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20 junho, 2013

O Garotinho que Virou Heroína


O Garotinho que Virou Heroína

Michael Brown
Agora você já deve ter ouvido falar do novo desenho infantil chamado Shezow, que estrela um garoto de 12 anos chamado Guy “que utiliza um anel mágico para se transformar em uma menina que luta contra o crime”, vestindo “saia e capa lilases, luvas cor-de-rosa e botas brancas”. E para se transformar de menino para menina, ele diz as palavras mágicas: “Vai, garota!”
Outro inofensivo programa de TV para as criancinhas? De forma alguma. Isso é mais outra tentativa de confundir as diferenças sexuais e celebrar a identidade transgênera. E nesse caso, o alvo é uma audiência bastante jovem: entre 2 e 11 anos.
Antes que você pense que sou simplesmente um fundamentalista de extrema-direita raivoso e teórico da conspiração (já fui chamado de coisa pior), permita-me lembrar a você que o maior catálogo de brinquedos da Suécia se tornou sexualmente neutro no ano passado. Sim, o Grupo Top Toy divulgou um catálogo de Natal em 2012 que retratava meninas brincando com armas de brinquedo e meninos brincando com bonecas vestidas de princesas e utilizando secadores de cabelo para secar o cabelo de meninas. (Veja as fotos neste link.)
Conforme noticiou Matthew Day, “No passado, essa empresa, que detêm franquia das redes Toys ‘R’ Us e BR-Toys, se complicou com regulamentos na Suécia que proibiam propagandas sexistas”.
“O agente do governo regulador de publicidade já havia criticado a empresa por produzir um comercial de TV que falava de ‘carros para meninos, princesas para meninas’”.
A empresa agora corrigiu o “erro”, segundo Jan Nyberg, diretor de vendas da Top Toy, explicando, “Com a nova forma de pensar sobre os sexos, não há nada que seja certo ou errado. Um brinquedo não é uma coisa só para meninos ou para meninas; um brinquedo é uma coisa para crianças”.
Aliás, “O país escandinavo lutou para fomentar a cultura da identidade de gênero, e qualquer propaganda considerada sexista irá enfrentar punições legais, ou até mesmo sofrer a ira dos suecos”.
Alinhado a isso, as escolas foram pressionadas a quebrar os estereótipos sexuais, um pronome de gênero neutro foi introduzido, pronunciado “hen” (em vez “han”, ele, e “hon”, ela), e os pais estão sendo encorajados a dar nomes masculinos às suas filhas e nomes femininos aos filhos. Não estou brincando não.
Nos EUA, já em 2006, o New York Times noticiou que “na escola Park Day School em Oakland [Califórnia], os professores aprendem um vocabulário neutro e são cobrados para enfileirar os estudantes pelo critério da cor do calçado em vez do sexo”. “Tomamos o cuidado de não criar uma situação em que os estudantes sejam tolhidos”, afirma Tom Little, diretor da escola. “Permitimos que os estudantes escolham livremente até encontrarem algo que lhes pareça bom”.
No ano passado na Alemanha, Nils Pickert, aclamado como o “pai do ano”, foi celebrado por “vestir roupas femininas (inclusive fazendo as unhas) para ajudar seu filho de 5 anos se sentir à vontade para usar vestidos e saias”.
E a revista alemã Emma noticiou que a história teve um “final feliz”, conforme explicou Pickert, “E o que o garotinho está fazendo agora? Pintando as unhas. Ele acha que fica bonito nas minhas unhas também. Ele simplesmente sorri quando outros meninos (e são quase sempre meninos) querem tirar sarro dele, e responde: ‘Vocês só não têm coragem de vestir saias e vestidos porque seus pais também não têm’. Esse é o nível de liberalidade ao qual ele já chegou. E tudo graças ao papai de saia”.
Solidariedade dos pais é uma coisa. Contribuir para a confusão de um garotinho é outra.
E há também o dia da “troca de sexos” (“gender-bender") nas escolas americanas, já desde o primário, em que as crianças são encorajadas a ir para a escola vestidas do sexo oposto.
Será muito forçado sugerir que esse tipo de atitudes e atividades contribuíram para a crescente confusão de gênero vista entre as crianças de hoje em dia? E será coincidência que, após anos de pressão de grupos transgêneros, a Sociedade Psiquiátrica Americana agora está removendo o “transtorno de identidade de gênero” do seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (DSM-5)?
E assim, em vez de ter compaixão pelas crianças e pelos adultos que sofrem com sua identidade de gênero e investir os recursos necessários para tentar entender a causa do seu sofrimento, e em vez de reconhecer que muitas crianças passam por todo tipo de fase e que os pais não deveriam estimulá-la, estamos sendo influenciados a abraçar o transgenerismo; ou melhor, celebrá-lo.
Para colocar em um contexto, algumas escolas utilizam a Escala de Homofobia de Riddle, batizada em homenagem ao Dr. Dorothy Riddle, que lista os quatro “Níveis Homofóbicos de Atitude” e quatro “Níveis Positivos de Atitude”.
Listados na categoria homofóbica estão: 1) repulsa, 2) pena, 3) tolerância e 4) aceitação. (Isso mesmo: “Tolerância" e “aceitação” agora são considerados homofóbicos). Listados na categoria positiva estão: 5) apoio, 6) admiração, 7) apreciação e 8) promoção. Em outras palavras, nossos filhos em idade escolar devem ter uma atitude de apoio, admiração, apreciação e cultivo em relação ao homossexualismo; senão serão homofóbicos.
Os ativistas LGBT simplesmente acrescentaram “transgênero” à mistura, a última causa a ser apoiada, admirada, apreciada, promovida e celebrada. Você pode dizer, “Shezow”?
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo da revista Charisma: The Little Boy Who Is a “She-Lebrity”
Leitura recomendada:

17 maio, 2011

Atenção, pais e mães: governo lança mega-iniciativa para exterminar os direitos dos pais corrigirem a desobediência dos filhos

Atenção, pais e mães: governo lança mega-iniciativa para exterminar os direitos dos pais corrigirem a desobediência dos filhos

Seminário de 19 de maio de 2011 reunirá altas autoridades do governo do Brasil e da Suécia para conspirar maior interferência estatal na relação entre pais e filhos do Brasil

Julio Severo
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em parceria com a Embaixada da Suécia em Brasília e a organização sueca Save the Children, realizarão o Seminário sobre Experiências de Legislação Contra Castigos Corporais de Crianças e Adolescentes, que ocorrerá no dia 19 de maio, no Plenário 1 do Anexo II da Câmara dos Deputados em Brasília, DF.
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República é comandada pela ultra-marxista Maria do Rosário, ministra que se comprometeu a avançar o infame PNDH-3 e está na liderança da implementação da ideologia homossexualista no Brasil. Ela já é muito conhecida como defensora do controle estatal sobre as famílias. Em 2006, com muito esforço e com a cooperação da Frente Parlamentar Evangélica, conseguimos barrar o projeto dela de proibir os pais de usar a vara da correção nos filhos. Mas agora, com o PT governando o Brasil com sua safadeza socialista, Rosário volta a atacar as famílias.
A abertura do Seminário será feita pela rainha Silvia da Suécia. E, como se verá, a participação sueca será em peso no evento.
Em 2010 o governo Lula apresentou o Projeto de Lei 7672/2010 contendo uma linguagem de que “a criança e o adolescente têm direito de serem educados e cuidados sem o uso de qualquer forma de violência, castigo cruel ou humilhante”. O projeto de lei, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, está também no olho da atenção do governo.
Seria interessante perguntar ao governo, que tanto interesse tem no aborto e no homossexualismo, se as crianças e adolescentes têm direito de serem educados e cuidados sem homossexualismo e sem aborto.
A preocupação do governo com o direito de os pais corrigirem seus filhos é tão forte que o seminário anti-disciplina de filhos terá participação dos seguintes indivíduos do Brasil e da Suécia:
Maria do Rosário, a suprema ministra dos assuntos gays no Brasil
Marta Santos Pais, representante da ONU
José Sarney, presidente do Senado Federal do Brasil
Marco Maia, presidente do Câmara dos Deputados Federal do Brasil
Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Manuela D’Avila, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
Ulrika Carlsson, Membro do Parlamento Sueco
Annika Markovic, Embaixadora da Suécia no Brasil
Elisabeth Dahlin, secretária-geral da organização sueca Save the Children
Marie-Pierre Poirier, representante do UNICEF no Brasil
Staffan Janson, Professor, Universidade de Karlstad, Suécia
Carlos Trapani, Coordenador do Programa CECODAP, Venezuela
Eva Waltré, Organização para os Direitos das Crianças na Sociedade, Suécia
Embaixadora sueca Annika Markovic
Para entender a presença em massa de suecos no esforço do governo brasileiro de banir o direito dos pais disciplinarem os filhos, veja os links abaixo sobre a Suécia. Todos os outros links trazem assuntos relacionados diretamente à disciplina física.
Quem puder participar do evento, participe, orando e, conforme a coragem, levando faixas. Favor se comunicar com Elias ou Benedito, da Frente Parlamentar Evangélica, para maiores informações de participação, no seguinte telefone: (61) 3216-6769.
Quem não puder participar, ore para que Deus enfraqueça o poder dos grandes reunidos para conspirar contra as famílias no Brasil.
Envie esta denúncia a pastores, padres e amigos interessados.
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