinou para a fertilidade do casamento, para que as famílias aumentem como rebanhos, conforme Sua própria soberana vontade, que jamais deveria ser revogada por nossa própria vontade arrogante.

Deus tem para cada pai e mãe o chamado de pastorear seu rebanho de filhos. E ao aceitar esses presentes iniciais, ninguém pode antecipar quais outras surpresas de Deus poderão vir.

Deus é bom, justo e compassivo. Aliás, Ele é amor. Quando Ele traz suas bênçãos de multiplicação, tudo em nossa vida se multiplica e é “afetado” de forma positiva. Deus poderá multiplicar o número de seus filhos, conforme Sua própria decisão, contanto que você aceite a soberania dEle em todas as áreas da sua vida. Se deixar de usar o controle da natalidade, talvez você não venha a ter muitos filhos, mas se muitos chegarem, a sua alegria se multiplicará, se o seu coração de fato está no Senhor Jesus.

Você se verá como o pastor abençoado de uma igreja razoável, e só depois de ver seus netos e bisnetos é que você poderá dizer que de fato você tem uma bela igreja!

O casal Jim e Michelle Duggar é um exemplo de paixão por Jesus. Eles estão hoje discipulando 17 filhos para Ele! (Veja foto ao lado) Eles fizeram a decisão consciente de não colocar nenhuma restrição na vontade de Deus para sua família. Pelo contrário, eles estão com as portas de sua casa e coração aberta s ao Deus das surpresas agradáveis. Vale a pena visitar o site da família Duggar, em inglês: http://www.duggarfamily.com

Se tal soberania divina sobre seu corpo e sua sexualidade não lhe agrada, Deus pouco pode fazer — e é bem triste quando temos todos os presentes prontos para um amigo, mas ele se tranca a fim de não recebê-los.

No entanto, onde há braços e corações abertos, Jesus pode entregar os presentes do Seu coração, pois todas as coisas são possíveis para Deus, e todas as coisas são possíveis para quem tem fé e deixa Deus operar.

“Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem se aproxima dele precisa crer que ele existe e que ele dá recompensas aos que buscam conhecê-lo profundamente”. (Hebreus 11:6)

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Livro De Volta Ao Lar

Por que os cristãos usam o controle da natalidade?

Controle populacional e homossexualismo

A verdade sobre alguns métodos de planejamento familiar

Quando Maior é Melhor

Europa sob ameaça de castigo? Como o abandono do Cristianismo pode estar levando a Europa ao desastre

Os anticoncepcionais estão contaminando as pessoas?

09 julho, 2007

Portugal permite a educação escolar em casa

Portugal permite a educação escolar em casa

Julio Severo

De acordo com informação da Wikipedia:

Em Portugal a legislação permite o ensino doméstico, mas essa opção é desconhecida da quase totalidade da população, e o próprio Ministério da Educação não tem nenhum estudo ou estatísticas sobre o assunto. No ano letivo 2006/2007 apenas quatro crianças, de três famílias diferentes, estão recebendo ensino doméstico.

Os alunos domésticos devem realizar exames de equivalência à freqüência dos
2.ª e 3.ª séries, após o 4.º e o 6.º ano respectivamente. Após o 9.º ano os alunos domésticos deverão inscrever-se para os exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática tal como os restantes alunos que concluem o 9.º ano. A única diferença é que os alunos das escolas são inscritos pelas próprias escolas, enquanto os alunos domésticos deverão ser inscritos pelos seus pais-tutores.

Bem diferente do Brasil, não é? Aqui sempre houve liberdade para os pais educarem em casa, mas a avalanche de interferências esquerdistas na Constituição de 1988 realizou uma engenhosa operação cirúrgica, removendo o que todas as constituições passadas do Brasil permitiam: a educação escolar em casa. Na época, ninguém percebeu que alguns constituintes (entre os quais muitos fanáticos do PT, inclusive Lula) tramaram e conseguiram uma redução nos direitos e liberdade das famílias na área da educação. Veja o artigo O direito de escolher a educação escolar em casa no Brasil.

Deixo então uma sugestão para quem precisar: Qualquer família que venha a sofrer as ações intimidatórias e terroristas do ECA e do Conselho Tutelar por causa da educação em casa, experimente fazer uma visita a Portugal.

Para mais informações sobre educação escolar em casa, visite o blog Escola em Casa.

Fonte: www.juliosevero.com

18 março, 2007

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Julio Severo

Resumo: Quando as leis são manipuladas e pervertidas, os culpados são poupados do seu castigo merecido e quem sofre em seu lugar são os inocentes. Basta perguntar à Alemanha, à ONU e ao ECA.

Existe um governo mundial forte em ascensão. Esse governo vem dando ordens e avisos a muitos países, para que modifiquem suas políticas e leis para se adaptarem à nova ordem mundial. Esse novo governo mundial é a ONU.

A ONU orienta os países a eliminarem suas leis que proíbem a prostituição, possibilitando assim a sua legalização. A ONU pediu, e a Alemanha obedeceu.

A ONU também orienta os países a garantir ampla disponibilidade de creches para recém-nascidos e o estabelecimento de educação pré-escolar para criancinhas (outra forma de creche estatal). “Com relação à Alemanha, a ONU se mostrou insatisfeita com o fato de que por causa do cuidado de crianças pequenas, as esposas estavam tendo dificuldade de se dedicar a uma profissão fora do lar. Então revelou a necessidade de se criar creches para criancinhas de 0 a 3 anos”. A ONU repreendeu a Alemanha, e agora a Alemanha se apressa em atender: o governo alemão já está investindo em medidas para educar a população a ver as creches como a melhor solução para todas as crianças alemãs. Assim, se a ONU diz que bebês e criancinhas ficam melhor atolados em instituições do que criados e educados junto com a mãe, então é melhor obedecer. A palavra da ONU é sagrada na Alemanha.

Alemanha e ONU: parceiros inseparáveis no governo mundial

A Alemanha está tão afinada com a ONU que enquanto nos Estados Unidos grupos evangélicos pressionam para que o governo americano literalmente expulse a ONU de seu território, entre os alemães o sentimento é outro: o governo alemão tem deixado claro que gostaria que a sede da ONU fosse transferida para o território alemão. Algumas importantes repartições da ONU já se mudaram para a Alemanha.

A Alemanha gosta de controle — desde os tempos de Hitler. Na Europa, quem mais luta por controle, principalmente a partir de uma perspectiva esquerdista e humanista, é a Alemanha. A Alemanha quer uma Europa “unida e forte”, com seus cidadãos plenamente controlados pelo novo governo europeu. Até os ingleses, com todas as suas fraquezas, limitações e aberrações, estão muito atrás dos alemães, tentando defender uma Europa menos controlada e autoritária. A Inglaterra se sente impotente e fraca enquanto a Alemanha avança na Europa os interesses do novo governo mundial.

Os ingleses têm muito a perder. Na Inglaterra, apesar de seu governo esquerdista moralmente falido, os pais evangélicos que dão a seus filhos educação escolar em casa ainda são respeitados e legalmente protegidos. Os pais ingleses que crêem na orientação bíblica do livro de Provérbios sobre disciplina dos filhos também são ainda relativamente respeitados. Na Alemanha, o que é respeitado e legalmente protegido são os interesses do humanismo, são as políticas do governo mundial.

A Alemanha vem se destacando por sua postura inflexível e cruel para lidar com mais de 40 famílias evangélicas que dão aos filhos educação escolar em casa. É uma inflexibilidade inexplicável, pois no caso do Irã, que está fabricando armas nucleares e ameaçando exterminar Israel, a Alemanha pede calma e diálogo — onde, na verdade, deveria haver inflexibilidade e ações enérgicas e decisivas. O governo alemão procura ter a mesma atitude “democrática” com os grupos terroristas islâmicos que ameaçam destruir Israel.

Aliás, a Alemanha tenta se representar como um país tão democrático e tolerante (na visão da Besta do Apocalipse) que censurou os Estados Unidos por causa do suposto desrespeito aos “direitos humanos” de terroristas muçulmanos capturados pelo exército americano. O governo alemão vê com toda a naturalidade o prefeito de Berlim, que expõe publicamente sua homossexualidade e suas obsessões homossexuais. O governo alemão chegou até a colaborar quando um menino decidiu, por pressão de psicólogos, mudar de sexo. Não importa que os terroristas muçulmanos tenham matado muitas vítimas inocentes (inclusive mulheres e crianças), eles devem ser tratados com respeito e bondade. Não importa que o homossexualismo seja antinatural, o governo alemão vai respeitá-lo e permitir que meninos escolham esse comportamento.

Os muçulmanos devem estar gostando muito da bondade alemã, pois muitos deles estão se mudando para a Alemanha. Aliás, todos os muçulmanos responsáveis pelo ataque terrorista contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 haviam se mudado primeiro para a Alemanha. Com um prefeito abertamente homossexual em Berlim, a Alemanha se arrisca a ser um paraíso não só dos muçulmanos, mas também dos sodomitas.

Retrocesso em nome do progresso e da nova ordem mundial

Tal como a ONU, ou como a suástica (que prometia progresso, mas cujo próprio simbolismo era uma cruz pervertida com as pontas voltadas para trás), a Alemanha está progredindo em medidas que a estão fazendo voltar para trás. A Alemanha está se tornando uma suástica viva, não só pela deturpação dos conceitos cristãos de tolerância e respeito, mas também por seu grave retrocesso moral e espiritual.

Terroristas muçulmanos e viciados em homossexualismo têm direito ao respeito e proteção do governo alemão, mas famílias evangélicas que educam em casa não. O governo alemão quer calma e diálogo com violentos terroristas muçulmanos, mas vem agindo com violência, prendendo pais e mães evangélicos, tomando a custódia de seus filhos e pressionando com muitas ameaças e ações todo evangélico que considerar a educação escolar em casa. Uma mãe evangélica que foi presa aproveitou seu tempo de prisão para evangelizar as outras presas.

Em 2006, o Estado alemão foi duro e violento com uma família evangélica que educava os filhos em casa, ao fazer com que uma equipe de agentes policiais levasse à força as crianças para a escola estatal, tratando os inocentes como se fossem criminosos perigosos. Em 2006 também, outra família resolveu tirar a filha da escola e educá-la em casa. Por esse “crime”, o governo alemão enviou quase vinte agentes policiais ao lar a fim de conduzirem a menina, Melissa Busekros, à força para uma unidade psiquiátrica. Os pais indefesos não tiveram chance alguma diante do Monstro estatal.

Depois, o governo alemão transferiu Melissa para um local desconhecido, aos cuidados de psiquiatras, deixando a família sem nenhum contato com ela por quase um mês.

Os pais de Melissa receberam um importante apoio internacional. Joel Thornton, presidente do Grupo de Direitos Humanos Internacionais, está visitando a Alemanha especialmente para tentar ajudar a menina e seus pais diante do frio e duro governo alemão. Esse grupo, cujos advogados estão trabalhando no caso, recebeu uma carta, escrita a mão, de Melissa, onde ela mesma implora: “Quero pedir a ajuda de vocês, para obter meu direito de voltar à minha família, conforme é minha vontade”.[1]

Devido à pressão internacional, o tribunal alemão que está lidando com o caso dela resolveu finalmente dar aos pais o direito de visitá-la. No entanto, essas visitas só podem ocorrer uma vez por semana, limitando-se a breves conversas, que só podem ser feitas em edifício do governo. Há pouca esperança de o governo alemão ceder.

Provavelmente, os pais da menina poderiam ter mais chance se tivessem decidido educá-la nos ensinos do Alcorão. Aí o governo não usaria violência, mas haveria respeito e diálogo — até por que ninguém ousa fazer nada que possa irritar ou provocar a retaliação dos terríveis muçulmanos radicais, que têm uma vantagem inigualável e imbatível contra seus inimigos. Eles, entre todas as criaturas estranhas que habitam o planeta Terra, são os únicos seres humanos que em vez de mandarem bombons e flores de cortesia para persuadir e convencer, preferem usar outro meio de persuasão: eles enviam homens-bombas como resposta — as flores vêm depois, para o enterro!

Os cristãos têm um ponto fraco: nada do que o Monstro estatal possa fazer parece irritá-los, indigná-los ou incomodá-los. Absolutamente nada. Além disso, não há homens-bombas entre os cristãos. Talvez seja por isso que o Estado alemão se sinta tão a vontade para fazer com os cristãos fiéis à Palavra de Deus o que jamais nem pensaria em fazer com os muçulmanos. As autoridades alemãs, com toda a sua vasta inteligência, enxergam o óbvio: é muito mais seguro mexer com cristãos do que com muçulmanos.

Um Estado covarde sabe muito bem demonstrar força e violência para os que não representam nenhum ameaça e perigo, mas nem pensa em mostrar semelhante atitude para indivíduos de sangue frio com o Alcorão na mão ou para espécies humanas problemáticas politicamente protegidas.

Preconceito e controle

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os homossexuais, os meios de comunicação e a elite socialista se mobilizariam para combater qualquer mínima expressão estatal de contrariedade ao movimento. O clamor social, orquestrado pela manipulação esquerdista, se levantaria contra tal preconceito e discriminação. Só a infeliz minoria cristã conservadora é que sofre o repúdio dos grupos esquerdistas que defendem os direitos humanos de todos, até mesmo de bandidos e baratas. Todos são defendidos — menos os que estão excluídos da lista politicamente correta dos agraciados e protegidos. Por acaso, são os evangélicos conservadores que são as principais vítimas dessa exclusão.

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os muçulmanos, também haveria violência e inflexibilidade, mas não por parte do governo. Os muçulmanos jamais deixariam de reagir, com sua característica violência, a uma ação governamental contra um de seus movimentos. Por isso, o que o governo alemão menos quer é causar aborrecimentos à população muçulmana. Mas não tem medo e vergonha alguma de causar aborrecimentos e perseguições a uma minoria evangélica conservadora que insiste em ser fiel aos ensinos e valores da Palavra de Deus. O clamor social que se indigna contra o preconceito aos homossexuais e muçulmanos se cala quando os discriminados e oprimidos são cristãos vítimas de um estúpido autoritarismo estatal.

Esse autoritarismo anticristão é antigo. Em 1937, o ditador Adolf Hitler declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.[1]

Os tempos mudaram e as declarações estatais mudaram a forma, porém o sentido, a ambição e a intenção em nada mudaram. Para forçar seu controle sobre a educação e as crianças, o moderno governo da Alemanha se utiliza de uma lei criada por Hitler. Essa lei foi feita especificamente para impedir que uma população predominantemente (e nominalmente) cristã tivesse a mínima chance de educar suas crianças em valores cristãos. Essa lei proíbe a educação escolar em casa na Alemanha desde o tempo do nazismo.

Hoje, o Estado não é tão descarado a ponto de exigir diretamente as crianças para si, como fez Hitler. Sua estratégia agora é defender “os melhores interesses” das crianças. Com essa bela camuflagem, o Estado age assim: se um menino quer estudar numa escola institucional, porém seus pais querem educá-lo em casa, o Estado intervém para proteger “os interesses” do menino. Se o menino quer estudar em casa, porém seus pais querem mandá-lo a uma escola institucional, o Estado intervém… para “apoiar os pais” ou, em outras palavras, para proteger suas próprias leis de direitos da criança! Se o menino quer estudar em casa e seus pais também querem essa educação para ele, a vontade do Estado não muda. O Estado protegerá suas leis de direitos da criança, quer o menino queira ou não, quer seus pais queiram ou não. É o Estado escondendo suas ambições de controle atrás de uma fachada esquizofrênica de defesa dos interesses das crianças. Essa “defesa” nada mais faz do que defender os próprios interesses estatais!

Por mais que as aparências possam enganar e esconder essa dura realidade, entre o Estado, pais e seus filhos, só um deles pode decidir livremente todos os direitos envolvendo a educação das crianças. Quando os pais querem dar aos filhos educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando as próprias crianças querem receber educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando o Estado exige que os pais mandem os filhos a uma escola institucional, o Estado também prevalece! Assim, as crianças aparentemente têm direitos. Os pais pensam que têm algum direito. Mas só o Estado julga quem tem o que — debaixo da proteção de suas próprias leis. Por que então o governo alemão deveria revogar a lei de educação de Hitler quando lhe serve tão bem em todos os seus propósitos com relação à educação?

O fato óbvio é que o Estado, assim como Hitler, bem entende a importância de se controlar as crianças e sua educação. É por isso que o governo da Alemanha não abre mão desse controle. A educação escolar em casa — na Alemanha, no Brasil ou outro lugar — sofre tanta oposição estatal e preconceito violento da esquerda simplesmente porque é um movimento predominante entre evangélicos que assumem o compromisso de transmitir a seus filhos os valores imutáveis e eternos da Palavra de Deus, sem a intromissão, contaminação e influência dos valores estatais.

Contudo, se a Alemanha é super-tolerante com terroristas muçulmanos e com o homossexualismo e a homossexualização de meninos, como explicar então sua extrema intolerância para com mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa?

O sonho de Hitler: governo mundial

Hitler sonhava com um governo mundial com a Alemanha ocupando o papel central de liderança. Ele nunca poderia prever a forma estranha como seu sonho viria a se cumprir.

Se no passado, sob o domínio do nacional socialismo (nazismo), a Alemanha queria um governo mundial, hoje a Alemanha trabalha para um governo mundial, tendo uma posição cada vez mais influente na defesa, promoção e implementação das políticas da ONU. Assim, embora tudo tenha mudado, nada realmente mudou no final.

Em sua ânsia de se destacar no cenário da nova ordem internacional, a Alemanha está disposta a tudo para agradar o governo mundial, inclusive sacrificar os inocentes e poupar os culpados. Como fiel discípula do sinistro “evangelho” da ONU, a Alemanha está determinada a demonstrar bondade, misericórdia e delicadeza aos piores terroristas muçulmanos — algo bem parecido com o que ocorre no Brasil, onde o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impõe tratamento especial e plena impunidade para grandes assassinos e estupradores menores de idade.

Por pura coincidência, tanto a Alemanha quanto o ECA — que são submissos à agenda da ONU — não permitem poupar nem ter misericórdia de famílias evangélicas que ousem violar o controle do Monstro estatal sobre as crianças e sobre a educação. A Alemanha e o ECA deixam claro que, no que se refere à educação escolar em casa, as famílias evangélicas e suas crianças não têm direito algum à educação e aos valores cristãos. Onde entra a influência da ONU, as leis se pervertem. Os criminosos reais ganham o direito de escapar impunes e quem é tratado e perseguido como se fosse de fato criminoso são os inocentes. É assim que funciona a democracia da Besta do Apocalipse.

A ONU, assim como o nazismo, o socialismo e todos os outros sistemas ditatoriais, quer a todo custo as crianças — mais precisamente, quer o controle total de sua educação. Para que esse controle seja mundial, a ONU criou a Convenção dos Direitos da Criança, documento legal que impõe aos países o dever de “proteger” as crianças. E cada vez mais se vê que essa proteção inclui protegê-las dos valores cristãos e expô-las exclusivamente aos valores estatais. No Brasil, o ECA foi criado especificamente para refletir a Convenção dos Direitos da Criança. Assim, o governo mundial não está presente apenas na Alemanha; está também no Brasil.

Como serva do governo mundial, a Alemanha não tem escolha a não ser impor sobre as famílias evangélicas o nova ordem mundial. As ações violentas e cruéis do Estado alemão contra mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa são muito mais do que um mero comportamento estatal bárbaro e medieval. É um esforço consciente, junto com os burrocratas da ONU, de estabelecer um precedente para se proibir a educação escolar em casa no mundo inteiro. Com tal precedente, a violência estatal alemã contra a educação em casa será promovida como padrão pelas leis internacionais a serviço da ONU.

A Alemanha não só quer ser sede da ONU, mas também quer que suas próprias leis se inspirem nas diretrizes do governo mundial e ajudem a inspirar a nova ordem internacional. Grupos evangélicos nos Estados Unidos temem que legisladores esquerdistas e a própria ONU usem a proibição alemã à educação em casa como modelo para as outras nações. A Alemanha volta a se tornar o foco de preocupação para os cristãos no mundo inteiro.

A educação escolar em casa era uma ameaça ao nazismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao socialismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao governo mundial, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos.

É por isso que Hitler proibiu totalmente a educação em casa na Alemanha. É por isso que o governo alemão até hoje mantém-se fiel a essa proibição nazista. Nessa proibição, nazistas, socialistas e burrocratas da ONU abraçam-se e apóiam-se no mesmo objetivo de estabelecer o total controle sobre a educação e valores de todas as crianças.

Quem foi que disse que a Besta do Apocalipse ainda não apareceu?

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Nota:

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54463

Para mais informações sobre a situação na Alemanha, visite o Blog Escola em Casa.

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54695

Leitura recomendada:

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A Marca da Besta

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famí­lias

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O abuso estatal contra a ordem familiar

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa

05 março, 2007

Pais não estão conscientes dos problemas de drogas de seus filhos

Pais não estão conscientes dos problemas de drogas de seus filhos

© 2006 WorldNetDaily.com

Um novo estudo que examina o uso de álcool e drogas entre crianças e adolescentes constatou que os pais sabem pouco sobre o que os seus filhos estão fazendo e as influências às quais eles estão sendo expostos.

O estudo, realizado pelo Centro Nacional de Vício e Abuso de Substâncias (CNVAS) da Universidade de Colúmbia, inicialmente se concentrou no que está acontecendo nas festas de adolescentes. Mas revelou fatos assustadores sobre as drogas nas escolas públicas.

“Álcool e drogas entre adolescentes é um problema dos pais. [Os pais] não têm idéia alguma de como o mundo de seus adolescentes está infestado de drogas e álcool”, disse Joseph A. Califano, presidente do CNVAS e ex-Ministro da Saúde dos EUA.

“Esses pais desengonçados negam o que está acontecendo, iludem a si mesmos e não têm consciência da realidade. Essa atitude deles coloca seus filhos em risco enorme de cair em alcoolismo e uso de drogas ilegais e de prescrição”, disse ele.

A pesquisa, que examinou a transição entre as idades de 13 e 14 anos, constatou que os adolescentes de 14 anos sofriam um risco três vezes maior de receberem a droga Ecstasy e um risco duas vezes maior de receberem cocaína. A pesquisa concluiu que a transição de 13 para 14 anos “é a maior linha de separação de drogas envolvendo todos os anos da adolescência”.

A pesquisa observou que 55 por cento dos adolescentes americanos em idades de 12 a 17 “caem nas categorias de abuso elevado ou moderado de drogas”.

Mais da metade de todos os adolescentes do ensino secundário no estudo dizem que freqüentam uma escola onde se usa ou se vende drogas. E pela primeira vez nos 11 anos em que a pesquisa é conduzida, as adolescentes têm um risco igual ou mais elevado de abuso de drogas em comparação com os adolescentes da mesma idade.

Um grupo de educação escolar em casa, a Rede Educacional Estrela da Manhã, está usando os resultados da pesquisa para apontar os pais na direção da educação escolar em casa. A organização patrocina a campanha “Considerando o Ministério da Educação Escolar em Casa” e seu site para incentivar os pais cristãos a educar seus filhos em casa.

“A pressão dos amigos para beber álcool, usar drogas e se envolver em atividade sexual nos anos da adolescência é incrível”, disse Denise Kanter, consultora de pesquisas da Estrela da Manhã. “Os pais cristãos precisam proteger seus filhos das influências seculares dos amigos da escola e ensinar seus filhos em casa”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND.

19 fevereiro, 2007

Educação pública: espelho do fracasso estatal

Educação pública: espelho do fracasso estatal

“O nível intelectual do brasileiro de maneira geral está abaixo do que era na década de 60 ou 70, porque as escolas são piores e o estudo já não é valorizado como antigamente”.

Silvio de Abreu


Fonte: Revista Veja, edição
1961, 21 de junho de 2006

“Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora. O país estava em 25º lugar no Pisa, um teste que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de matemática e ciências, entre jovens de 15 anos, em cerca de quarenta países. Educadores, pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos. Até hoje, o clima está tumultuado, com comissões, seminários e uma enxurrada de novas leis. Nesse mesmo exame, o Brasil obteve o último lugar, bem atrás do México. Só que, no nosso caso, há outra notícia pior: o resultado não criou uma crise. A imprensa não fez barulho. A esquerda e a direita ficaram mudas. Pesquisas com pais mostram um resultado quase inacreditável: eles estão satisfeitos com a educação oferecida aos filhos”.

Cláudio de Moura Castro

Fonte: Revista VEJA, edição 1953, 26 de abril de 2006

Essas citações da revista Veja mostram como está a educação que o governo impõe sobre as crianças do Brasil hoje. É com esse fracasso moral e educacional que o mesmo governo persegue as famílias evangélicas que escolham dar a seus filhos a educação escolar em casa.

Blog Escola em Casa

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

Julio Severo

O profeta Elias era um homem de Deus profundamente envolvido em atividades políticas. Ele não era um político, mas exortava e repreendia os políticos.

Elias inicia seu ministério sem medo de entregar uma palavra dura para o rei Acabe (criatura política semelhante ao presidente Lula do Brasil e ao ex-presidente Clinton dos EUA):

“Você e o seu pai… são criadores de problemas, pois abandonaram os mandamentos do SENHOR Deus e adoraram as imagens de Baal”. (1 Reis 18:18 NTLH)

Elias continuou confrontando o rei Acabe posteriormente, com muitas outras palavras proféticas. (Para ver como Deus usou Elias na esfera nacional de Israel, leia os capítulos 17, 18, 19 e 21 do livro de 1 Reis e o capítulo 1 do livro de 2 Reis, no Antigo Testamento.)

Depois de cumprir missões proféticas incríveis na política de Israel, Elias foi levado por Deus (veja o capítulo 2 do livro de 2 Reis). Mas ele não experimentou a morte. Pelo que se indica no livro do profeta Malaquias, Elias voltará. Deus diz: “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI)

Entretanto, mesmo antes da volta de Elias, já houve um cumprimento parcial inesperado (assim como é possível que ocorram outros cumprimentos parciais inesperados):

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista”. (Mateus 17:11-13 ACF, o destaque é meu.)

Quando Jesus disse que Elias restaurará todas as coisas, ele também quis dizer que Elias colocará tudo em ordem — principalmente na esfera política. O Novo Testamento Philips diz que Elias “iniciará a reforma do mundo”. O mundo político, com toda a sua corrupção, hipocrisia e maldade, precisa de ordem, e Deus enviará Elias para esse propósito.

João Batista: o primeiro homem a ter a unção de Elias?

Na vida de João Batista, o próprio Jesus reconheceu e explicou que houve um cumprimento parcial para essa profecia, isto é, além da vinda de Elias, João Batista também era um Elias de Deus para o mundo. Provavelmente, o ministério de João Batista também mostra que Deus pode levantar homens na unção de Elias. Recebendo a unção de Elias, João Batista fez o que Elias fazia. O que Elias fazia? Ele repreendia os governantes conforme a poderosa Palavra de Deus.

Assim como Elias, João Batista passava sua vida num isolamento profético “nos desertos”, para poder buscar melhor a Deus, para poder ouvir melhor a voz do Espírito Santo e ser um instrumento poderoso de Deus na sociedade.

Com a unção de Elias, João Batista confrontou Herodes (outra criatura política semelhante ao presidente Lula e ao ex-presidente Clinton dos EUA) por causa de um pecado sexual em sua vida:

João dizia a Herodes: “Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão”. (Marcos 6:18 NVI)

Outras versões da Bíblia revelam que João fazia essa repreensão freqüentemente a Herodes. Não só uma, duas ou três vezes, porém toda vez que via Herodes, João abria a boca. Ele não perdia a oportunidade de dizer que o rei havia quebrado os limites legais de Deus.

De forma estranha, o que João estava fazendo era cumprimento parcial da promessa de Deus em Malaquias. No entanto, ninguém poderia imaginar que incluída nessa promessa estava também a volta da unção de Elias. João Batista pode ter sido o primeiro servo do Senhor a desfrutar essa unção.

A missão profética de João Batista era preparar o coração do povo de Deus para a maior visitação do Senhor na história humana. É claro que, espiritualmente, o Senhor continuará visitando seu povo, para operar grandes obras, e servos do Senhor ajudarão a preparar o coração do povo de Deus para as visitações do Espírito Santo nestes últimos dias. Se o Senhor continuar derramando a unção de Elias, veremos homens ousados no Espírito Santo, prontos para, conforme a Palavra de Deus, repreender governantes que estão em pecado e corrupção.

O que João Batista fazia freqüentemente diante de Herodes é um contraste surpreendente com a realidade de nossos dias, onde é comum homens e mulheres que professam ser de Deus apoiarem políticos e governantes com um comportamento moral e sexual pior do que o comportamento de Herodes. Contudo, o envolvimento político de João ia até onde esses homens e mulheres não ousam ir. Seu envolvimento político não adulava os poderosos, mas refletia fielmente a perspectiva de Deus para lidar com problemas morais específicos e sérios.

Onde entra a unção de Elias, entra a cobrança profética diante de autoridades políticas, a fim de que as políticas se alinhem com as políticas de Deus e a fim de que os políticos se alinhem moralmente com a vontade e leis de Deus.

Enquanto Elias no Antigo Testamento cobrava dos governantes judeus um estilo de vida justo que agradasse a Deus, no Novo Testamento João cobrou de Herodes (que nem judeu era) um comportamento sexual justo. Herodes tinha muitos problemas sérios (inclusive desonestidade, corrupção e violência) que mereciam forte reprovação. João poderia ter confrontado todos esses pecados, pois ele tinha conhecimento, através de seus pais que eram de famílias de sacerdotes, do importante papel dos profetas do Antigo Testamento na denúncia contra a corrupção e opressão contra os pobres praticadas por autoridades políticas.

No entanto, ele agiu de acordo com a prioridade de justiça que Deus colocou em seu coração, talvez por que não fizesse muito sentido pressionar um político a tentar “consertar” as coisas na sociedade quando sua vida particular precisava de “conserto” moral. Ele não dispersou suas energias atacando todos os pecados de um político. Ele começou atacando de frente o pecado que sua visão espiritual via como mais grave no momento. Sua prioridade absoluta era lidar diretamente com a questão moral, muito embora ele também condenasse outros pecados na vida do rei Herodes. Por sua atitude de repreender o pecado sexual de um homem da política, João acabou sofrendo prisão e morte.

Jesus aprovou o comportamento profético de João. Enquanto João estava na prisão pagando pelo “crime” de condenar o pecado sexual de Herodes, Jesus só teve comentários de elogio sobre ele. “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: De todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior… E, se vocês querem crer… João é Elias, que estava para vir.” (Mateus 11:11,14 BLH, o destaque é meu.)

Se estivesse vivo em nossa época, não há dúvida de que João abriria a boca diante de políticos como Lula, que promovem ativamente a agenda do aborto e do homossexualismo na sociedade. Contudo, quem poderia dizer que a unção de Elias não pode ser dada a homens de Deus no Brasil? Enquanto não se vê o derramamento dessa unção, nada impede o povo de Deus de clamar incessantemente: “Senhor, o Brasil tem no governo Herodes e Acabes, mas onde estão os teus Elias para o Brasil?”

Restaurando e reformando o mundo político

Ao mesmo tempo em que declarou que João simbolizou Elias, Jesus também deixou claro que Elias realmente virá para restaurar tudo e iniciar a reforma do mundo. Há muitas coisas tortas, pervertidas e diabólicas nas lideranças políticas e nas próprias políticas e leis criadas por eles, e Elias virá com a poderosa Palavra do Senhor para reprovar o mundo político, para manifestar aos arrogantes governantes mundiais que Deus exige que os governos e as nações se conduzam conforme a justiça da Palavra de Deus.

Talvez, a exemplo de João Batista, Deus poderá também levantar nestes últimos dias homens que simbolizem Elias. Afinal, há muitos Acabes e os Herodes nos governos de hoje e eles também precisam ser repreendidos conforme a Palavra do Senhor. Eles precisam saber e reconhecer que Deus não age só dentro das igrejas cristãs, mas também entre os arrogantes governantes mundiais. Eles precisam sentir, através da unção profética de Elias nos servos escolhidos de Deus, que suas políticas e condutas são abominação diante de Deus.

Os Acabes que promovem a idolatria estatal, a feitiçaria, a prostituição e o homossexualismo precisam conhecer o poder de Deus através de seus profetas. Os Herodes que vivem condutas sexuais erradas precisam ser repreendidos pelos profetas com a unção de Elias.

Os governantes do mundo não têm direito nenhum de fazer o que bem quiserem, pois Deus lhes deu a obrigação específica de servirem a Deus castigando os maus e elogiando os bons. A Palavra de Deus deixa claro que os governantes são “enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem.” (1 Pedro 2:14 ACF)

Todo governo humano foi chamado para ser servo de Deus nesta obrigação fundamental:

“Porque [o Estado] é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4 ACF)

Entretanto, o governo hoje invade até mesmo a esfera de Deus, prometendo dar tudo (saúde, educação, etc.) à população e suprir-lhe todas as necessidades, como se fosse o próprio Deus! Gerald Ford, presidente dos EUA na década de 1970, disse uma grande verdade sobre o governo:

“Se o governo é grande o suficiente para lhe dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para lhe tirar tudo o que você tem”.

Quando o governo deixa de ser servo de Deus na missão que Deus lhe deu de castigar os maus e elogiar os bons e invade áreas que Deus não lhe permitiu (o controle das crianças e da educação), então o Estado se torna um Monstro.

O governo brasileiro vem falhando sistematicamente na área da segurança, que é sua obrigação e também o dever que Deus lhe impôs. Vem falhando também sistematicamente na área da educação e saúde, que Deus não lhe autorizou. Resultado: o governo tira quase tudo de seus cidadãos, mas não lhes dá quase nada, e o pouco que o povo recebe é precário e ruim.

Quando o Estado quer fazer tudo, acaba não conseguindo fazer quase nada, a não ser sobrecarregar a população com um número grande de impostos elevados e injustos. Tanto dinheiro para impostos de segurança, saúde e educação e, no final, os cidadãos ficam sem dinheiro e sem os “produtos” estatais que foram obrigados a pagar a preços tão elevados.

Nenhum governo tem chamado de Deus para se envolver no controle de famílias, crianças e promoção de políticas de aborto, homossexualismo e outras perversões. A responsabilidade fundamental que Deus deu ao governo é “castigar o que faz o mal”. O que passa dessa obrigação é intromissão estatal e pode seriamente cair dentro da categoria de ilegalidade diante de Deus. Os Elias de Deus confrontarão os presidentes, governadores, prefeitos e outros políticos na negligência à sua obrigação e os repreenderão por invadirem áreas que não lhes competem.

No entanto, onde estão os Elias de Deus para avisar os presidentes e outros governantes que seu governo e suas políticas são ilegais aos olhos de Deus? Onde estão os Elias de Deus para dizer ao governo que sua responsabilidade é apenas a segurança? Onde estão os homens de Deus para imitar João Batista e dizer aos Herodes modernos: “O que você está fazendo é contra a Lei de Deus”? É bem fácil chegar até um presidente ou outra autoridade corrupta e imoral e limitar-se a elogios e cumprimentos. Multidões de líderes religiosos que se encontram com elevadas autoridades agem exatamente assim. Não buscam a face de Deus e quando estão face a face com um governante, só têm elogios, para quem com justiça merece uma palavra de repreensão e aviso. Há aduladores em abundância. Mas onde estão os Elias? Onde estão os homens com a coragem ungida de dizer aos presidentes que seu governo passou dos limites que Deus deu?

A chave para cultivar a unção de Elias: o envolvimento direto dos pais na criação e educação dos filhos

Onde estão os Elias de Deus? Eles estão, ou poderão estar, no ambiente espiritual ideal para seu desenvolvimento. Deus diz:

“Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI, o destaque é meu.)

Em nossa época, o Estado vem levando os filhos a se distanciar dos pais, porque os pais não estão se investindo devidamente na vida dos filhos. Com esse distanciamento, fica bem fácil pais se voltarem contra filhos e filhos contra pais.

O Estado, que Elias e João Batista tanto repreendiam e confrontavam, hoje tem como uma de suas metas prioritárias controlar as crianças — por meio das escolas. O controle estatal sobre as crianças e a educação é uma novidade recente na história da humanidade. É claro que o Estado alega defender o “direito à educação” das crianças. Contudo, mesmo que os pais tenham formação universitária pós-graduada na área da educação, o Estado brasileiro, por exemplo, não dá a esses pais o direito de dar a seus filhos educação escolar em casa, sob o pretexto de querer “os melhores interesses das crianças” — que são, na verdade, apenas uma camuflagem para proteger os melhores interesses estatais.

Um filho aprendendo em casa pode receber uma boa educação, se os pais têm meios para se sacrificar nessa educação, e será difícil semear novos e estranhos valores neles com os pais por perto. Na escola, mesmo que as crianças não recebam uma educação adequada — e pesquisas indicam que a saúde da educação no Brasil não anda nada bem —, o importante, para o Estado, é que longe dos pais pelo menos fica mais fácil colocar as crianças em contato com valores diferentes dos pais, valores aprovados pelos critérios estatais. O deus estatal exige o sacrifício de crianças no altar da doutrinação governamental.

O que está em jogo é a direção de vida e valores das crianças. O Estado bem sabe que o controle sobre a educação e as crianças é fundamental. Por isso, o governo não abre mão de sua própria lei que exige que as crianças freqüentem a escola institucional. A meta em si não é a educação. É distanciar a criança do lar e mantê-la no ambiente institucional — longe da família e seus valores — o máximo de tempo possível. O resultado? Depois de alguns anos expostos à doutrinação estatal, muitos adolescentes de famílias evangélicas começam a se desviar. Quando terminam uma faculdade, a grande maioria se desapega de Deus e seus valores ou da família e seus valores. Terminam “educados” e imorais, “educados” e rebeldes, “educados” e distantes de Deus, “educados” e longe dos valores da família.

“Educados” é uma expressão praticamente vazia de seu real sentido, pois a maioria dos alunos que saem da escola hoje é funcionalmente analfabeta, escrevendo e lendo de modo precário, porém muito bem “educada” em assuntos totalmente desnecessários, como namoro com sexo livre e educação sexual pornográfica com direito à imoralidade homossexual.

O fato é que os filhos estão se desviando dos pais e de seus valores, porque os pais os entregaram à influência nociva da doutrinação estatal das escolas institucionais.

De que adianta então uma grande formação “educacional” com o preço da vida e valores espirituais de nossos filhos? Provavelmente, os apóstolos do Senhor Jesus Cristo prontamente sacrificariam tais oportunidades acadêmicas, em vez de sacrificar seus filhos por amor a esse tipo de educação. Eles jamais veriam a educação como mais importante do que a vida e valores espirituais de seus filhos.

Se os apóstolos tivessem apenas essas duas opções, é claro que eles escolheriam proteger seus filhos. Entretanto, não há apenas essas duas opções. No que se refere à educação, a escola institucional não é a única escolha! Quando o coração dos pais se volta para os filhos, assumindo a supervisão direta de sua educação e formação e recusando-se a entregá-los ao Monstro estatal, o coração dos filhos volta-se — não para as drogas, rebelião e comportamentos errados. O coração deles volta-se para seus pais. Não é à toa que no movimento de educação escolar em casa a maioria dos filhos admire e respeite os pais, um comportamento cada vez mais difícil quando os filhos já estão freqüentando uma escola institucional há alguns anos. A educação é a chave. O Estado sabe disso. A Palavra de Deus ensina isso. Resta aos pais agora descobrirem essa importante verdade.

Quem tiver controle sobre a educação de uma criança terá influência decisiva sobre seus valores. É por isso que o Estado exige esse controle, por mais preparo acadêmico que os pais tenham. O Estado precisa controlar a educação, a fim de que tenha total liberdade de pregar e ensinar seus valores “democráticos” — que nada mais são do que seu “evangelho” do humanismo, socialismo, feminismo, homossexualismo e liberalismo. O Estado precisa controlar as crianças, a fim de que tenha total liberdade de torná-las discípulas desse “evangelho”.

O Monstro estatal usa o sistema de educação para formar monstrinhos e monstros conforme a sua própria imagem e semelhança, para que aprendam com os mestres estatais que o que é abominação aos olhos de Deus é normal para o Monstro estatal, e o que é justo e certo aos olhos de Deus é abominação para o Monstro estatal. Há exemplos abundantes dessa realidade. O Monstro estatal do Brasil vê como abominação a orientação do livro de Provérbios que dá aos pais o direito e a plena liberdade de disciplinar, com a vara da correção, o mau comportamento dos filhos. Mas vê como normal e justo entregar, em adoção, crianças para casais homossexuais.

O programa Brasil Sem Homofobia do governo Lula quer que todos os brasileiros respeitem a sodomia. Os pais que não respeitarem a sodomia estarão arriscados a perder a guarda dos filhos — a qual poderá ser entregue a um “casal” homossexual. Só um Monstro poderia fazer agir assim. E tal Monstro existe: é o Estado.

O Monstro estatal vê como normal entregar crianças em gestação ao extermínio do aborto legal. Para ele, é normal ensinar crianças de escola que o homossexualismo e o sexo fora do casamento são opções de vida e merecem respeito.

O Monstro estatal exige que, nas aulas de religião das escolas públicas, Jesus Cristo seja colocado no mesmo nível dos deuses do candomblé e outras religiões afro-brasileiras e pagãs.

O Monstro estatal exige a exclusão de Deus e seus valores das escolas e da esfera pública, com a desculpa de que o Estado é laico. A exclusão é propositada, a fim de que o lugar de Deus seja ocupado pelo Monstro estatal. Assim, o Estado moderno é semelhante aos reinos antigos, onde o paganismo usurpava o lugar que pertencia a Deus. Hoje quem usurpa é o humanismo, o estatismo, o secularismo, o socialismo e ideologias afins.

Mesmo com um controle tão forte e com políticas e leis draconianas na área da educação, o governo Lula, depois de vários anos de investimento na “melhoria” da educação, reconhece que seu “objetivo fracassou” e que na educação brasileira o “quadro é negativo”. Aliás, reconhece também que, embora a educação institucional seja compulsória e a educação escolar em casa seja proibida, o analfabetismo está relativamente alto e que as crianças terminam a escola primária praticamente sem saber ler e sem entender o que lêem. Em outras palavras, o próprio governo está dizendo que sua educação é um desastre!

Apesar desse fracasso muito bem reconhecido, o governo Lula conseguiu abaixar a idade da obrigatoriedade escolar, modificando a lei para que os pais sejam forçados agora a mandar os filhos para a doutrinação estatal da escola institucional não mais aos 7 anos de idade, mas aos 6. Contudo, a meta estatal é muito mais ambiciosa:

Dados divulgados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostram números preocupantes no Brasil. De acordo com a Campanha… mais de 50% das crianças entre 0 e 6 anos não estão na escola… [1]

Esses dados apontam para uma realidade assustadora: apesar do fracasso estatal da educação para crianças acima de 6 anos que são obrigadas por lei a freqüentar uma escola institucional, agora o Estado se preocupa com o fato de que, abaixo de 6 anos, só 50% das crianças freqüentam escolas. A solução? Tornar a freqüência escolar abaixo dos 6 anos compulsória também! O Estado está considerando medidas legais e políticas para estender seu controle sobre essas criancinhas.

O governo pode não estar feliz com seu desempenho na área da alfabetização, mas pelo menos contenta-se com o fato de que suas próprias leis mantêm as crianças mais sob seu próprio controle e supervisão do que sob o controle e supervisão dos pais. O que então o governo pode fazer quando as crianças estão longe da supervisão direta dos pais?

O próprio governo Lula confessou não está conseguindo alfabetizar os alunos de forma minimamente satisfatória, mas quer garantir que eles tenham acesso a camisinhas e cartilhas pornográficas dentro das escolas. O Estado brasileiro quer compensar seu fracasso educacional com camisinhas e pornografia. Assim, os alunos não se preocuparão com suas notas baixas, pois estarão embriagados de sexo livre e de uma auto-estima induzida por técnicas psicológicas de lavagem cerebral. Eles se tornarão burros e idiotas alegres.

Os pais que desejarem se investir em seus filhos por amor a Jesus, criando filhos que tenham o coração voltado para os pais, precisarão da unção de Elias, para desafiar as imorais imposições estatais que exigem controle das crianças na esfera da educação. Aliás, o Superior Tribunal de Justiça, percebendo o “perigo” da educação escolar em casa para as ambições estatais, chegou a afirmar que “os filhos não pertencem aos pais”, numa decisão judicial contra uma família que educava em casa. O Estado moderno, assim como os reinos pagãos do passado, exige o sacrifício de crianças em seus altares, e todo esforço dos pais cristãos para resgatar seus filhos desse sacrifício secularista e pagão exige a unção de Elias, exige o sacrifício dos pais na vida dos filhos, assumindo a educação deles e a supervisão e formação de seus valores.

A unção de Elias é para estes últimos dias. É para os pais — para capacitá-los a enfrentar o absolutismo estatal. É para os pais — para capacitá-los a se dedicarem à educação total de seus filhos. É para os pais — para lhes dar coragem de não entregar seus filhos no altar da educação do Monstro estatal. É para os pais — para capacitá-los a criar filhos proféticos, na unção de Elias e João Batista.

Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a assumirem completamente a criação e educação de seus filhos e os filhos a respeitarem e admirarem os pais. Essa meta já está se cumprindo de forma espantosa no movimento de educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos se voltam para os pais.

O movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades de criar homens e mulheres na unção profética de Elias e João Batista

Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a rejeitarem as imposições estatais injustas na área de criação e educação de filhos. Como sempre, ele desafiará governos e políticos. Será unção para abalar o que precisa há muito ser abalado. Diante da determinada oposição estatal à educação escolar em casa, não há como os pais se envolverem nesse movimento profético sem desafiar o Estado corrupto, pagão e imoral.

Entretanto, o preço vale a pena. Não existe bênção maior, para uma família, do que ter os filhos aos pés do Senhor Jesus, não debaixo das patas do Monstro estatal e seus valores imorais. Para que tal bênção seja realidade, o povo de Deus, a exemplo de Elias, terá de confrontar governos e autoridades.

A característica fundamental do estilo de vida profético de Elias, que entrará em ação nos últimos dias, é o isolamento profético. Elias se isolava completamente dos pecados da sociedade. Certamente, se houvesse escolas públicas (estatais) em Israel na época dele e se ele tivesse família, ele não enviaria os filhos à escola. Ele assumiria a educação deles, no Senhor. Esse isolamento necessário é parte da educação escolar em casa, onde as crianças cristãs recebem uma boa educação, sem a doutrinação estatal e sem as pressões e influências de colegas de classe que têm comportamentos moralmente problemáticos.

Em seu isolamento, Elias sempre buscava a Deus e se preparava para atender toda vez que Deus o chamava para ir ao meio da sociedade e confrontar seus líderes políticos e valores errados. Na educação escolar em casa, os pais dedicados têm a oportunidade de investir fortemente na formação espiritual, moral e educacional dos filhos, preparando-os para atender ao chamado de Deus na esfera social, combatendo valores nocivos. Assim como Elias, o movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades para os pais criarem e educarem filhos que desafiarão o moderno sistema político secularista, pagão, abortista, homossexualista e imoral.

Enquanto a meta do Senhor na educação é que os pais formem seus filhos na unção de Elias nestes últimos dias, a meta do Monstro estatal é formar a nova geração na anormalidade ética, sexual e espiritual de Acabe e Herodes.

O Brasil e o mundo precisam da volta de Elias e de muitos outros homens como ele e João Batista.

Não sabemos como ou quando Elias virá, mas Elias ou as pessoas com a unção de Elias que virão farão um trabalho profético de restauração nos governos, abalando as estruturas de pecado e arrogância. Essas pessoas terão um preparo de vida semelhante ao próprio preparo de vida que tiveram Elias e João Batista.

É bem possível que Deus tenha escolhido o movimento de educação escolar em casa para dar aos pais a oportunidade de criar filhos na unção de Elias. Essas crianças, criadas e educadas de modo isolado da doutrinação estatal, serão fortalecidas em valores bíblicos que lhes darão condições de serem instrumentos de Deus para repreenderem futuramente líderes políticos, seus comportamentos imorais e suas políticas injustas.

A educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos e voltam para os pais, é o terreno ideal para o “cultivo” de novos Elias. É só desse modo que será possível escapar da maldição que sobrevirá como castigo à nação por causa do distanciamento entre pais e filhos e entre filhos e pais e por causa das pervertidas políticas do Monstro estatal que provocam e facilitam esse distanciamento. (Cf. Malaquias 4:6)

As oportunidades de bênçãos são muitas no movimento de educação escolar em casa, mas os pais que quiserem a unção de Elias para seus filhos precisarão pagar um preço elevado em face das ameaças violentas dos Acabes, Herodes, Lulas e outros lacaios do Monstro estatal. Eles exigem total controle sobre a educação de nossos filhos, um controle que Deus não lhes deu autoridade nem permissão de exigir.

No passado, o Monstro estatal exigia o sacrifício de crianças. Essa exigência não mudou. O Monstro estatal continua sedento de crianças.

A quem então entregaremos nossos filhos? Em que altar os ofereceremos?

Seja através da educação escolar em casa ou outros movimentos do Espírito Santo, o Deus que agiu através de Elias vai mostrar ao mundo que não parou suas atividades no mundo da política. Ele vai mostrar que não parou de confrontar os políticos em sua imoralidade e injustiça.

O melhor de Deus ainda está para vir.

Elias voltará.

Versão em inglês deste artigo: The prophet Elijah’s return: what the Elijah anointing represents to families and the political world in these last days

Importante recomendação para leitura: A Marca da Besta: A Educação do Futuro, de Julio Severo.

Se desejar saber mais informações sobre como educar os filhos em casa, visite o blog Escola em Casa.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

[1] http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=13683